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A mostrar mensagens de Abril, 2011
o preço a pagar por cinco cadeiras - quatro, nem lembro daquela cuja aula teórica nunca vou, porque é absolutamente intragável - potencialmente interessantes é o facto de serem estupidamente difíceis de se fazerem. gosto muito da matéria, é muito linda, e tudo e tudo. mas e decorar tudo? ah, pois, a minha memória é boa mas nunca gostou de marranço. amanhã tenho frequência ao cadeirão do curso que vale 5 valores e estou à nora, mas assim muito à nora.
ai mãezinha do céu me ajude.

enfim.

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o miúdo mais novo finalmente foi dormir, mas ainda consigo ouvi-lo aos gritos. é sempre custoso adormecê-lo. a miúda mais velha anda lá por cima, de vez em quando ouvi-mo-la aos saltos - deve ter descoberto outra coisa nova. afinal é disso que os seis anos são feitos. na televisão passa uma novela da tarde que eu nunca vi - afinal, a esta hora estou sempre em aulas - e a minha mãe explica à minha cunhada a história. sempre a mesma coisa: um rapaz que vai acabar com as suas dívidas casando com uma rapariga herdeira completamente apaixonada por ele, dois homens de meia idade com ar mauzão planeiam matar alguém, a mãe de alguém preocupada porque o filho ainda não chegou a casa. o meu irmão resolve fazer alguma coisa nestas férias e meteu-se a trabalhar numa apresentação de powerpoint que já devia ter feito há uns quantos dias. a minha irmã...bem, não sei da minha irmã. a minha cunhada muda de canal e pela primeira vez algo prende verdadeiramente a minha atenção: 'O Diário da Princesa…

that's it.

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porra, se houve dia em que me senti mesmo abandonada foi hoje. por ti, e por toda a gente.
esqueçam lá essas coisas do amor incondicional, eu seria incapaz de ter alguma coisa com um portista (e pronto, lá se foram metade dos meus seguidores).
(prometo-vos darlings, amanhã vai ser um dia porreiro para mim e como tal vão deixar de ter o vosso painel cheio dos meus posts monofrásicos, weee)
mais um dia em casa, mais um dia de tédio (ou como este blog já não diz nada que se aproveite há uns dias valentes).

há dias em que não me conseguia sentir mais Amelie Poulain.

e hoje fazemos 5. sempre estupidamente felizes. ly ♥
fuck, i really love you.
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podia estar a adiantar o estudo da próxima semana (ui, então não), podia estar a ler os quilos de livros que tenho atrasados, podia estar a ver um filme ou uma série qualquer no pc, podia ir pôr a mesa, podia ir acabar de arrumar o quarto, podia ter ido sair, raios, podia mesmo ter ido sair, mas não. estou para aqui a ouvir Adele e a brincar com o telemóvel e a fazê-lo dar cambalhotas na minha mão à espera que ele acenda uma luzinha e apareça '[1] mensagem'. não 1 mensagem qualquer. a mensagem. cheira tanto a desespero que é vergonhoso.
(a saga do tédio continua.)
acabei de tentar ler um resumo de um artigo científico que tenho para entregar amanhã à minha mãe. subitamente, apercebo-me que já aprendi mais neste curso do que aquilo que pensava quando me dou conta que ela não percebe 95% das palavras escritas.
wow.
(o tédio.)
nunca mais é sábado.
o tédio, ai o tédio.
If it’s not like the movies, that’s how it should be. – Katy Perry

se me vejo em segunda de manhã a aperceber-me que não tenho de acordar às 7h digo que é mentira.

love you.

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impossível. digo outra vez, impossível. desta vez o meu cérebro não tem provas contra ti, não consegue encontrar nada, absolutamente nada. nunca me desiludes, nunca. nem a 1300km de distância. nem quando não precisavas. tu nunca és um suficiente, és sempre um muito bom, um excelente. e hoje deixaste-me assim, sem qualquer tipo de aviso ♥

olha outra coisa que acabei de descobrir e voltei a correr para despejar aqui

ao que parece agora existem 'segundos melhores amigos'. não sei muito bem o que esta definição quer dizer, acho que já sou muito cota para o perceber. suponho que queira dizer que a pessoa em causa não seja super fixe, mas só moderamente fixe, que não nos oiça sempre que precisamos, mas apenas três ou quatro vezes por semana, que não vamos dormir 50 mil vezes lá a casa mas apenas 30 mil, que não contamos tudo e só contamos quase tudo.
fico assim a pensar no que quererá dizer um terceiro ou um quarto melhor amigo. eu cá tenho duas melhores amigas (nem primeiras, sem segundas - e poucos mais amigos que elas) e chegam-me. mas isto sou eu, que sou cota.
só hoje em bolachas e chocolates devo ter engordado uns dez quilos. lá por sexta já devo conseguir ir para a universidade a rebolar, yes!
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e pode ser que ele assim não te dê férias forçadas durante uma semana inteira.
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agora a sério, sol, fica. mas fica durante muito tempo, assim mesmo muito. não sejas sol de pouca dura, não sejas sol de inverno. quero tanto que fiques comigo e tragas contigo o calor, o calorão, o bafo. podes trazer o bafo à vontade, eu juro, não me importo nada. mas fica. fica aqui porque contigo sou muito mais feliz. ando por aí a cantar Justin Bieber (shame on me), ando a estudar como sei lá nas bibliotecas, ando a rir tanto, ando a dizer parvoíces até mais não. ando a descobrir que com a H. e a D. consigo ser eu própria. fica comigo sol, e eu prometo que não digo mal de ti, nem me queixo. fica comigo, a sério, fica.

sol, a sério pá, és um fixe. e tu também calor. podem ficar por cá, eu deixo.

coisa que me acabei de lembrar agora e corri a despejar aqui

destesto, mas detesto mesmo, assim forte e feio a palavra 'amoro-te'. dá-me vómitos. é horrível. pode-se 'adorar', pode-se 'amar' e até se pode fazer as duas ao mesmo tempo, mas nunca 'amoro-te'. é feio, muito feio.
oh, para mim tão mais aliviadinha agora.

D.,

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se às vezes soubesses a falta que me fazes. Se às vezes soubesses o que me faz falta só saber que estás ali. Só saber isso. Nem precisava de ti pessoalmente, ou de te mandar uma mensagem, ou de falar contigo horas a fio ao telefone, ou de ter discussões estúpidas, ou de andar contigo na tua scooter, ou rir-me até me doer a barriga e mesmo assim continuar a rir. Só precisava de saber que estavas aí, à distância de um segundo. Só precisava de saber que num segundo conseguia ter tudo isto. Não tenho, e é isto que me custa mais que tudo. É que o teu caminho é mais do que estar ali para os outros, e por isso mesmo, agora não estás aqui, nem à distância de um segundo, nem de um clique, nem de uma mensagem, nem de uma chamada, nem de apenas oito quilómetros. Estás estupidamente longe, e eu tenho umas saudades estúpidas tuas. E nada as apaga. Tu estás em todo lado, nos gorros e em leggins, no meu riso, em capas de livros, nos 'bofs', em cada vez que vejo alguém a mexer no cabelo e ajei…

aaaaaaaaaaaaaaaargh!

ouch.

em dois dias consegui pôr três pessoas chateadas comigo por três motivos diferentes. às vezes se pegassem em mim e me metessem a um cantinho sossegada e calada não se perdia nada.
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porque és sempre o melhor e o mais perfeito, ly bear ♥