sexta-feira, 29 de julho de 2011

'Não gosto de pessoas que se levam demasiado a sério e não se conseguem rir delas próprias. Dão-me seca.' - diz a minha sis. E eu não podia concordar mais.

descobri um mundo muito mais giro que este

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Chama-se World of Goo e estou completamente viciada.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Se há coisa que gosto no meu curso (sim, eu vou mesmo falar bem do meu curso) é o facto de ser um curso científico. Posso dizer que em dois anos, quer queira quer não, aprendi muito. Aprendi com os melhores professores que já são quase do tempo dos dinossauros mas que são reconhecidos, e que podem já ser da velha guarda, mas que estão sempre em constante actualização. Se há coisa que gosto no meu curso é ver reportagens sobre ciência e conseguir perceber cada pormenor, conseguir até perceber aquilo que não é dito e é explicado de maneira mais simples para o público em geral. Se há coisa que gosto é saber como se passam as coisas cá dentro de nós, de como as nossas pequenas células trabalham e do que elas precisam. Gosto disso. Deu-me pensamento crítico sobre muita coisa que se diz e que se lê por aí. Porque eu sei, de fonte segura, que mais de metade das coisas não são verdade.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

às vezes gostava de ter esta lata

a miúda (vá, só tem menos dois anos que eu, mas não interessa é miúda) que anda atrás do meu homem pediu-me amizade no facebook aqui há uns três meses. dei graças a todos os meus santinhos por ter o meu perfil mais que privado e tumbas, deixei-a em águas de bacalhau e nunca a aceitei - era melhor.

pois que hoje tenho novo pedido dela. quer mesmo ser minha amiga, e eu, que sou tão má para ela, voltei a não aceitar, bolas.

terça-feira, 26 de julho de 2011

conselho de amiga

Não tenham a brilhante ideia de ver isto

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à noite, antes de ir dormir e numa daquelas semanas especiais. Porque depois choram que nem Madalenas arrependidas durante quase duas horas - duas horas de puro sofrimento - gastam o papel higiénico quase todo (e depois é bonito de se ver) e no dia a seguir têm como presente mais umas bolhinhas no herpes que estava quase quase a passar.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

falta uma semana!

A minha melhor amiga foi para um país longínquo durante um ano. No início não acreditei. Não parecia real o facto de não a ter ali sempre. As saudades apertaram muito durante aqueles meses que se prolongaram até ao Natal. Vimo-nos umas três vezes, e acreditem, não serviu de nada. As saudades não morreram, não fingiram que se esconderam sequer, nada. E depois voltou a fugir, como aquele gato vadio que não é de ninguém mas que de quando em vez lá está ele à minha porta a pedir mimo e comida. Desta vez demorou sete - sete longos meses - a voltar. Desta vez o sentimento foi diferente. Houve vezes em que não acreditei que a minha melhor amiga existisse mesmo. A minha vida seguiu em frente, e aprendi a não fazer planos que a envolvessem, aprendi a não pensar que ela estaria ali para me apoiar quando eu caísse. Aprendi a viver sem ela. Passei algumas semanas sem um único contacto. Só que há um tipo muito chato chamado coração que nunca se esqueceu. Fartou-se de chorar com a falta dela, e de me pedir para a ver. Mas eu não tinha como o satisfazer. Só que no fundo ele sabia sempre que ela havia de voltar, daqui a muito tempo, mas ela havia de voltar. E ele tinha razão.

A minha melhor amiga volta daqui a uma semana, e eu já não me consigo conter de excitação.

todos os dias igual.

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domingo, 24 de julho de 2011

há coisas que me ultrapassam

como o facto de o Blogger ter apagado a minha foto de perfil, que já tinha mais de dois anos e que mora no meu antigo computador já falecido e eu não ter uma única foto decente sozinha e utilizável para aqui pôr. enfim.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

oh santo

deus dos herpes, que mal te fiz eu para merecer um de dois em dois meses?

e tudo acabou mesmo.

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(contém spoilers, sim?)

Eu, Buu Maria, aqui me assumo: sou um bocadinho geek de HP. Li os livros todos mais que uma vez cada um, por isso sei contar a história bastante bem a quem ma pergunte. Sei explicar o que raio aconteceu ao Harry quando era bebé, sei de cor e salteado quais são os Talismãs da Morte, e quais eram os Horcruxes, tenho o livro Os Contos de Bedlee, o Bardo, e até sei o nome de bastantes feitiços de cor. (Ontem, por exemplo, fartei-me de pensar mentalmente porque raio é que eles não gritaram Aguamenti na cena em que a Sala das Necessidades arde.) Por isso, e por ser assim mesmo, é que sempre, em cada filme, tenho sempre a mesma sensação: a de falta alguma coisa. Desta vez, lamento, não foi diferente. Fartei-me de pensar ‘isto não era assim’, ‘isto acontecia mesmo?’ e ‘raios, não era assim que o Ron e a Hermione se beijavam!’. Também, admito, é difícil o efeito surpresa quando já se sabe o fim. O filme acaba por valer mais por si mesmo do que por uma adaptação – ainda que até bem feita – do livro. O filme é bom. Gosto da seriedade que estes filmes sempre tiveram, e que por exemplo, a saga Crepúsculo não foi capaz de ter. Os actores são bons, desde pequenos!, a música é boa, a cor também é muito boa sempre naquele tonzinho obscuro. A propósito, sabiam que o Director de Fotografia é português? É sim senhor. Mas se o filme vai ganhar o Óscar? Hum, no lo creo.

Só mais uma coisinha e esta vai direitinha àquelas míudas que só podiam ter 12 anos (eu dava-lhes menos, mas como a idade mínima são mesmo os 12) e estavam exactamente na fila atrás de mim: não se vai ver o último, o último!, HP quando não se viu os anteriores! Para depois não passarem o filme todo a explicarem à amiguinha do meio: olha, isto é Hogwarts; olha, esta vai-se casar com este; olha, este é o pai desta; olha, este é que é o mau. True story.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

tudo acaba.

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hoje vou ver o último filme de HP, e digo-vos já: as expectativas são muito altas. para quem leu todos os livros (mais que uma vez cada um) e tem como seu preferido precisamente este último, é bom que faça jus, e que faça valer a pena.

ps: da última vez que fui ver HP caí numas escadas rolantes, desta vez estou à espera de partir um braço, quiçá uma perna.

terça-feira, 19 de julho de 2011

oito.

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it's been eight months since you picked me.

e sai daqui uma qualquer dança de celebração

Então e não é que o raio da oral me correu bem? Vá, não correu muito bem, ainda me espalhei ao comprido nalgumas. Mas hoje, ao chegar ao inforestudante (coisas da universidade de Coimbra) lá estava ele: um 12! Um 12 ao cadeirão! Um 12 feito por oral! Estou estupidamente feliz, ainda não sei se acredito ou não.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

história de encantar

Era uma vez uma Buu que chumbou ao cadeirão do curso. Era uma vez uma Buu que não se importou demasiado com isso e entrou em férias toda contente. Era uma vez uma Buu que recebeu uma notificação no seu email em como, se quiser, pode ter um exame oral (hoje, às 15h) extraordinário só para os alunos que tiveram 8. Era uma vez uma Buu que só estudou no fim-de-semana e foi quase nada.

Era uma vez uma Buu lixada. Essa Buu foi ao exame, disse 'não sei' a todas as perguntas e passou a maior humilhação da sua vida.

sábado, 16 de julho de 2011

Se ontem viram uma miúda a dar uma queda nas escadas de acesso ao metro do Chiado, com uma mala na mão e um gelado na outra, guess what? era eu.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

no alto da minha presunção acho sempre no final de cada ano-lectivo que estou muito diferente do ano passado, oh pra mim que cresci tanto. tanta coisa que aconteceu e estou cada vez mais uma mulherzinha. depois ponho-me a ler os posts do ano passado e a concordar com cada um e concluo logo que se calhar não mudei assim tanto.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

lisboa.

Tenho para mim que estas estão a ser as férias mais bof (não tem tradução, mas com o hábito hão-de chegar ao significado) de sempre. O tempo que tem estado não é de Julho com certeza, e o tempo que as pessoas que me poderiam fazer companhia não é de férias também. Não me estou a queixar, simplesmente aqueles de quem gosto têm mais que fazer/mais que namorar/mais que trabalhar do que estar comigo. Isso cansa. Estar em casa todos os dias cansa. Estar todos os dias sozinha cansa. Por isso… vou emigrar. Calma, vou emigrar para Lisboa e durante quatro dias. Achavam que podia passar sem a terrinha? Claro que não! (cof, cof, cof)

Para quem é de lá, talvez me veja por aqui algum dia, a tentar acabar o Anna Karénina, começado no verão passado, precisamente neste sítio.


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au revoir!

(só para que saibam, eu sou uma rapariga cheia de sorte )

sábado, 9 de julho de 2011

e nos dias em que era suposto vires e afinal não vens, enrosco-me na cama e algures entre as minhas lágrimas patetas adormeço. é um bom truque. faz com o tempo passe mais depressa. porque nesses dias, se não estou contigo também não quero estar com mais ninguém.

No One’s Gonna Love You - Band of Horses

sexta-feira, 8 de julho de 2011

das hormonas.

as hormonas são um tipo de sinais que se podem ligar a receptores especifícos nas membranas das células. ao ligarem-se fazem com que toda a célula desencadeie uma resposta - a chamada transducção. às vezes a resposta é uma cascata de cinases, como aquela da MAPcinase. bem, agora que já dei a parecer que sou muito inteligente e que percebo muito de hormonas, e que até nem chumbei à cadeira que falava mais disto o semestre passado, vou passar ao que interessa.

deixam-me completamente de rastos. fico sensível sensível, por um fio. tudo o que disserem vai ser mal interpretado levando a um choro compulsivo e à sensação de 'porque é que ninguém me compreende'. fico uma tipa toda propícia a discussões, por coisinhas. fico mesquinha. fico chata. é mesmo isso. fico uma chata do pior. ninguém me atura. queixo-me que não saio de casa mas ainda há cerca de meia-hora me ligaram a perguntar se queria sair e disse logo que não me apetecia. fico muito parvinha também. arranjo problemas onde estes não existem. mas também me dá para outro tipo de coisas como de repente, ouvir uma música mais alegre no mp3 e começar a cantá-la em playback em plena rua (isso, em plena rua) toda feliz e contente, como se não houvesse amanhã. e fico assim neste estado em que só me apetece dar uma estalada a mim própria ainda uns bons cinco ou seis dias.

estou assim desde ontem, aff.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

mood: papo para o ar!


estou de férias. tipo oficialmente de férias estão a ver? estou de férias até à primeira de setembro e não quero saber de aulas nem de exames nem de nada, eu-estou-de-férias! acho que ainda não me apercebi bem que não há mais fotocópias, nem sebentas nem apontamentos para ler até à exaustão. agora só quero piscina, e praia, e Lisboa, e muitos muitos filmes que tenho em atraso, já para não falar de séries.

aaaa, estou de férias!


sábado, 2 de julho de 2011

como fazer a vossa buu a pessoa mais feliz de sempre

arranjando-lhe um bilhete (algures, os oficiais já esgotaram) para estes meninos:


prometo-vos felicidade e fidelidade eterna!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

um mês.

é sempre estranho quando se vê alguém partir. principalmente da primeira vez. sabemos sempre -embora não queiramos admitir - que se já partiu uma vez vai partir muitas, muitas mais. podemos fechar os olhos mas sabemo-lo sempre. uma pessoa que parte a primeira, vai com toda a certeza conseguir ir embora e deixar tudo para trás sempre que quiser. acontece com os militares que deixam a sua família e vão para a guerra, acontece cada vez que um casal de namorados começa e acaba.

acontece quando a vossa melhor amiga vai para um país longínquo durante um ano.

sabemos nós - os que cá ficámos e chorámos não só naquele dia, mas em todos os outros dias em que sentimos a falta dela - que nunca a mais a vamos ter muito tempo. e chorámos tanto por isso mesmo: porque o sabemos.

ficar é diferente de ir. ficar é sermos deixados para trás. ir é seguir em frente. ficar é doloroso. mesmo que ir também o seja, até porque na maioria das situações implica uma maior solidão, se formos conseguimos sarar as feridas muito mais rapidamente, obtemos novos pontos de vista e novos horizontes. não há nada de novo em ficar. ficar é igual ao antes. ficar é sempre mais doloroso.

ela vem daqui a um mês. sei que no dia em que a vir vou chorar quando dermos aquele abraço adiado há sete meses. vou chorar porque já tenho umas saudades que não cabem cá dentro e vou chorar ainda mais porque sei que este ciclo se vai repetir muitas vezes. mais do que aquelas que eu desejaria.

Aos 25

Passei a meia-noite de 7 em Budapeste com uma das minhas melhores amigas e foi o melhor dia de anos de sempre. Entre almoçar McDonalds e jan...