quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lisboa

E volto sempre para ti. Detesto o facto de passarmos sempre tão pouco juntas, podíamos ser tão boas amigas. E tu estás sempre aí de braços abertos para me receber. Sempre com o teu sol tão distinto, as pessoas apressadas, as multidões, as cores, o metro, os eléctricos, a casinha da minha irmã, as casinhas todas, a liberdade. Tens um cheiro de liberdade Lisboa. Um cheiro que me atrai, e sempre que venho embora sei sempre que mais tarde ou mais cedo voltarei. Espero sempre que seja mais cedo. É a ti que recorro quando estou farta deste mundo aqui, farta destas pessoas, farta destas coisinhas. Coisinhas, é. Realmente é o nome. Tu trazes-me uma felicidade que mais coisa nenhuma me traz. Uma felicidade diferente que vem assim disfarçada com uma esperançazinha de um dia – um dia! – eu passar contigo todos os dias. E de todos os dias andarmos de mãos dadas, que nem miuditas que gostam tanto uma da outra que acabaram por se tornar inseparáveis.

E Domingo aí vou eu outra vez. Por mais uma semana, para disfarçar as saudades (disfarçar, que as saudades não se matam numa semana)

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