quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O dia do reencontro


Aqui há uns meses sonhava com este dia, a todas as horas. Como seria, onde seria, o que levaria vestido. O que me dirias tu quando me visses. Mas nunca nada é quando queremos nem como queremos. E, assim, passados quase cinco meses voltámo-nos a ver. Não foi bom. Eu já não queria. Não havia uma única célula no meu corpo que ansiasse pela tua presença.

Mas desde há uns dias que tu insistias. Insistias que me querias ver. Insistias que tinhas saudades. E hoje, num acto de desespero meu, para me ver livre de ti, disse que sim. Combinámos em dez minutos. Dei graças de estar de traje. E a primeira coisa que te disse foi: xii, estás todo molhado de suor. E soube-me tão bem tê-lo dito.

Continuas giro, tal e qual como me lembrava. Mas, e agora percebo e vejo, não há nada de interessante em ti. Só tens um assunto: tu. Não sabes manter uma conversa. Os vinte minutos que passámos a tentar conversar foram puro desperdício. E, se tu, meu caro R., estás com algum tipo de interesse podes ir mandar o teu charme para outro lado.

Hoje, finalmente, isto acabou de vez.

1 comentário:

debbie clementine disse...

oh yeah, BRING IT ON BUU! :D

adorei \m/

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