segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Lá vou eu, a alta velocidade

Meses a ansiar por Junho e Junho chegou. Possivelmente um dos meses mais stressantes da minha vida, onde vi as minhas maiores olheiras de sempre e o meu cabelo a cair a um ritmo alucinante assustadora, mas não parei e não baixei os braços. Não deixei de aproveitar os Santos como se fossem quase uma Queima das Fitas, não deixei de ir a Tenerife, não deixei de estudar para um exame que depois não precisei, não deixei a minha relação morrer.

Junho passou e deu lugar a um mês de Julho muito nervoso, sempre à espera de resultados. Todo um novo capítulo de telenovela, e é em Julho que decido fi-nal-men-te o caminho que vou seguir.

Agosto terá sido certamente dos melhores meses deste ano, com o Sol constante, o meu aniversário celebrado em três ou quatro ocasiões diferentes, a viagem a Budapeste para sempre na minha memória, os bailes da minha terrinha, as visitas da minha família que continua a crescer.

Setembro passou de uma forma meio aborrecida e sem grandes lembranças. Porém, Setembro foi o mês em que tudo começou e disso nunca me esquecerei. O dia em que entro no ISCTE e percebo que sim, a nova aventura está a começar.

E, por fim, depois deste verão memorável com tantos episódios diferentes na série que é a minha vida, estamos no fim de Outubro. Neste momento sinto-me num TGV, a alta velocidade, entre trabalho, aulas, exames, trabalhos de grupo, detestar algumas pessoas novas que conheci, mas adorar outras, ver ali futuros namorados para amigas minhas, e perceber que estou a adorar tudo isto.

Na verdade, não sei para onde vou ou onde estarei daqui a dois anos. Mas estou a começar a construir as tábuas do meu barco, e não há nada que pague essa sensação.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

That awesome feeling

Quando ontem à tarde duas pessoas dizem o mais banalmente possível:

"Sim, a Buu é das pessoas mais simpáticas desta empresa"

Awwwwww!

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Constantemente dividida

Entre querer que chegue a setembro para começar o mestrado e ter novidades na minha vida e querer que o verão não passe porque é a minha altura do ano preferida!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Aos 25

Passei a meia-noite de 7 em Budapeste com uma das minhas melhores amigas e foi o melhor dia de anos de sempre. Entre almoçar McDonalds e jantar KFC, passar o dia nas Termas de lá que são espetaculares e à noite andar num barco no Danúbio, recebi mensagens e chamadas queridas e genuínas dos meus amigos e de quem me quer bem, e tive direito ainda a algumas surpresas!

As lágrimas vieram-me aos olhos várias vezes, de tão grata e feliz que me senti nesse dia. Tenho tanta sorte naqueles que me rodeiam, e cada vez mais, quero tanto conserva-los.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Da falta de amor próprio

O P. é daquelas pessoas que me dá um nó no coração sempre que penso nele. Conheço-o desde os 10 anos, e sempre fomos da mesma turma até ao 12o ano, onde 90% das vezes partilhamos a mesma mesa. Tive uma grande paixão de miúda por ele imensos anos, até aos 15, quando se tornou um dos meus melhores amigos. No meu livro de despedida do secundário escreveu que não esperava menos do que ser o meu padrinho de casamento.

O P. sempre foi aquele miúdo inteligente, engraçado, divertido, que fez parte do meu grupo de amigos, e que não prescindia de estar connosco por nada. Era um amigo a sério, do coração.

Até que há cerca de uns cinco anos conheceu a namorada dele que deverá ser a pessoa mais conflituosa e ciumenta que conheço. Ele deixou de aparecer, de responder às mensagens, se nos vê, evita-nos e foge para outro lado, e apenas se dá com ela e com os amigos dela.

Na festa da terrinha em Maio eu e a T. encontramo-lo e fizemos uma festa. Ficou todo encavacado, mal falou, apareceu a general que lhe fez sinais nas nossas costas e ele desapareceu muito rapidamente dizendo que tinha que ir para casa.

Parece outra pessoa, a luz e o sorriso que tinham desapareceu. Fico triste, na verdade perdemos um amigo.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Big news

Uma das coisas que sempre me pude sentir sortuda é a minha família. Nunca tive grande ligação com os meus tios e primos, mas sendo a mais nova de quatro irmãos, é impossível não sentir desde pequena que faço parte de um grande clã. Uma vez que a minha idade dista deles pelo menos dez anos, desde os seis que conheço uma cunhada, desde os 11 a segunda, e desde os 12 que sou tia. Assim, já somos dez no núcleo duro há nove anos, quando nasceu o reguila da família para atormentar a minha sobrinha.
Mas no espaço de duas semanas recebi mais duas grandes notícias: a minha irmã vai casar e o meu irmão vai ter o seu primeiro bebé!! As duas notícias vão ser anunciadas aos meus pais no próximo fim-de-semana e eu pagava para ver as reacções deles (estarei de viagem!) mas vou tanto pedir a alguém para filmar!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Ah e tal que somos uma grande empresa

Mas coisas básicas como ter papel higienico na casa de banho é mentira.

Hoje de manhã só constava um rolo de papel de cozinha em cada individual.

Lá vou eu, a alta velocidade

Meses a ansiar por Junho e Junho chegou. Possivelmente um dos meses mais stressantes da minha vida, onde vi as minhas maiores olheiras de se...