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A mostrar mensagens de 2011

Preciso urgentemente de um curso intensivo

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de 'como não chorar compulsivamente ao ver os seus filmes preferidos'. É que para além de o meu orgulho em ser forte perante com quem esteja a ver o filme se ir todo embora, chega a ser doloroso vê-lo até ao fim, até porque chego a uma certa altura e já mal consigo abrir os olhos com tantas lágrimas. Saí mesmo um bocado sensível em certas coisas.

por exemplo, bastam-me trinta segundos disto, e já toda eu sou um mar:

Cena de Up da Disney-Pixar

é que são mesmo fofinhos e comoventes, o raio dos bonecos.

Parece que é hoje...

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Feliz Natal! 

(apesar de tudo, nunca me vou recompor do facto da Coca-Cola não ter tido anúncio de Natal este ano.)

13.

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mais um, o mais difícil de todos, e cá continuamos, juntinhos, porque já não sabemos ser de outra maneira.


E por falar em Janeiro, podemos também falar na alegria que estes últimos meses foram, rica maneira de acabar o ano. Pior semestre de sempre, semestre do inferno é o que vos digo. Lá para Fevereiro passam-me os bocejar constantes, as olheiras enormes, o facto de ter coisas bonitas como duas apresentações e uma frequência no mesmo dia, e mais coisas assim engraçadas que aconteceram desde Setembro. Foi mau, muito mau. Lá para Fevereiro o sorriso volta, pelo menos gosto de acreditar que sim.
Pois que acabei de dar uma olhada mais séria ao meu calendário de exames e tive um belo baque. Janeiro vai ser uma boa maneira de começar o ano, oh se vai.

Então que é assim

dentro de minha casa está tanto frio que eu torro pão, ponho manteiga e ela derrete. Passados trinta segundos já voltou a solidificar.
'Just hold me tight and tell me you missed me'

Dream a Little Dream of Me - Mama Cass
Pois então que dou este dia por terminado e vou para a minha cama dedicar-me aos meus meninos que já não lhes dou atenção há muito: ao Dexter para começar bem a noite, mas não pode ser o último que me deixa com pesadelos, e ao Chuck que é um fofo e que nunca me deixa mal.

Well,

não foi nada de mais, mas convenhamos:
- os primeiros 30 minutos foram dedicados ao instrutor falar e falar e falar;
- durante a condução o senhor pôs a mão no volante aí umas 389 vezes e nos pedais então aí umas 4795925925 vezes mais;
- a maior vitória pessoal do dia foi conseguir acertar sempre nos piscas;
- não faço ideia de como decorar a manete das mudanças.

e como eu sou muito esperta tenho a próxima aula na sexta às 17h, que é em hora de ponta em Coimbra e já é de noite - great!.

A 2h da minha primeira aula de condução,

o pânico instala-se. Medo, muito medo.

Eu sabia

Que esta história de tanto escolher cadeiras opcionais para este ano ia dar mau resultado. Então não é que a jurava ser fofinha e fácil e ohh, que coisinha tão leve virou um monstro que pede quatro trabalhos cada um pior que o outro mais duas frequências? tudo isto em apenas três meses. Eu soube logo, naquele primeiro dia de aulas em que o professor não se calou durante duas horas e meia, que me ia arrepender. E pimba, já está, agora estou aqui aflitinha que não sei que voltas hei-de dar para me safar.
Estou cansada, chateada, triste, aborrecida, irritada e tudo o mais. Quero ficar num cantinho sossegadinha sem ninguém me chatear. E de preferência até ao fim do próximo ano.

Um.

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De repente a contagem parou e todos os meses uniram-se muito e foram para dentro de uma caixa que eu escrevi com um número 1. Passou 1 ano. 1 ano. Custa-me pensar que já passou tanto tempo, foi tão rápido. Parece-me estranho, muito estranho. Não consigo sequer imaginar como teria sido este ano sem ti. Tornou-se tão habitual pensar em ti de manhã à noite, antes de dormir, logo quando acordo. Habituei-me - e é uma sensação tão boa - ao facto do meu pequeno coração palpitante estar sempre aconchegado e quentinho aí junto do teu. E o nosso amor foi crescendo, cada vez mais e mais, e aqui estamos nós. Mais felizes que nunca prontos a continuar a contagem.


Aff

Estou tão cansada que só me apetece chorar. Tenho tanto, mas tanto para fazer, é demais para uma pessoa só. Dá vontade de gritar 'ei! eu ainda sou pequenina, não mereço ser tão sobrecarregada! não vês que isso é muito peso para mim?' mas ninguém me ouve. Tenho trabalhos/frequências/fichas/relatórios/e a porcaria do exame de código para a semana. Não sei para onde me vire. Apetece-me baixar os braços, ir dar uma volta e lixar-me para isto tudo. Estou muito cansada e apetecia-me de vez em quando, só de vez em quando, poder ter tempo para me divertir.

Não levem a Leopoldina!

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Depois de terem feito uma barbaridade como passar de uma Leopoldina fofinha e com asas!,



para um bicho feio como este



tenho o feeling que este ano a Leopoldina emigrou para nunca mais voltar. É que acabei de ver o novo anúncio da Popota e de repente algo fez clique: o Continente e o Modelo agora são o mesmo. E a Popota já fala em Continente e tudo. Quer isto dizer que a mítica Leopoldina e o 'Bem-vindos ao mundo encantado dos brinquedos, onde há reis, princesas, dragões!' se foram embora para nunca mais voltar? Se isto acontecer sofro um desgosto e não volto a ser mesma.

Ontem foi assim (título da moda e tudo, upa upa!)

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E os nabos foram-se roendo até só sobrar a rama. E depois? Depois a rama atira-se de costas para o rio Mondego e pedem-se três desejos (eu cá só pedi um, e chega-me bem). 

até que chegou o dia.

Chegou o dia em que me fartei. Bolas, também não conheço aquela pessoa assim há tanto tempo para andar triste por ela. Aliás, tenho bem a certeza que se outras pessoas nos vissem juntas diriam 'a sério? tu és amiga dela?'. Afinal de contas não era. Mesmo que eu tivesse achado que sim. É incrível como as pessoas se descartam assim umas às outras. E hoje fartei-me de estar no caixote do lixo e saí, não para ir ter com ela, mas com quem ainda me quer por perto.



Até porque hoje é o cortejo da Latada e, digo-vos, tenho cá em casa um nabo que até ao fim do dia vai ser todo comido. E mostro fotos depois, pois claro!

let the sunshine in.

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e aí estamos nós de novo, como só nós sabemos ser, com risos parvos e situações mais ridículas que só acontecem contigo. o sol voltou e este calor sabe-me tão bem.



damn it, gosto tanto de ti que parece mentira.

é amanhã!

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e disto é o que vai ser feita a minha noite de amanhã. pois que é mais um dia de Latada e estes meninos vão lá estar. e quem não vai faltar e vai lá estar do início (aos berros, como sempre) sei eu bem quem é.

e não,

não gosto nada desta chuva, detesto-a tanto que só me apetece chamar-lhe nomes. detesto o tempo húmido, a sensação de carregar o guarda-chuva e ficar molhada na mesma, detesto olhar para o céu e estar cinzento, detesto como o meu cabelo fica, detesto não saber o que vestir, detesto andar sempre abraçada a mim própria para me tentar aquecer. detesto isso tudo, tudo tudo.
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e às vezes ficamos assim, o mau humor assola-nos, e, de repente, tudo o que me parecia feliz, cheio de raios de sol, e sorrisos do dia à noite perde-se algures. a dor aqui dentro instala-se e eu fico à espera que nós voltemos a ser o melhor que sabemos ser, sem desconfianças nem ressentimentos, porque eu sei que voltamos sempre. e a espera custa, muito. mas sei sempre que vale a pena.


Ai o mundo era para acabar ontem à tarde?

Nem soube de nada. Pelos vistos também não havia nada para saber.

11.

sempre achei que os 11 meses de algo eram um bocado postos de parte, sem importância. chegam os 11 meses e o primeiro pensamento que nos chega à cabeça é 'já falta um mês para fazer um ano!'. os 11 são invisíveis, ninguém lhes liga. mas eu, eu quero saber deles. porque 11 são mais importantes do que 10 ou 9 ou 8. os 11 são fofos. e já são nossos. ♥

Epá

não gosto nada mas nada daquela Fanny. Não suporto mesmo, pronto.

há qualquer coisa em ser-se do terceiro ano da faculdade

que não me deixa tempo para vir aqui dizer nada, nem bacoradas sequer. ou é chegar a casa às 21h da noite absolutamente estafada que só quero jantar-chichi-cama, ou então são as tardes livres passadas a fazer trabalhos/estudar para frequências/estar em filas de fotocopiadoras como a do Jumbo durante uma hora. não dá. não sei para onde foi o meu tempo todo, de repente parece que o meu dia está predefinido e não dá para sair da rotina. por isso, cheira-me, lá para as férias do Natal eu volto cá e volto a ser uma blogger que até posta frequentemente.

ah, e aquele header em rosa já é uma coisa que me dá vómitos, qualquer dia deixo só o desenho e pronto.

filme mais fofinho

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depois de um bom tempo

aqui está, novo design do blog com um header mais fofinho que sei lá, com desenho da autoria do meu homem. Fica até me cansar, que este rosa é coisa para me fartar num instante.

O meu quintal é um zoo

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O meu quintal tem qualquer coisa de mágico. É um terreno grandito atrás da minha casa, com árvores, o sítio onde o meu cão vivia e tem ainda um baloiço que foi prenda de anos de quando fiz sete anos. Mas ultimamente tornou-se ainda mais especial. No verão dois gatos resolveram fazer dele a sua casa. Os meus pais foram-lhe dando comida até que eles, passado aí um mês, desapareceram sem deixar rasto. Aqui há cerca de algumas semanas foi a vez de dois coelhos. Fofinhos que só eles, passeavam aos saltinhos e comiam a ervinha que nem desenhos animados. Passado algum tempo desapareceram também. O cão da vizinha de vez em quando também resolve visitar-nos, aos pulos e a morrer de fome porque a senhora raramente lá pára para lhe dar comida.

Mas a mais recente aquisição foi a desta manhã. Ponham os olhos nesta delícia:
Depois disto estou curiosa para ver o que se segue. Talvez um esquilo, ou quiçá um urso ou um leão.

amanhã

começa o novo ano de praxe. amanhã vou ter mais 90 novas pessoas no meu curso. eu que ainda nem me habituei aos caloiros do ano passado acho que vai ser bonito para decorar as caras destes.

2 mãos cheias de felicidade

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com 10 meses assim, não é dificíl ♥

Terrinha in Casa dos Segredos

Acabei de ter o ponto alto do meu dia: então não é que a Teresa, chata, com a mania que é gira mas não é, bimba até mais não, que andou comigo no Secundário (um ano à minha frente) é agora a Teresa, com a mesma mania que é gira, que acabou de entrar na Casa dos Segredos? Toda a terrinha está em choque.
Nunca fui passar férias ao Algarve. Nunca passei uma semana inteira lá, naquele vai-vem entre a casa e a praia e pouco mais. Nunca fui a um parque aquático daqueles enormes, nunca experimentei a água quente do sul. Nunca passei seis ou sete horas dentro do carro para lá chegar. Nunca vi onde a Maddie foi raptada, nunca vi ajuntamentos de ingleses com cor de camarão a toda a hora, nunca fiquei num condomínio privado com piscina e tudo. Nunca joguei ao ‘eu sou mesmo portuguesa, e portuguesa que se preze vai uma semana para o Algarve passar férias’. Mas também nunca me importei e resignei-me. Afinal, há mais sítios para onde ir. Mas este ano…este ano queria mesmo ter ido. Só porque tu foste. Foste fazer isto tudo e ter as férias que merecias e eu fiquei aqui. E já estou cheia de saudades tuas.

2 anos de blog

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hoje este blog faz dois anos. faz hoje dois anos que soube que tinha sido colocada em primeira opção e que era caloira. assim surgiu este blog. e manteve-se. cá está, com o dobro dos seguidores do ano passado. e cá estamos, durante quanto tempo? não sei, durante o que me apetecer.

E depois?

Falta exactamente uma semana para começarem as aulas (sim, o meu departamento resolveu dar-nos mais sete dias de descanso) e só me vem uma palavra à cabeça: estranho. É estranho ir para o terceiro ano, é estranho este ser o último da licenciatura. Daqui a dez meses já sou licenciada! E depois? É que parece que ainda agora me livrei da pergunta 'para que curso te vais candidatar à universidade?' e já tenho outra à perna: 'então? que mestrado é agora?' A resposta? Não sei, não faço a miníma ideia. Estou como no 12º, sabia o que não queria. Não queria ir para Medicina, não queria ir para Enfermagem, não queria Direito, não queria Engenharias nem Gestão, nem Economia. Mas de resto...tudo era opção. É tal e qual como agora. Estou um bocadinho à nora. Impressionante como em dois anos a minha personalidade continua na mesma. Arg, já estava na altura de ser um bocadinho mais decidida.

livro vs filme

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já devias ter aprendido Buu Maria que quando se lê um livro e se gostou muito não se vai ver a adaptação do filme ao cinema. porque o filme vai ser mau e tu vais sofrer (mais) uma desilusão enorme.
este não foi excepção:
é que depois ficas com a sensação de que falta lá a história toda e que te passaram a perna e adaptaram outro livro que por sua vez deve ser bastante rasco.
o problema, ao fim e ao cabo, é tu seres tão estupidamente viciante. pensando bem, se calhar, isso não é grande problema.

opcionais - o fim da história.

então que me decidi por: esta deve ser fofinha + esta parece terrível mas deve ser interessante e por esta foi ao calhas, seja o que Deus quiser + esta vai ser espectacular e vai sair daqui um notão
parece-me que no fim de contas até fiz as melhores opções.

é este ano

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ontem dei uma volta pelas lojas e é assim que sei, eu não sou nada fashion. a sério, prateado e dourado não é para mim. muito menos tudo o que é a imitar cabedal preto. por isso até fiquei contente. como vou poupar bastante estes meses, é este inverno que finalmente compro umas destas, que andam doidinhas para irem comigo para casa há uns meses (anos?) valentes.

o melhor bicho de sempre

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é e sempre será o monstro das bolachas. agora adivinhem lá quem é que me enviou esta imagem? A Julie d'Aiglemont, pois claro!

10 dias

10 dias são estupidamente poucos dias. Até ao meu sobrinho de quatro anos que sabe contar até cem lhe parece pouco. 10 dias é o tempo que falta até a azáfama recomeçar, isto é, até as aulas começarem. Tive umas férias chochas este ano. A começar pela porcaria do tempo, passei mais tempo em casa do que nos últimos 19 anos juntos. Passei muito tempo a olhar para o ar, a contar as teias de aranha, a alisar os lençóis enrugados com a ponta do dedo, a passear pela casa sem saber bem o que fazer, a ouvir Adele. Chorei um bom bocado - oh, pobre de mim que sou tão solitária. Enfim, às vezes nem eu própria me suporto. Esperei ansiosamente que a minha melhor amiga regressasse para a ver partir logo de seguida. Tive o melhor dia de anos de sempre, por isso nem tudo foi mau. Faltam dez dias, e eu nem quero acreditar, porque quando dia 5 chegar, eu vou ficar a dormir na cama a fingir que não é nada comigo.

as bactérias atacam

e o meu olho esquerdo já chora por tudo e por nada - ao menos o direito é valente -, dói-me o meu corpinho todo e a cabeça e do meu nariz escorre uma coisa muito bonita chamada expectoração. gosto tanto de ficar constipada no verão, quase tanto como passar uma tarde inteira a ver o programa da Conceição Lino.
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é verdade sim, ultimamente parar aqui é a última coisa que faço e quando o faço é para escrever uma balela qualquer (lamento, desta vez não é diferente) mas a pergunta é: porque é que tenho andado tão ausente?
porque tenho andado a matar pessoas. ou melhor, tenho andado a ver o Dexter a matar pessoas. é que gosto muito dele, aliás, não há como não gostar.

Aqui estou eu, de volta. Eu sei, se quisesse ser uma fashion blogger punha aqui umas fotos lindas com água azul-esverdeada, numa praia de areia branca, com a minha mão com as unhas perfeitamente pintadas de verde/azul (para condizer com a água, claro está) a segurar uma água de côco. Mas não, na Figueira não há nada disso, só areal completamente descoordenado, que não sabe bem onde fazer montes e onde ser liso, e a água é relativamente fria com ondas até grandinhas em que quase me afoguei - mas isso fica para outra história.
De volta, com quatro opcionais para escolher em quinze dias, que ainda não me esqueci dessa história, que, por sinal, nunca mais acaba.

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chegámos aos nove com uma facilidade incrível. nove meses contigo, bolas, o tempo passa rápido.
então que aí vou eu, que nem portuguesa de ginja, para essa bela localidade conhecida pelo único facto de ter praia (e um casino vá) intitulada Figueira da Foz. vou e entretanto finjo que não tenho opcionais nenhumas para escolher, que se fingir o suficiente pode ser que esta dor de cabeça passe.
Hasta!

às vezes preferia que me dessem tudo e depois eu podia-me queixar à vontade que nunca posso escolher nada

o meu curso dá-nos a oportunidade, este ano, de escolher duas opcionais em cada semestre. ohhh, tão fofinho! - dizem vocês. pois era se eu não fosse a ler a lista e as minhas reacções não fossem as seguintes:
- esta nem pensar; - esta também não; - esta nem se percebe o que é; - esta não; - esta tem um nome feio; - esta dizem que é muito complicada de fazer; - esta dizem que o professor é muito lixado; - esta deve ser uma seca total.
e não há mais opções. tenho de escolher quatro ao todo. quatro! e as matrículas começam hoje.

numa palavra:

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péssimo.

19!

hoje tenho direito a um post absolutamente egoísta e inútil só porque faço anos. e digo-vos, foi o melhor aniversário de sempre, oh yeah!

da sorte

E assim, com um dia perfeito como o de ontem, percebi: eu não tenho azar. Ontem percebi porque é que tudo me acontece, porque é que tropeço em todo o lado, porque é que caio de escadas rolantes, porque é que cães me roubam as sapatilhas, porque é que me levanto cedo de manhã e chego ao sítio passado quase duas horas e descubro que está fechado, porque é que o meu instrutor do código é tão mau que fala sobre pneus durante uma hora e meia seguida. É porque, inconscientemente, eu não gasto as minhas reservas de sorte em coisinhas insignificantes. Estoiro-as todas nas pessoas que me rodeiam. Não quero saber do resto se tiver comigo as melhores pessoas. E acreditem, eu tenho. Tenho as melhores pessoas que me fazem uma surpresa tão grande e tão bem pensada que hoje estou com dificuldade em acreditar que aconteceu mesmo. Mas estou excepcionalmente feliz. Porque afinal sou muito sortuda.

lá em baixo

os miúdos chegaram hoje de tarde e já se instalaram como se cá estivessem há semanas. já conhecem a casa de cor, o território é todo deles, a sala fica minada com brinquedos pelo chão, a cozinha com o esparguete do jantar. para além de tudo isto, há birras constantes. acabo de ouvir o mais novo gritar à irmã mais velha:- e tu és uma farinha para fazer bolos! tenho os melhores sobrinhos do mundo, tenho dito.

impressionante

como foram precisos 18 anos da minha vida para conseguir perceber que afinal a expressão 'pardaizóninho' afinal quer dizer 'pardais ao ninho'. não, nunca tinha percebido. sim, pensava mesmo que era aquela palavra toda junta.

agosto agosto agosto

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Chega agosto e chega a minha melhor amiga com ele (que deve estar algures entre a Suécia e cá e só chega às 23:00, aff). Agosto sê um mês decente. Julho lá tentou ser, mas coitado, não teve grande opções e digo-te já, não foi grande coisa, foi mesmo assim a apostar para o fraquinho. Por isso, eu sei que tu, agosto, nunca me desiludes e como tal sê bom para mim - eu estou a precisar, vá lá!
consciência: 02:06 e tu acordada Buu Maria?eu: não tenho a mínima ponta de sono, já estou farta de dar voltas na cama. não consigo...consciência: pois, se calhar se não tivesses dormido de tarde não tinhas dificuldade em adormecer agora! eu: mas dormi de tarde porque os meus pais me acordaram às 8:30 e não consegui dormir mais! consciência: não quero saber, isso são desculpas. vai masé deitar-te que isto nunca é teu. tu és sempre a tipa que às 23:30 já está mais a dormir que acordada e que quando vai sair à noite chega à 01:00 e já está a piscar os olhos e a procurar por palitos para os segurar. eu: qual é a parte de eu não consigo dormir que não percebes? consciência: não consegues? eu: não... consciência: ah, percebi agora. eu: pensei que fosses um pouco mais útil.

The Tree of Life

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Sim, claro, também tive de ir ver este. Primeiro comentário já de rajada: até parece. Ui, que aquilo é uma coisa do outro mundo, ui que é uma seca, ui que são só imagens da natureza, ui que não tem história, ui que tive de sair ao intervalo que já não aguentava mais, ui ui ui. Se por um lado tinha as expectativas muito altas porque a crítica adorou (e tal foi que ganhou a Palma de Ouro em Cannes) por outro lado vi tanto comentário a dizer mal que até tinha um certo medo. Por isso, até parece que era assim tão mau. Não era e não foi.
Não será com certeza dos meus filmes preferidos e na minha modesta opinião o filme alonga-se demais (os joelhos chegaram-me a doer um bom bocado lá para o fim do filme) tanto na parte final, como sim, nas partes ilustrativas da Natureza. Mas isso só acontece nos primeiros dez minutos, nem volta a acontecer. Não percebi de onde veio todo o exagero. É um filme simples. Não tem um grande enredo mas tem uma boa história e juntando isso aos bons actores, à boa …
'Não gosto de pessoas que se levam demasiado a sério e não se conseguem rir delas próprias. Dão-me seca.' - diz a minha sis. E eu não podia concordar mais.

descobri um mundo muito mais giro que este

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Chama-se World of Goo e estou completamente viciada.
Se há coisa que gosto no meu curso (sim, eu vou mesmo falar bem do meu curso) é o facto de ser um curso científico. Posso dizer que em dois anos, quer queira quer não, aprendi muito. Aprendi com os melhores professores que já são quase do tempo dos dinossauros mas que são reconhecidos, e que podem já ser da velha guarda, mas que estão sempre em constante actualização. Se há coisa que gosto no meu curso é ver reportagens sobre ciência e conseguir perceber cada pormenor, conseguir até perceber aquilo que não é dito e é explicado de maneira mais simples para o público em geral. Se há coisa que gosto é saber como se passam as coisas cá dentro de nós, de como as nossas pequenas células trabalham e do que elas precisam. Gosto disso. Deu-me pensamento crítico sobre muita coisa que se diz e que se lê por aí. Porque eu sei, de fonte segura, que mais de metade das coisas não são verdade.

às vezes gostava de ter esta lata

a miúda (vá, só tem menos dois anos que eu, mas não interessa é miúda) que anda atrás do meu homem pediu-me amizade no facebook aqui há uns três meses. dei graças a todos os meus santinhos por ter o meu perfil mais que privado e tumbas, deixei-a em águas de bacalhau e nunca a aceitei - era melhor.
pois que hoje tenho novo pedido dela. quer mesmo ser minha amiga, e eu, que sou tão má para ela, voltei a não aceitar, bolas.

conselho de amiga

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Não tenham a brilhante ideia de ver isto

à noite, antes de ir dormir e numa daquelas semanas especiais. Porque depois choram que nem Madalenas arrependidas durante quase duas horas - duas horas de puro sofrimento - gastam o papel higiénico quase todo (e depois é bonito de se ver) e no dia a seguir têm como presente mais umas bolhinhas no herpes que estava quase quase a passar.

falta uma semana!

A minha melhor amiga foi para um país longínquo durante um ano. No início não acreditei. Não parecia real o facto de não a ter ali sempre. As saudades apertaram muito durante aqueles meses que se prolongaram até ao Natal. Vimo-nos umas três vezes, e acreditem, não serviu de nada. As saudades não morreram, não fingiram que se esconderam sequer, nada. E depois voltou a fugir, como aquele gato vadio que não é de ninguém mas que de quando em vez lá está ele à minha porta a pedir mimo e comida. Desta vez demorou sete - sete longos meses - a voltar. Desta vez o sentimento foi diferente. Houve vezes em que não acreditei que a minha melhor amiga existisse mesmo. A minha vida seguiu em frente, e aprendi a não fazer planos que a envolvessem, aprendi a não pensar que ela estaria ali para me apoiar quando eu caísse. Aprendi a viver sem ela. Passei algumas semanas sem um único contacto. Só que há um tipo muito chato chamado coração que nunca se esqueceu. Fartou-se de chorar com a falta dela, e de …

todos os dias igual.

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há coisas que me ultrapassam

como o facto de o Blogger ter apagado a minha foto de perfil, que já tinha mais de dois anos e que mora no meu antigo computador já falecido e eu não ter uma única foto decente sozinha e utilizável para aqui pôr. enfim.

Ah, Amy Amy

rest in peace, girl.

oh santo

deus dos herpes, que mal te fiz eu para merecer um de dois em dois meses?

e tudo acabou mesmo.

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(contém spoilers, sim?)
Eu, Buu Maria, aqui me assumo: sou um bocadinhogeek de HP. Li os livros todos mais que uma vez cada um, por isso sei contar a história bastante bem a quem ma pergunte. Sei explicar o que raio aconteceu ao Harry quando era bebé, sei de cor e salteado quais são os Talismãs da Morte, e quais eram os Horcruxes, tenho o livro Os Contos de Bedlee, o Bardo, e até sei o nome de bastantes feitiços de cor. (Ontem, por exemplo, fartei-me de pensar mentalmente porque raio é que eles não gritaram Aguamenti na cena em que a Sala das Necessidades arde.) Por isso, e por ser assim mesmo, é que sempre, em cada filme, tenho sempre a mesma sensação: a de falta alguma coisa. Desta vez, lamento, não foi diferente. Fartei-me de pensar ‘isto não era assim’, ‘isto acontecia mesmo?’ e ‘raios, não era assim que oRon e a Hermione se beijavam!’. Também, admito, é difícil o efeito surpresa quando já se sabe o fim. O filme acaba por valer mais por si mesmo do que por uma adaptação – ainda que…

tudo acaba.

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hoje vou ver o último filme de HP, e digo-vos já: as expectativas são muito altas. para quem leu todos os livros (mais que uma vez cada um) e tem como seu preferido precisamente este último, é bom que faça jus, e que faça valer a pena.
ps: da última vez que fui ver HP caí numas escadas rolantes, desta vez estou à espera de partir um braço, quiçá uma perna.

oito.

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it's been eight months since you picked me.

e sai daqui uma qualquer dança de celebração

Então e não é que o raio da oral me correu bem? Vá, não correu muito bem, ainda me espalhei ao comprido nalgumas. Mas hoje, ao chegar ao inforestudante (coisas da universidade de Coimbra) lá estava ele: um 12! Um 12 ao cadeirão! Um 12 feito por oral! Estou estupidamente feliz, ainda não sei se acredito ou não.

história de encantar

Era uma vez uma Buu que chumbou ao cadeirão do curso. Era uma vez uma Buu que não se importou demasiado com isso e entrou em férias toda contente. Era uma vez uma Buu que recebeu uma notificação no seu email em como, se quiser, pode ter um exame oral (hoje, às 15h) extraordinário só para os alunos que tiveram 8. Era uma vez uma Buu que só estudou no fim-de-semana e foi quase nada.
Era uma vez uma Buu lixada. Essa Buu foi ao exame, disse 'não sei' a todas as perguntas e passou a maior humilhação da sua vida.
Se ontem viram uma miúda a dar uma queda nas escadas de acesso ao metro do Chiado, com uma mala na mão e um gelado na outra, guess what? era eu.
no alto da minha presunção acho sempre no final de cada ano-lectivo que estou muito diferente do ano passado, oh pra mim que cresci tanto. tanta coisa que aconteceu e estou cada vez mais uma mulherzinha. depois ponho-me a ler os posts do ano passado e a concordar com cada um e concluo logo que se calhar não mudei assim tanto.

lisboa.

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Tenho para mim que estas estão a ser as férias mais bof (não tem tradução, mas com o hábito hão-de chegar ao significado) de sempre. O tempo que tem estado não é de Julho com certeza, e o tempo que as pessoas que me poderiam fazer companhia não é de férias também. Não me estou a queixar, simplesmente aqueles de quem gosto têm mais que fazer/mais que namorar/mais que trabalhar do que estar comigo. Isso cansa. Estar em casa todos os dias cansa. Estar todos os dias sozinha cansa. Por isso… vou emigrar. Calma, vou emigrar para Lisboa e durante quatro dias. Achavam que podia passar sem a terrinha? Claro que não! (cof, cof, cof) Para quem é de lá, talvez me veja por aqui algum dia, a tentar acabar o Anna Karénina, começado no verão passado, precisamente neste sítio.


au revoir!
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(só para que saibam, eu sou uma rapariga cheia de sorte ♥)
e nos dias em que era suposto vires e afinal não vens, enrosco-me na cama e algures entre as minhas lágrimas patetas adormeço. é um bom truque. faz com o tempo passe mais depressa. porque nesses dias, se não estou contigo também não quero estar com mais ninguém.No One’s Gonna Love You - Band of Horses

das hormonas.

as hormonas são um tipo de sinais que se podem ligar a receptores especifícos nas membranas das células. ao ligarem-se fazem com que toda a célula desencadeie uma resposta - a chamada transducção. às vezes a resposta é uma cascata de cinases, como aquela da MAPcinase. bem, agora que já dei a parecer que sou muito inteligente e que percebo muito de hormonas, e que até nem chumbei à cadeira que falava mais disto o semestre passado, vou passar ao que interessa.
deixam-me completamente de rastos. fico sensível sensível, por um fio. tudo o que disserem vai ser mal interpretado levando a um choro compulsivo e à sensação de 'porque é que ninguém me compreende'. fico uma tipa toda propícia a discussões, por coisinhas. fico mesquinha. fico chata. é mesmo isso. fico uma chata do pior. ninguém me atura. queixo-me que não saio de casa mas ainda há cerca de meia-hora me ligaram a perguntar se queria sair e disse logo que não me apetecia. fico muito parvinha também. arranjo problemas onde e…
what are you waiting for? take a bite of my heart tonight!

mood: papo para o ar!

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estou de férias. tipo oficialmente de férias estão a ver? estou de férias até à primeira de setembro e não quero saber de aulas nem de exames nem de nada, eu-estou-de-férias! acho que ainda não me apercebi bem que não há mais fotocópias, nem sebentas nem apontamentos para ler até à exaustão. agora só quero piscina, e praia, e Lisboa, e muitos muitos filmes que tenho em atraso, já para não falar de séries.
aaaa, estou de férias!

como fazer a vossa buu a pessoa mais feliz de sempre

arranjando-lhe um bilhete (algures, os oficiais já esgotaram) para estes meninos:


um mês.

é sempre estranho quando se vê alguém partir. principalmente da primeira vez. sabemos sempre -embora não queiramos admitir - que se já partiu uma vez vai partir muitas, muitas mais. podemos fechar os olhos mas sabemo-lo sempre. uma pessoa que parte a primeira, vai com toda a certeza conseguir ir embora e deixar tudo para trás sempre que quiser. acontece com os militares que deixam a sua família e vão para a guerra, acontece cada vez que um casal de namorados começa e acaba.acontece quando a vossa melhor amiga vai para um país longínquo durante um ano.sabemos nós - os que cá ficámos e chorámos não só naquele dia, mas em todos os outros dias em que sentimos a falta dela - que nunca a mais a vamos ter muito tempo. e chorámos tanto por isso mesmo: porque o sabemos.ficar é diferente de ir. ficar é sermos deixados para trás. ir é seguir em frente. ficar é doloroso. mesmo que ir também o seja, até porque na maioria das situações implica uma maior solidão, se formos conseguimos sarar as ferid…

eu também tenho um shinystat! #1

Resolvi ir no rebanho e arranjei um destes para o meu blog. A verdade é que os meus visitantes vêm cá parar por motivos no mínimo estranhos. Bem, e sem mais demoras:
bicho que irrita - epá... realmente sou um bocadinho irritante, mas não precisavas de ofender dessa maneira... e agora que acabou- humm...pergunta difiícil. agora que acabou choras um bom bocado, e esperas que passe, esperas, esperas, esperas, quando deres por ti já passou.
es uma tonta- e voltámos aos insultos!
excesso de frio - ná,por aqui só excesso de calor.não dá pra fingir que ta tudo bem aqui - pois, e agora que acabou não dá pra fingir que ta tudo bem aí né? percebo. E foi o que tivemos este mês. Para o próximo há mais!

a porcaria dos 12.

tenho uma queda para tirar doze a tudo. este semestre então está a ser um desespero.
primeiro exame: 'correu óptimo, vou tirar pelo menos 15' - ná, tirei 12. segundo exame: 'correu horrivelmente mal, vou chumbar de certeza, já vou ter de ir a recurso' - ná, tirei 12. terceiro exame: 'até correu bem, acho que deve dar para o 14' - guess what? tive 12.
argh, argh, argh.

agora a sério, mandem-me ir estudar.

Vá lá, mandem-me! Tenho duas melhorias para a semana, e ainda um exame ao qual tenho de passar - que é só o cadeirão do curso, coisa pouca. Mas e vontade? Essa morreu, perdeu-se, não sei. Mas o pior é que não estou preocupada.
Vá, mandem-me ir decorar a via das pentoses, e as enzimas, e a beta-oxidação dos ácidos gordos, e as reacções anapleróticas mais o ciclo do glioxilato e o diabo a sete. Mandem-me ir saber todos os constituintes do xilema e do floema, e os elementos essenciais, e as hormonas vegetais, auxinas, giberelinas e as citocinas. E se ainda tiverem vontade que eu frite mais uns tantos neurónios mandem-me ir estudar electroforeses e géis de poliacrilamida, estudos de imunocitoquímica, diluições, PCRs, primers e afins.
A sério, mandem-me que eu preciso.

tgif!

são só mais duas semanas, são só mais duas semanas, são só mais duas semanas, são só mais duas semanas.

Post fútilzinho

Quando estamos na época de exames - constituída por 5 semanas, 3 das quais já lá vão - só há uma coisa prioritária: estudar. Estudar estudar estudar. Tudo o resto cai no desleixo, porque estamos a estudar. Ou pelo menos é essa a desculpa que gostamos de dar.
Ora vejamos: O café que andava a tentar eliminar na rotina pós-almoço transformou-se em café obrigatório, e muitas vezes também está presente a meio da tarde; De manhã - lá está, para não sucumbir ao raio do café - a opção 'chocolate' da máquina tornou-se a minha principal eleita. As corridas foram (temporariamente!) à vida. Ainda só corri uma única vez desde o início dos exames e nem essa corrida foi de jeito. Está bem que agora não podia correr ao pé-coxinho mas já comprei umas tilhas novas e ainda estão à minha espera na caixa. Toda uma tentativa de comer saudavelmente está posta de parte, porque ultimamente panados nas cantinas, McDonalds e até cachorros têm sido os meus melhores amigos.
E tudo isto somado já tenho mai…

Acho que vocês ainda não perceberam bem como eu sou desastrada...

ontem tropecei numa perna de um senhor que estava numa cadeira de rodas. Shame on me.

mais um, e hoje são 7 ♥

é complicado.

É mas é uma treta. Quando uma relação é complicada é porque pelo menos uma das duas pessoas não gosta assim tanto da outra. Sejamos sinceros. É disso que se trata. Quando as duas pessoas gostam, a sério, mesmo mesmo, o que querem mais é ficarem juntas sem mais ninguém a chatear. Quando as duas pessoas se gostam não têm espaço para terceiras ou quartas ou quintas pessoas. Quando se gosta de alguém a sério queremos aquela pessoa só para nós. E isso não dá aso a complicações. É até bastante simples.

podes vir agora, já, tirar-me cá de casa, a lua hoje não vê nada.

do agradar.

temos o agradar aos amigos, agradar aos pais, agradar aos irmãos, agradar ao namorado e depois onde sobra espaço para agradar a mim própria?

Coisas estúpidas que só acontecem a quem? A mim, pois claro #2

O azar acompanha-me, vocês sabem. Da outra vez,caí de umas escadas rolantes. Desta vez aliei a burrice e aconteceu o que se segue.
O meu pai tem um terreno cheio de morangos estupidamente deliciosos. No entanto, para regar aquilo tudo é impossível fazê-lo sozinho e eu, como tão boa filha que sou (cof, cof, cof) vou sempre com ele. Para tal coisa uso umas botinhas da Quechua que 95% das miúdas da minha idade têm umas iguais. É certo que água + terra = lama. As belas das botas ficam sempre um bocadinho nojentas. A minha mãe que só pôs os pés no terreno uma ou duas vezes na vida dela não me deixa entrar com as botinhas porquinhas em casa. Como tal ficam à porta à espera da próxima rega.
Mas onde é que tu queres chegar Buu?
Já lá vamos. Foi assim o ano passado. Estava a ser assim este ano.
Há cerca de quinze dias quando fui para me calçar só encontrei a bota esquerda. Procurei por ali à volta, mas a bota tinha desaparecido. Perguntei ao meu pai: nada. Perguntei à minha mãe: nada. A bota não…

nem mais.

'Sei sempre que alguém me está a mentir ou, vá lá, a faltar involuntariamente à verdade, quando me diz que vive um Amor equilibrado. Ou então é de mim, que nunca me equilibrei decentemente em nenhum dos Amores que vivi. Estou sempre a cair. Na melhor das hipóteses sinto-me um equilibrista bêbado a andar no arame a dez metros de altura.
Um amigo disse-me isso hoje durante um uísque on the rocks, que vive um Amor equilibrado porque gosta tanto dela como ela dele. E eu ri-me. Se ele acha isso é porque já não a Ama. Se a Amasse ia sempre achar que gostava mais dela do que ela dele. É inevitável. Não lho disse assim, talvez por falta de coragem, mas ri-me. E ele perguntou-me abruptamente "o que é que foi?". Foi isso mesmo. Ele não está apaixonado. Não pode.
Apaixonado estou eu. O que não estou é equilibrado. A última vez que me equilibrei foi porque estava triste ou, pior do que isso, nem triste estava. Não estava nada. Nada de nada. Nem sequer embebecido. Depois apaixonei-me e…

Deve ser de ser S.António

Hoje, cá em casa, pela primeiríssima vez a minha mãe quer ver a SIC em vez da TVI. Já esqueceu lá os da tribo - que eram absolutamente intragáveis - e agora só tem olhos para os gordos. É certo que eu por mim via o penúltimo episódio do Glee e era uma pessoa feliz mas não consigo reclamar disto, é demasiado bom.

exames.

voltamos sempre a isto, de três em três meses. Três já foram, faltam outros três. Os piores, claro porque o pior fica sempre para o fim. Para já não falar no recurso. Sim, porque eu não tipa para fazer tudo à primeira, isso queria eu. Portanto, até dia 8 de Julho estou em modo estudar-tanto-até-que-me-rebentem-os-miolos.
estou cansada, muito cansada. aborrecida e sem vontade de estudar para os exames. estou com vontade de ir ali para um cantinho sozinha sem ninguém me chatear. e também estou com vontade de ficar calada porque sei que se falar vem daí coisa má. isto passa-me. passa sempre.

E agora falando de coisas importantes,

lembram-se disto? Então tive de vir espalhar ao mundo que foi preciso chegar ao segundo semestre do segundo ano para ter um 18! Desculpem lá a presunção, mas teve de ser, estou assim mesmo estupidamente feliz (inserir todos os smiles sorridentes que se lembrem).

eu também fui votar!

Sou uma míuda com 18 anos, e a partir daqui abre-se um mundo de novidades. Hoje fui votar pela primeira vez. Esperava filas e filas de gente, gente sorridente quando dissessem o meu nome, felicitações pelo presidente da mesa de voto, papel brilhante com um cabeçalho bonito, caneta da Parker, e pelo menos uns confetis à saída.
Parece que afinal o mundo adulto não é assim tão emocionante.

eu sou uma pessoa que até percebe de política

O MEP é uma anedota. reclamou que não tinha tido debates televisivos nos canais generalistas tais como os cinco grandes. Vai daí que o tribunal lhe deu razão e agora todos os quatros canais (RTP1, RTP2, SIC e TVI) estão a transmitir (neste preciso momento, corram!) um debate deste partido com outro também mais pequeno ao mesmo tempo. Isso! Ao mesmo tempo. Ora, quem estiver a ver um debate não está a ver outro. Ridículo.

2º ano

Tenho sempre a sensação que sou ao contrário da regra geral. Ou pelo menos gosto de pensar que sim. Amanhã é o último dia do 2º ano da universidade. No primeiro dia do primeiro ano todos me disseram 'o melhor ano é o ano de caloiro'. O tanas. Este sim. Este foi o ano. Este foi o melhor ano de sempre e tinha roçado a perfeição se certas pessoas não tivessem emigrado. Foi o ano em que descobri que se calhar tinha feito uma boa escolha em vir para o curso que vim. Foi o ano em que conheci as melhores pessoas, que me vão marcar para sempre, em que fiz amizades que nunca pensei ter feito, e solidifiquei aquelas que tinham ficado em modo gelatina o ano passado. Este ano foi o ano em que ri mais, cantei mais, dancei mais, falei mais, estudei mais.
Este foi o ano.

Dos Globos de Ouro

A Bárbara Guimarães é irritante. O Felipe LaFéria não tem piada nenhuma.

Das coisas que me irritam (ou como eu estou uma menina grande e já escrevo títulos começados por 'das')

Entrar num blog e começar logo a dar música. A vontade é logo de pôr mute, ou então de clicar logo na cruzinha no canto superior direito.
Sou uma estranha na minha terra. Os meus pais não eram de cá, chegaram pouco antes do nascimento do meu irmão mais velho. Depois dele vieram mais três, inclusive eu. E nós quatro sempre o soubemos: não pertencemos aqui. O que é bom. Assim, não somos de lado nenhum. O meu irmão mais velho está a viver numa ilha. Se é de lá? Não. Mas também não era daqui. A minha irmã mais velha também fugiu daqui assim que pôde, assim como o meu irmão seguinte. É, deixaram comigo - com a miúda da irmã mais nova - a tarefa difícil de deixar os meus pais sozinhos numa casa enorme que um dia já foi cheia de gente. De tempos a tempos a casa volta a encher-se. Com apêndices e risos de crianças. A minha mãe de vez em quando também sai daqui. Talvez tenha chegado à mesma conclusão de nós. Que não somos de cá. Quando digo que não quero viver aqui, nem arranjar trabalho, muito menos constituir família, nem a vinte, nem trinta, nem cinquenta quilómetros de distância as pessoas não percebem. Nem os meus amigos, n…
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o que é que eu hei-de fazer? gosto de ti e pronto.

amanhã é o dia.

amanhã é o dia da frequência para 15 valores (!) disto aqui. E se eu quero ir limpar ossos com a professora que é só a melhor do país no verão tenho de tirar tão boa nota, mas tão boa nota que nem sei. Assim tipo 15 em 15 estão a ver? No mínimo 14 em 15. Rezem por mim rezem. Façam figas. É que isto é mesmo importante. Esta cadeira fofinha e queridinha é a única que pode fazer alguma coisa por mim neste terrível curso. Bolas, também tenho de ser boa nalguma coisa.

por hoje é só isto.

'É que ser cão é fodido. Os cães têm a mania de gostar das pessoas, os gatos têm a mania que as pessoas gostam deles. É por isso que o Amor circula como se fosse um cão, por ter a mania de gostar dos outros. Percorre os mesmos percursos das pessoas, de olhar cabisbaixo, à espera de uma festinha que lhe faça abanar a cauda. Quando isso não acontece mantém um olhar tão triste quanto o da Lua num dia de chuva. Grande mas sem brilho.'peloBagaço Amarelo.

O mundo acaba amanhã às 11h?

Fixe, ainda dá para dar uma corridinha matinal!

seis.

hoje somamos mais um, e chegámos aos seis meses. ♥

Eu tenho uma professora que é qualquer coisa

ou o que eu gostava de ser quando for grande. ou o que eu gostava de tirar alta nota na frequência de segunda-feira.

Então é assim,

resolvi ser uma maria vai com as outras e peguei no plano d' Pipoca Mais Doce e pus-me a correr. Só Deus sabe o quanto foi custoso. Era capaz de jurar que já perdi uns cinco quilos e estou aqui toda tonificada. Pois...não. Sábado de manhã há mais. Me-do.

AH!

e não é que afinal o texto retornou do além? Avé Blogger (cof, cof cof).

raios, Blogger estúpido

e tinha escrito um textinho tão bonito sobre o B Fachada e foi-se. humpf, estou chateada.

B Fachada

estive o concerto todo dos Diabo na Cruz (que fizeram a primeira parte do DF) a comentar com a Lu e com a Dri que 'aquele tipo da esquerda está completamente ganzado'. Acho que ganzado era dizer pouco. O tipo era mesmo alguém singular. Foi para palco com uns calções pequeninos que deviam ter sido cortados de umas calças de ganga dois minutos antes do concerto começar, e uma camisola grande dos anos 80 de cor rosa velho. A meio do concerto - o calor já devia estar a apertar - tirou a camisola e eis que surge uma camisola de pijama azul. De vez em quando lá fumava o seu cigarrito e bebia a sua cerveja. Tudo completamente normal. O estranho era que o tipo mesmo assim cantava bem e sabia bem quando é que tinha que fazer os coros.
No fim, quando o Jorge Cruz (pois o nome do vocalista) apresenta toda a gente é que me cai o queixo. Aquele é que é o B Fachada? É aquele? Pois não sabia.

e hoje,

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temos este senhor outra vez que nunca me cansa e quem vai lá estar (outra vez) à frente sei eu bem que é.(e agora vou arrumar o quarto e fingir que estou em casa porque me apeteceu e não porque não tive com quem sair, e acima de tudo fingir que está tudo bem com isso)

anyway

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hoje é o primeiro dia oficial da Queima das Fitas. E hoje sim, vai ser uma grande noite. Hasta!
não, a noite de ontem esteve bem longe de ser perfeita. e ouvir alguém que tenho em tão boa consideração dizê-lo tendo em conta as circunstâncias caiu mal. para mim, a noite não foi perfeita porque estive mais preocupada em cuidar de duas miúdas que desmaiaram, e principalmente estive mais importada com o bem-estar de uma delas quando a madrinha teve um ataque de pânico e desapareceu do mapa.
podia ter dito que o problema não era meu? podia. podia ter ficado lá a ouvir a serenata e que outras pessoas quaisquer tratassem da crise instalada? podia. mas simplesmente não teria sido eu, muito menos tinha ficado bem com a minha consciência.

piscamos os olhos e, de repente, já passou um ano.

Sei perfeitamente como me sentia há exactamente um ano. Contava os dias para sair daqui. Sabia quantas semanas faltavam até à semana das férias da Páscoa, e depois quantas até à Queima, e finalmente quantas até aos exames que me levariam até às férias. Caminhava de cabeça baixa entre as aulas de física que sempre me deram mais sono que quaisquer outras e o meu departamento em que não conseguia encontrar ninguém com quem me identificasse. Não tinha qualquer propósito em levantar-me mas continuava a fazê-lo. Tinha decidido há pouco tempo candidatar-me à ESTC e mantinha a data das audições na cabeça. Era única coisa que me fazia querer com que o tempo passasse. Esse era o meu mais frequente pensamento. E dava por mim a rezar mentalmente para que conseguisse entrar. O meu mundo estava a precisar de um abanão, e, no meu entender, o abanão necessário era aquele. Estudava pouco, muito pouco. Chegava a casa e via o meu episódio diário de Anatomia de Grey. Pouco depois era jantar e deixava-me …
chego a casa. sento-me no sofá, ligo a tv. ponho o cobertorzinho nas pernas e fecho os olhos a pensar na imensidão de coisas que ainda tenho de fazer até às sete da tarde. abro os olhos e presto atenção ao televisor:
a Judite de Sousa é casada com o Fernando Seabra??
(who cares? Logo à noite é a Serenata Monumental e isso é quimporta!)

bestfriend.

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o dia estava a ser absolutamente péssimo até tu apareceres e trazeres o sol mesmo estando a uns bons 4000km de distância.
o que era de mim sem ti?

afinal não havia razão para ter medo

o sócras poupo-nos a enfartes do miocárdio e só disse o que não ia fazer. assim tá bem!
o primeiro-ministro e o teixeirazinho vão falar ao país dentro de meia hora. me-do.

Sis ♥