domingo, 21 de fevereiro de 2010

My own stupid fairytale

Sou uma tontinha. É a isso que eu me resumo. Daquelas miuditas que acham que o príncipe encantado vem num cavalo (não necessariamente branco) salvar a donzela - ou seja, eu - da sua horrível situação, quer seja no cimo de uma torre, quer seja simplesmente da casa dos pais.
As minhas relações semi-amorosas (eu nunca tive nenhuma a sério, daí o semi) começam sempre como um conto de fadas. Quer seja num autocarro, numa mercearia ou num cinema (e não estou a inventar nada) acho sempre que é esse o rapaz que se intitula como a 'alma-gémea' do meu estúpido coração. E se não for por aí, também temos sempre outras situações típicas como eles odeiam-se e depois começam-se a amar ou eles já se tinham conhecido há algum tempo e nunca se tinham visto de verdade.
A minha vida dava um livro. Mas daqueles rascos. O fim? Isso até eu gostava de saber.

2 comentários:

Filipe Reis disse...

Principe so há o das bolachas : )
O resto é tudo ser humano .

Débora Orrico disse...

Não percebi a do Filipe, não conheço nenhum principe das bolachas, mas pronto x)

já te disse, quanto menos pensarmos nisso melhor.. e sabes, tenho alturas que sou altamente descrente nisso das alma-gémeas, mas hoje, hoje minha querida, hoje quero acreditar :) vamos acreditar sim? vamos ser ingénuas, porque sabes? os ingénuos são sempre felizes.

Ly my dear <3

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