segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

e quanto a ontem à noite,

parece que acertei em tudo aquilo que tinha apostado, uhuh!

e até fiquei assim contentita com os quatro que o meu dear Inception levou.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

e para logo à noite,

voto - como toda a gente - no Rei, no Colin e na Natalie. Não vi todos os filmes nomeados, o que me deixa um tanto ou quanto aborrecida, mas estes vi, e convenceram-me. A mim, que não percebo nada do assunto, claro.

e ainda fico um bocadinho decepcionada por não ir haver nada para estes lados.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

happy days are here again.


Happy days are here again/Get happy – Glee Cast

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

low batteries.

Sou como uma bateria viciada. No início, portei-me bem e aguentei muitos dias, fui saudável que nem ferro. Era uma bateria nova. Precisava de um carregamento uma vez por outra, e com um bom carregamento continuava perfeita. Depois, como sempre, e como em tudo, veio o desleixo. Deixei de ser carregada sempre que a energia ia abaixo e passei a sê-lo quando dá jeito. Umas vezes ainda estou a meio e já estou a ser novamente ligada à ficha. Outras vezes sou deixada, ali, de parte, à espera, dias sem fim. Outras vezes o carregamento não é suficiente. Não sou deixada sequer tempo razoável para que a energia chegue aos cinco tracinhos. É por isso que sou uma bateria viciada. Porque não tenho o tratamento que devia. E depois torno-me uma dependente da energia, daquela electricidade, e estou sempre a pedi-la, mesmo quando não devia precisar. Mas o pior é que preciso.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

note to myself

as pessoas não dizem sempre o que tu queres nem fazem sempre o que tu queres. e, principalmente não estão sempre disponíveis quando tu queres Buu Maria. Já era hora de saberes isso.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

19.

possa. como é que já passaram três meses hum?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

este é só para ti.

e para mais ninguém. é só para ti e o resto do mundo não tem nada a haver. nem quero saber sequer o que o resto do mundo pensa. tencionava fazer um mais bonito, queria mesmo que isto saísse cheio de metáforas e comparações, e outras coisas que a minha imaginação não alcança. queria que tu chegasses aqui e ficasses logo pasmado com isto, com 'wow, tu és tão fantástica' e escrevo coisas que não sei onde vou buscar a inspiração para elas. mas não. este é um post só de mim para ti, e quando falo de mim para ti não preciso de grandes complicações. não preciso de floreados, não preciso de pensar muito. porque tu e eu somos simples e temos o nosso pequeno mundinho onde ninguém nos chateia e há pouco que se meta entre nós. não precisamos de grandes coisas, nem de grandes frases, nem de grandes factos. precisamos um do outro e isso basta.

este foi só para ti. era por isso que só queria que cá viesses amanhã hoje.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

hoje é o dia.

um dia tenho um namorado no dia de S. Valentim. hoje é o dia.

amo-te tanto meu urso

domingo, 13 de fevereiro de 2011

afinal,

eram só as saudades a falar alto, muito alto. Afinal, está tudo bem. Não, minto. Está tudo perfeito. Já estou nas nuvens outra vez e aquela fase má já passou. Foram dias e dias a fio absolutamente desastrosos mas agora está tudo bem. Já está tudo bem.

Lisboa #3

E passado uma semana estou de volta à minha casinha, ao frio, ao aquecedor com o cobertor por cima. Estou de volta de pilhas carregadas, diria quase com vontade de voltar às santas aulas. Lisboa é muito bonita e fantástica e maravilhosa, mas agora vejo, não vale nem metade se estivermos lá constantemente a pensar nas pessoas de cá. Uma coisa é Lisboa no verão, de coração desocupado. Outra é Lisboa no inverno com o coração mais cheio que alguma vez o tive. Mas que ele está bem preenchido sabe ela bem, foi Lisboa quem deu o primeiríssimo empurrão. E disso tenho a agradecer sempre.

Mas agora é tempo de dizer 'adeus, e até ao próximo verão'.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

a minha nota mais alta deste semestre foi um 13. eu já fui boa aluna, mas perdi-me algures entre o secundário e a universidade.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

brain sucks.

O meu cérebro nunca gostou de ti. Nunca. Embirrou contigo desde o primeiro momento. Desde o primeiro dia. O meu cérebro é poderoso e passa a vida a sabotar-me. Não leves a mal, ele só quer pôr alguma ordem neste corpo e resolveu começar contigo. Procura constantemente algo que prove que tu não gostas de mim, que já te fartaste, que isto é uma ilusão minha. E quando não consegue provas disso então parte para a batalha contrária, e depois já sou eu que não gosto tanto de ti como tu gostas de mim, e que se calhar era bem capaz de passar sem ti uns tempos sem sentir a tua falta. A maior parte do tempo faço de contas que não o oiço. Já o conheço vai para 19 anos, coitado, nunca foi outro e já sei de cor as suas manhas. A maior parte do tempo tapo os ouvidos que nem uma criança e assobio para dentro enquanto ele me grita coisas que eu não quero ouvir. É que para ele como isto tudo começou não fez sentido, na sua lógica saltaram-se passos, foi tudo demasiado rápido - é o que estou a ouvir agora. Por isso, quando tu o ajudas é que ele fica mais forte. Fica orgulhoso do género 'vês? toma! eu disse-te, eu sabia, e tu não quiseste saber'.

O que me mantém inteira e minimamente sã é o facto do meu coraçãozito continuar aqui forte e saudável, contente e feliz da vida. E enquanto ele estiver assim - mas só enquanto ele estiver assim - está tudo bem.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lisboa #2

bem, agora que já cheguei, guess what? não vou ficar aqui paradinha no computador, pois, acertaram.

bye, bye!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

cada vez sou mais tua urso, cada vez mais.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Lisboa

E volto sempre para ti. Detesto o facto de passarmos sempre tão pouco juntas, podíamos ser tão boas amigas. E tu estás sempre aí de braços abertos para me receber. Sempre com o teu sol tão distinto, as pessoas apressadas, as multidões, as cores, o metro, os eléctricos, a casinha da minha irmã, as casinhas todas, a liberdade. Tens um cheiro de liberdade Lisboa. Um cheiro que me atrai, e sempre que venho embora sei sempre que mais tarde ou mais cedo voltarei. Espero sempre que seja mais cedo. É a ti que recorro quando estou farta deste mundo aqui, farta destas pessoas, farta destas coisinhas. Coisinhas, é. Realmente é o nome. Tu trazes-me uma felicidade que mais coisa nenhuma me traz. Uma felicidade diferente que vem assim disfarçada com uma esperançazinha de um dia – um dia! – eu passar contigo todos os dias. E de todos os dias andarmos de mãos dadas, que nem miuditas que gostam tanto uma da outra que acabaram por se tornar inseparáveis.

E Domingo aí vou eu outra vez. Por mais uma semana, para disfarçar as saudades (disfarçar, que as saudades não se matam numa semana)

já tinha saudades desta frase, mas hoje, no último exame, e pela única vez nesta época, foi a que usei no cabeçalho da página, uma hora e vinte depois do início:

declaro que desisto.

uma já está para o ano. vamos lá ver o resto.
começaste mal, ai ai. dia 1: péssimo. dia 2: um bocadinho melhor. eu sei, fevereiro, eu sei, requer habituação e não querias que tivesse uma passagem abrupta do mau (péssimo) janeiro, tudo para o meu bem, eu sei. por isso, faz lá a tua magia e que dia 3 seja ainda melhor. e se possível dia 4 ainda ainda melhor. bem, tu já percebeste a ideia. é que tens tudo para ser um bom mês. faz-me lá só esse favorzinho.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

let the sunshine in.

e hoje é último dia de (pseudo-)estudo, amanhã já é o dia do último exame e na sexta é dia de estar com o urso. finalmente o sol parece começar a entrar.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

confesso

modo zen uma treta, hoje de manhã foi dia de choro acentuado, muito muito choro, e soluços. e mais choro e mais lágrimas. e mais soluços. parou porque entretanto senti o meu pai chegar e era hora de começar a representar.
e agora que acabou (espero eu, pelo menos para já) ficou tudo mais claro e um grande sentimento de whatever reina em mim. se chumbar a três cadeiras chumbei. de qualquer das formas também não gosto disto. se os meus pais me chatearem chatearam. depois ouvem o que não querem. estou farta de estar há quase dois meses em casa. prá semana quero sair daqui, dê lá por onde der.

e agora (vou fingir que) vou estudar mais um bocadinho.