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A mostrar mensagens de 2012

E se hoje me perguntarem porque é que estou com este sorriso estampado na cara

Eu direi que é porque consegui só com uma passagem de água quente tirar o resto da maquilhagem que ontem não consegui, porque davam chuva para hoje mas está um sol espectacular, porque me armei em rica e tomei fora o pequeno-almoço, porque comprei uma saia na pimkie para a passagem de ano mesmo gira (mesmo que possivelmente nem a vá usar, mas fica para quando sair à noite, pronto), porque finalmente consegui acertar com as saídas da estação do metro do Marquês, porque hoje só trabalho até às sete e só cá volto na quarta, porque 2012 está finalmente a acabar e porque hoje vou ver os meus sobrinhos, o meu irmão e a minha cunhada que já não vejo desde o Verão. Essencialmente, porque hoje é um óptimo dia para estar bem disposta e de bem com a vida.

That awkward moment

Em que, ao ver umas fotos no Facebook, me apercebo que a afilhada da minha afilhada* já tem afilhada também, fazendo de mim bisavó! Credo, de repente senti-me velha.

*de curso, obviamente.

Pânico

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Ainda não vou contei mas amanhã...amanhã tenho uma sessão fotográfica. Está o caminho traçado para a desgraça. Eu, saltos altos, poses de modelo que eu claramente não sou, estou feita e bem feita. Desejem-me boa sorte, acreditem, vou precisar.


Esta deve ser a primeira vez desde sempre

em que não me constipei em Dezembro. É certo que desde que o Outono começou já fiquei doente duas vezes, mas consegui curar-me em quinze dias e não deixar arrastar isto por três meses, o que era mesmo muito normal em mim. Parecendo que não, o ar de Lisboa faz-me mesmo bem.

'Take care of what you wish for...you just might get it'

Este ano pedi a todos os anjinhos que a minha passagem de ano fosse diferente da do ano passado. As recordações não eram propriamente as melhores e eu só pedia que não fosse na santa terrinha, porque sei que por onde quer que eu passasse, as memórias me iriam assaltar a qualquer momento.

Posto isto, tive o que mereci.

Todos os meus amigos já fizeram planos com outros amigos, ficando eu de fora. Está mais que visto que vou ficar por casa a ver a Casa dos Segredos, de pijama, a beber champanhe com os meus papis e que aí por volta da uma da manhã estou na cama. Pelo menos tenho a certeza de que não tenho chatices e que não vou gastar dinheiro num vestido que vou usar duas vezes por ano.

2012 em revista #2

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Se tivesse que escolher uma música para o último trimestre deste ano teria de ser esta. É como uma espécie de mantra desde que vim para Lisboa. É-lhe impossível ficar indiferente.

Constatações natalícias #3

Sabes que o teu Natal foi especialmente sensível quando deste por ti a ver filmes da Disney e a pensar que o meu príncipe encantado há-de aparecer um dia, e quando, ao ver o Harry Potter e os Talismãs da Morte -Parte 1 (que até já tinhas visto mas a RTP1 foi uma fofinha em passá-lo) choras duas vezes quando não eram partes assim tão emocionantes (ok, quando o Dobby morre é mesmo triste, humpf).

Feliz Natal a todos!

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Chegou, chegou!

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O postal de Natal mais fofinho de sempre! Obrigada PPC! 

2012 em revista #1

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Ia no autocarro ontem para o trabalho quando a ouvi, e me lembrei que existia. Comecei a cantá-la automaticamente e concluí que nada nem ninguém conseguem descrever tão bem os primeiros sete meses deste ano como a senhorita Katy Perry e esta bela música.

Constatações natalícias #2

O cd de Natal do Centro Comercial onde trabalho deve ter umas dez músicas. Já as sei todas de cor.

É isto, tal e qual

Constatações natalícias #1

Este deve ser o primeiro ano em que oiço o All I want for Christmas is you e não me vem imediatamente  alguém à cabeça (aliás, nem imediatamente nem depois, não vem, de todo).

Cara lavada

Espírito natalício + vontade enorme de mandar com o rosa fora daqui + já não consigo ver aquele header à minha frente = novo header e algumas mudanças pequeninas.  
Gosto mais assim do que como estava, pode ser que se aguente bastante tempo.

Oops

está decidido, hoje vou baldar-me à aula de Interpretação. Porquê? Bem, primeiramente porque não decorei nem tenho ensaiado o monólogo que tinha de apresentar hoje - se bem que se não for hoje tenho de o apresentar na próxima aula - e depois porque não me apetece, pronto. Apetece-me não fazer nada. Apetece-me acabar de ver The Walking Dead(é, agora virei-me para isto) ou uns filmezinhos e comer comida quentinha e descansada e não às sete da tarde como é hábito nestes dias. Preciso de um dia inteiro, só meu. Isto de trabalhar aos fins-de-semana e depois folgar à Terça e Quarta não tem jeito nenhum, acreditem.

A minha cara de entusiasmo

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quando me levantei hoje de manhã para vir trabalhar até às seis da tarde.


Aqui há uns dias

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de manhã, no autocarro para o trabalho, entrou um homem jeitoso e bem vestido. Depois olhei para o calçado e assustei-me. Trazia umas Hunter pretas. Por momentos pensei que em vez de ir trabalhar, estava a ir para a faina! Não consigo gostar de galochas, então em homens, acho que fica mesmo terrível.


Não sei quando fiquei assim exigente, mas também não quero saber

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Quando andava no secundário (e vamos a ver e já passaram cinco anos, credo!) fiz uma daquelas listas que todas as miúdas fazem: a lista de características que o nosso homem perfeito tem de ter. Enfim, alguns anos passaram e houve alguém que preencheu quase 100% desses critérios. Ele já passou, mas aprendi que se calhar estava na altura de acrescentar novos itens. Não, não falo de mais carinho ou mais atenção, ou mais romantismo. Não estou virada para aí, pelo menos não para já.

O último e mais recente requisito que acrescentei na lista foi que o meu homem terá de saber cantar isto tão bem ou melhor que o original:


É que eu pensava que não era possível, mas na última aula de Voz um colega meu (que é pena ser gay) cantou isto tão mas tão bem que me arrepiou toda e me deixou de lágrimas nos olhos. É, a partir de agora, um requisito obrigatório.

Como facultativo, e se quiser ganhar o meu coração definitivamente, também pode saber cantar esta:



Preciso de açúcar

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De vez em quando dá-me estas crises. A mim e à minha irmã, que é ela é que me pegou isto. De vez em quando apetece-nos comer quantas porcarias houver cá em casa até enjoar. Gomas, chocolates, batatas fritas, bolachas, crepes. Hoje é um desses dias. Mas como não há por cá nada disso, parece que vou ter de me levantar do sofá, vestir uma roupa quentinha, e rumar ao Pingo Doce, este nosso amigo que nunca nos desilude em alturas destas.


Momento alto da semana

Falar durante quase quatro horas ao telefone com um homem com sotaque british/irish. 

Então mas como é que isso aconteceu Buu? Conheceste-o no facebook e começaram um relacionamento à distância mas em que prometem amar-se para sempre? 

Nada disso. Apenas estive a configurar a Internet da minha loja, que só por acaso é um franchising irlandês, e o homem era o mesmo técnico de lá a ensinar-me e a mexer no meu computador remotamente enquanto eu andava para trás e para a frente a mexer cabos daqui para ali. Depois de umas gargalhadas valentes e de o tentar perceber a falar português lá conseguimos. Fiquei uma perita em resets e tudo. Mas, ao que parece, ainda não está tudo acabado e Segunda-feira tenho mais rambóia (sim, que tudo o que não seja estar a apanhar uma seca à espera de clientes que não vêm para comprar gelados, parece-me extremamente divertido).

adenda: acabo de me aperceber que uso a palavra rambóia duas vezes seguidas em dois posts, não sei o que é que isto possa querer dizer,…

Precisa-se urgentemente

de uma folga bem passada a actualizar-me de Dexter, debaixo de uns quantos cobertores sem fazer nenhum. Isto de trabalhar e estudar ao mesmo tempo é para lá de cansativo. E utilizar as minhas folgas para viajar para a terra natal ou para ir para a rambóia também não tem ajudado. Ah, e estar doente pela terceira vez em dois meses também não.

Uma pessoa vê isto no 9gag

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e pensa: Josephzinho, fofinho, a sério, eu sei que não sou tão gira como a Zooey, mas acredita que te podia fazer muito feliz homem! É a verdade, tenho uma panca por este senhor. É fofo, pronto.

Buu, a cantora

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Toda a gente sabe perfeitamente que sou a pessoa que conhece que canta pior. Canto mal, é um facto. Até a minha mãe - e as mães têm sempre aquela mania irritante de dizer que os filhos são bons a tudo - concorda. Pois, eis que chegou a hora de mudar tal coisa. A semana passada na aula de Voz foi-nos proposto que cantássemos uma música à vez, à capela, à frente de todos. Pânico. Fui a última e foi terrível como podeis imaginar. Hoje volto a ter aula e tenho de cantar não uma, mas duas, outra vez à frente de toda a gente. A primeira opção é chochinha e ainda me estou a ver se me livro dela. A segunda opção é esta:


Só coragem da minha parte, hein?

19.nov

Sabes, é engraçado como há um ano atrás este dia era tão importante para nós, e se pensarmos no ano de 2010 chegamos à conclusão de que ainda mais importante foi. E hoje é só mais uma segunda-feira, igual a tantas outras, como outra qualquer. Para mim, é mais do que isso, é essencialmente um dia difícil. E tinha um texto enorme e bonito para ti, mas desisti dele. Ou melhor, desisti de o publicar. Porque não interessa, não importa nem acrescenta nada. E porque, sobretudo, eu tenho de te deixar ir por completo, e de vez. E hoje é um óptimo dia para o começar a fazer.

Confusões à parte aqui na loja,

Deixem-me dizer-vos que este foi o melhor fim de semana que já passei desde que vim para Lisboa. Porquê? Porque a minha melhor amiga veio visitar-me e só por isto está tudo explicado.

Nojo

O nojo é uma das seis emoções básicas. Encontra-se frequentemente ligado ao paladar e ao olfacto e consiste numa sensação de repulsa ou de incómodo diz a wikipédia. Pois bem, hoje a olhar para umas fotos (não minhas, se o fossem caíriam no campo da vergonha com certeza) em que bastou ter uma certa e determinada pessoa, foi exactamente isto que senti, nem mais, nem menos.

Obrigada Greve Geral

por amanhã me fazeres levantar mais cedo para ter de caminhar durante meia hora até ao trabalho, também já me estava a parecer que estava a ficar com uma certa barriguita.

(se se perguntarem porque é que não faço greve a resposta é simples: trabalho naquele sítio há 15 dias, não gosto nada da austeridade, mas gosto ainda menos do desemprego, principalmente do meu.)

Da vizinhança #2

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God Bless America (2011) - um filme que tem tanto de desconcertante como de verdadeiro. Muito bom.
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Sabes que o Centro Comercial onde trabalhas é um sitio 'bem' quando

depois de ontem teres andando com a Luísa Sobral no mesmo autocarro para aqui, hoje apanhares, só na hora de almoço, uma actriz de novelas da tvi, o Tó-Zé Martinho e o Tiago Bettencourt.

No meu curso há uma rapariga que está a trabalhar este texto e eu gostei muito dele.

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'Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos

Sou feito de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão

Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci

Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante


Tive noites mal dormidas
perdi pessoas muito queridas
cumpri coisas não-prometidas

Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
pensei em fugir,para não enfrentar
sorri para não chorar

Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
amizades que não cultivei
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei

Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
lembranças que fui esquecendo
amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo e aprendendo.'

Martha Medeiros

'Boa tarde, quer experimentar os nossos iogurtes?'

Ontem tive a bela missão de fazer amostras de iogurtes lá do trabalho e ir para a frente da loja com um tabuleiro a oferecer aquilo às pessoas. A boss ainda me perguntou se eu não era tímida e se era capaz, e eu lá lhe respondi que sim, que sou tímida, mas como ninguém me conhece não tinha problemas nenhuns. Talvez se fosse em Coimbra, a história teria sido diferente.

Lá fui eu, e devo ter repetido a frase umas cem ou duzentas vezes, sem exagero. E digo-vos: aqueles iogurtes são mesmo bons e têm bom aspecto. E eu estava a dá-los. A dá-los, estão a ver? De borla, isso mesmo! De vez em quando aparecia um grupo de amigos e todos queriam, deixando-me toda contente porque assim esvaziava o tabuleiro. Mas, na sua grande maioria, quase ninguém queria. Fiquei estúpida. Eu estou a dar coisas boas e ninguém quer. Houve de tudo: gente que virava a cara, gente que fazia um sorriso amarelo, gente alérgica ao leite, e até velhotas a perguntarem-me pelas escadas rolantes. Enfim.
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Ontem comecei a ver o filme Mystic River. Não consegui acabar de ver, adormeci pelo meio, e distraí-me lá para o fim. Demasiado overrated para mim, que sinceramente, não o consigo achar nada de especial. Há pouco pus-me novamente no computador para o acabar de ver mas quando os meus olhinhos viram que quer o novo episódio de Homeland quer o de Dexter já tinham saído, o Sean Penn não teve hipótese, e parece que só vou mesmo descobrir quem é que matou a filha dele amanhã. Paciência.




E eis que

Buu Maria arranja finalmente um emprego para começar a ser cada vez mais dona do seu nariz (e ouvir cada vez menos bocas dos seus pais). Amanhã começo a aprender e tenho em mim que devo começar à séria dia 1 de Novembro. Mas se estão a pensar que é numa grande empresa, ou numa grande companhia teatral ou numa grande agência, bem...desenganem-se. A partir de amanhã começo a aprender o belo ofício de vender iogurtes com toppings, num centro comercial perto de si.

quem diria que se os Fun e a Pink se juntassem até dava uma música fofinha, hum?

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(e dou graças por só ter encontrado esta música agora, se tivesse sido há uns meses teria desatado a chorar mal ouvisse os primeiros vinte segundos)

Da vizinhança

Nunca pensei que morar num prédio velho, num rés do chão colado à porta pudesse ser tão mau. O problema é quando o barulho não vem exclusivamente de fora mas quando também tem a sua boa cota parte nos meus vizinhos e companheiros de habitação. Fazem muito, mas muito barulho. Todos eles. Às 8:30 da manhã já vários fizeram questão de entrar e sair quatro ou cinco vezes do prédio. Falam alto e berram do fundo das escadas para velhas que mal ouvem. Andam com o caixote do lixo para trás e para diante. Descem as escadas como se pesassem 200kg. A da frente tem um cão que é santo e nunca ladra (ao menos isso!) mas que faz imenso barulho com as patas a escorregarem no chão. Não há paciência.
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time flies

É impossível não pensar que a esta precisa hora a grande maior parte dos meus amigos estão numa grande festa, lá na cidade dos estudantes. Hoje é o cortejo da Latada, e o ano passado mostrei-vos aqui como foi o meu dia. Foi dos dias mais fantásticos até hoje, e parece que só agora, à distância, o consigo reconhecer. A correria para ter os nabos mordidos, o não querer morder em nenhum e depois acabar por morder tantos, a minha preciosa ajuda à H. para ficar mais bem disposta uma vez que estava bêbada, o esperar umas boas duas horas para que aquele tipo que me era tão especial me viesse morder o meu último restinho de nabo, o ouvir a D. a reclamar que tinha que ir para casa e que ia perder o comboio, o mandar a rama ao Mondego e pedir um desejo, a melhor declaração de amor de sempre.

É impossível não pensar como num ano as coisas mudam tanto. Enquanto eles estão lá, na fanfarra, eu estou aqui no sofá a queixar-me de como estou doente, a assoar-me de dois em dois minutos, a comer gelado …

Rodolfo

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Desde o meu primeiro ano que tenho um amigo meu que me faz questão de me chamar Rena. É o único, (graças a Deus que a moda nunca pegou) mas não posso dizer que ele não acertou em cheio quando o fez pela primeira vez. A Rena Rodolfo, aquela que vai à frente no grupo de bichos semelhantes que puxam o Pai Natal, tem o nariz vermelho. E eu sou assim também. Volta e meia cá estou eu doente e com o nariz bem vermelho para o demonstrar. Aliás, o meu sistema imunitário é mesmo muito fraquinho, e basta-me apanhar um friozinho - como o que estava na sexta à noite em Coimbra - para ficar logo com o nariz a correr, dores no corpo todo e a sensação de que é desta que a minha vida acaba. O que vale é que para estas situações tenho um amigo espectacular: chama-se Brufen e faz milagres.


estado da autora deste blog (almost!)

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vício novo

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A estas coisas das séries costumo chegar sempre tarde. É muito muito raro apanhar uma série desde o início e continuar a segui-la. Esta não foi excepção, mas já estou completamente rendida. Descobri-a com uma temporada de atraso mas isso também não é coisa da qual não se trate num instantinho.


Chama-se New Girl e é o meu novo vício.

Aquela música dos aviões,

comigo adquiriu novo significado. Onde moro passam aviões de dez em dez minutos, bem baixinho, de tal forma que até dá para ver de que companhia aérea são. Qualquer dia dá-me na gana e faço uma estatística.

Up

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Já falei deste filme aqui não sei quantas vezes. Mas hoje cheguei a casa e lá estava ele de novo a dar na televisão. E, sempre que o vejo tenho sempre necessidade de falar nele. Gosto tanto deste filme que parece mentira. É, sem dúvida, dos meus filmes preferidos. Mas tenho graves problemas com ele. É que gosto tanto que basta-me ver dez segundos de um trecho qualquer que começo a chorar desalmadamente. Aos soluços, literalmente. Acho que tem muito que ver com a música, mas também é por causa da história que é absolutamente enternecedora e extraordinária. Gosto muito, pronto.


Isto de uma pessoa não ter aulas nem emprego...

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faz com que dê caras com isto:


e eu que pensava que este programa era um mito urbano...

Constatação do dia #1

Aqui, em Lisboa, onde há um Minipreço às moscas, há imediatamente a seguir um Pingo Doce cheio. Não falha.

E, voilá!

A minha breve estadia em Lisboa começa a dar frutos. Entrei para um curso de um ano de teatro à noite, assegurando a minha estadia aqui até Outubro do próximo ano. Amanhã tenho uma entrevista para um centro de explicações. Quando a responsável me ligou ontem à noite, a dizer que tinha visto o meu currículo, só me apeteceu dar pulinhos de contente. Parecendo que não, a minha vida aqui começa finalmente a estabelecer-se.

Será que sou só eu que acho

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que a Lana del Rey está com uma cara de seca e de enjoada nesta campanha publicitária para a H&M?




e é eu nem me importava nada com isto se não tivesse que levar com a cara dela de dois em dois minutos cada vez que saio à rua.

resumo dos últimos dias

Vir ver a casa na quarta e ouvir que a descrição do sítio é qualquer coisa como 'mas isso é nas barracas!'. Constatar que afinal não é assim tão mau. Mas, afinal, constatar que há demasiados homens na rua para o meu gosto. Ver como o senhorio é querido mas fala demasiado. Ter o meu passe. Passar um dia inteiro em mudanças, fazendo duas voltas com uma mala bastante pesada. Andar num autocarro da Carris daqueles pequeninos de 12 (?) lugares e ouvir a bela sinfonia que aquilo faz quando a porta de trás fecha. Demorar quase uma hora nesse autocarro desde o Rato até nossa casa porque tenho a sensação de que percorremos Lisboa inteira antes de efectivamente chegarmos. Congratular-me por ter uma paragem de autocarro mesmo à porta de casa. Apanhar o autocarro errado e ir ter ao cu de Judas. Mudar-me de vez. Descobrir que afinal há acesso à internet aqui. Ir ao Colombo comprar uma frigideira, almofadas e um escorredor e constatar que estou a ficar cada vez mais pobre. Ouvir homens indi…
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não gosto, não gosto, não gosto

Não gosto do Outono. Muito menos do Inverno. Não gosto do frio que me enregela até aos ossos e me faz andar cheia de roupa e sentir-me gelada na mesma. Não gosto da chuva que faz com que os meus pés fiquem sempre molhados e com que o meu cabelo ganhe vida própria. Não gosto dos guarda-chuvas que teimam sempre em voar-me ou em estragarem-se sozinhos. Não gosto dos dias que se fazem noite cedo, não gosto do vento que me põe sempre a tremer. Não tinha saudades. Nunca tive. É, para mim, sempre um suplício passar estes seis meses. Ponho-me sempre a contá-los, e a ver quanto tempo falta para o sol quente voltar a brilhar. Fico uma cliente assídua do site da meteorologia. Fico mais resmungona, mais antipática, menos tolerante. Saio de casa sempre irritada porque o sol...ahhh, o sol, faz-me tão bem. Ando sempre encolhida e sempre abraçada a mim própria, o que faz com que também fique mais fechada a outras pessoas. Não gosto, pronto. Por mim saltávamos entre a Primavera e o Verão e eu era uma …

hopefully

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freedom

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Hoje foi o dia em que um bom bocado teu, que ainda tinha aqui preso dentro de mim, se foi. Foi-se, morreu, desapareceu, utiliza o verbo que quiseres. Mesmo que os factos que me chegaram aos ouvidos sejam puramente circunstanciais (que eu não acredito que sejam) hoje foi o dia de me libertar de ti. Enough is enough. E, depois da raiva e da desilusão, chega-me uma sensação de liberdade incrível que em quase cinco meses ainda não tinha experimentado. E, com ela, veio associada a noção de que eu, antes de ti, já era capaz e já era independente, e já sabia como viver sozinha e comigo própria. Hoje foi o dia em que um bom bocado teu, que ainda tinha aqui dentro preso, se soltou. E ainda bem.

e enquanto as miúdas se babam todas

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pelos imberbes dos One Direction, eu viro-me para coisas mais..., sejamos francas, másculas e atraentes como este senhor

Brandon Flowers, vocalista dos The Killers
que para além de cantar bem e de ter a melhor banda de sempre, ainda é giro que se farta.

resumo do meu dia de hoje

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Aquele argumento irritante

'eu, pelo menos, tenho namorado!', é coisa para me enervar um bocadinho. Como se ter namorado nos tornasse mais valiosos, ou mais válidos até. Como se ter namorado fosse um atestado de sermos boas pessoas. Como se o facto de se ter namorado possa ser usado como um troféu que esse nós conseguimos e conquistámos, e a outra pessoa não. Como se isso nos tornasse superiores de alguma forma.

e quando

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a minha colega que tem umas conversas tão mas tão fúteis começa com as dela a única coisa que me vem à cabeça é isto:


Haja paciência.

3 anos de blog

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Devagar, devagarinho, já se passaram três anos desde aquele dia em que soube que estava colocada na minha primeira opção e em que se decidi criar este blog. Se ele já viu acontecer muita coisa, sei que ainda está muito para vir. Obrigada a todos os que desse lado me lêem!


este ano sou uma folha de papel em branco

Este ano é o ano em que tudo muda para mim. Não estou mais na universidade. Já concluí a licenciatura mas não vou para mestrado. Não entrei na outra escola que queria, não passei à segunda fase de provas sequer. Não tenho emprego. E ainda não tenho casa em Lisboa onde quero morar. Não tenho namorado sequer. Ao fim e ao cabo este ano vai ser ano de novela e de filme, onde vou atrás daquilo que quero sem medos, onde vou à luta, e onde não há qualquer tipo de amarra que me prenda à minha terra natal. Vou ser uma folha de papel em branco pronta a ser escrita de novo, com a história que sempre quis.

eu tenho uma teoria sobre filas

que consiste em: se já entrámos numa fila (quer seja de trânsito, supermercado, entrada para um concerto, etc.) não se muda. A menos que a fila em que estamos feche, obviamente. De resto, nunca se muda, por qualquer que seja o motivo. Se mudarmos vai dar asneira e, mesmo que a fila pareça mais pequena, vai sempre acontecer alguma coisa que nos vai levar ao arrependimento.


Ontem, no Pingo Doce, tive a confirmação da minha teoria. Quando estava para pagar vi que a fila da esquerda estava substancialmente mais curta que a minha. Mudei.

Quando o senhor à minha frente estava a pagar, aparece uma velhota mal humorada com uma muleta, com uma caixa de Fitness de 500g e uns ovos. Vira-se para o caixa e pergunta-lhe:

- Olhe, aqui a caixa prioritária está fechada, é para esta que eu venho é?

Não deixou que ele respondesse e pôs as coisas imediatamente à minha frente no mini-tapete e foi directamente para o sítio onde se paga. Nem água vai para mim. Eu que sou uma tipa simpática fiquei calada e l…

losers

eu e a minha irmã estávamos a ver uma telenovela qualquer (cá em casa dela só há quatro canais) quando me surge a seguinte conclusão:

- olha lá, já viste esta estupidez, nas telenovelas é sempre gente rica e bem sucedida, nunca há losers.

ao que ela me responde:

- Há pois! a Chiquitita!

e com esta me calei.
Acabei de acordar e sinto-me exausta na mesma. Os últimos dias têm sido completamente anormais na minha vida, daqueles que em pouco tempo determinam muito. Voltei a Lisboa e candidatei-me novamente à ESTC. Depois de dois anos cá estou eu. Com outras pessoas em jogo e com outro júri. É sempre interessante observar que há pessoas estúpidas em todo o lado, e que eu acabo por ser também estúpida por pensar que podemos competir sem ter de arruinar a prova dos outros. Ou por não ficar feliz quando aos outros lhes corre mal. Também é engraçado ver que aquilo continua um antro dos Morangos com Açúcar: este ano não foi o Angel-O, mas sim o tipo que fazia de Ricardo nesta última temporada. Os primeiros resultados saem esta sexta, e eu até lá só quero pôr a cabeça de molho e fingir que nada disto aconteceu.

Por onde andaste esta semana, Buu desaparecida?

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e agora, quem adivinha onde foi? (difícil, difícil...)
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de Revolutionary Road (2008)

sabes que estás oficialmente a pirar quando

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há mais de 24h que repetes a mesma frase da mesma música que até é bastante rasca (acho que até sonhei com ela e tudo):

ôôôôôôôô ôôôôôôôôôôôôôôôô
you'll find us chasing the sun 

The Wanted - Chasing the sun


Estar uma semana num sítio em que mal conseguimos apanhar internet não é difícil mas também não é simpático. O meu computador desde o início que se recusou a colaborar por isso tive de me contentar com o da minha irmã que já é velhinho velhinho. Pois que a net ia abaixo todos os 30 segundos. Ou quando não era a net era o próprio computador. Não houve facebook para ninguém, nem blogs nem nada. Conclusão: já estou quase a acabar o livro que andava a ler, passeei muito, revi os primeiros dois Batman e fui ao cinema ver o terceiro (grande desilusão).

here i go

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para a bela capital durante a próxima semana assim em jeito de estágio para o ano que se avizinha. 

estou a tentar recompor-me depois de ter visto isto

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nem sei que diga, é tudo mau, mau mau.

e não é que gostei mesmo 'like crazy'?

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Like Crazy - 2011 


nunca percebi

aquelas pessoas que dizem 'eu só me arrependo daquilo que não faço'. Sério? Bolas, devem ser mesmo perfeitas porque eu já me arrependi de tanta coisa, que fiz e que disse, e tenho noção de que vai continuar a acontecer permanentemente.

20 anos

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é hoje o meu dia, o menos ansiado, e menos aguardado. Não gosto de entrar na casa dos vinte, não quero ficar crescida. Já tive relances disso e já vi que é uma grande seca, não posso simplesmente dizer: não, obrigada, deixe lá, fico-me com os 19? É que nem o google que costuma ser um fofinho nestas ocasiões me resolveu dar os parabéns, parece que há uma coisa qualquer chamada jogos olímpicos que são mais importantes que eu, humpf. Mas pronto, tenho aquela noçãozinha de que os vinte vão ser bem melhores que os dezanove (também não é dificíl vá...) e é nesse pensamento que me tenho de fixar daqui para a frente.



e isto de escrever no próprio dia de anos não é nada egoísta, nadinha mesmo!

we are golden

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sábado à noite + condução assegurada por mim + best super excitada + concerto do Mika + 90km 
só podia ter dado em comédia, isto comigo não tem hipótese. mas da noite toda o que tocou mais foi mesmo esta música que até me fez ter uma lagrimita no canto do olho. às vezes acho que ele a escreveu para mim. 


Who gives a damn about the family you came from? No give it up when you're young and you want some!

então que é assim

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tenho três dias para acabar de ler este livro, tem de ser (daqui a uns dias prometo que vos conto a história toda).


Descobri estes senhores e pronto, amor à primeira vista (ou som vá)

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e quando a minha amiga que só vê filmes tipo NeedForSpeed e Transporter

e à qual ando há algum tempo a tentar que veja filmes decentes me diz que adorou este(nem precisam de clicar no link, sabem bem de qual falo!) filme e que a ajudou a abrir os olhos e a perceber a realidade? Só me faltou dar pulinhos de contente!

e por falar nele...está-me a dar uma vontade horrível de o ver de novo.

Parabéns best!

A minha best, aquela que já o é há mais de dez anos, faz hoje vinte! Parabéns parabéns parabéns!

Buu Maria testa, para o bem da humanidade, quantas camadas de verniz aguentam as unhas (post altamente fútil)

Comprei há um ano um verniz amarelo que nunca tive coragem de usar. Hoje foi o dia. Só que aquilo é tão líquido, tão líquido que adivinhem? Três camadas de verniz na mão esquerda e quatro (!) na mão direita. Fica um bocadinho pasta, é verdade, mas se esperarem meia hora resulta. Mas também ajuda se não o tiverem feito depois de jantar e antes de arrumar a loiça.

Buu Maria, desde 92 a trabalhar para novas descobertas científicas extremamente relevantes. 

Do espírito de sacrifício

O meu plano A de vida é muito fluido, e escorrega-me por entre os dedos. Por isso, decidi que tinha de ter um bom plano B, estupidamente sólido que nem uma rocha. É que eu podia muito bem estar na praia, na piscina ou em casa a procrastinar... mas continuo a levantar-me todos os dias para ir para a universidade fazer um estágio de verão num sítio que é pior que uma sauna. São quinze dias agora e mais outros quinze em Setembro e é para o meu bem, mas valha-me Deus, custa tanto!

José Hermano Saraiva

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Faleceu hoje aos 92 anos. É estranho, sempre me tinha habituado a vê-lo como aquele senhor que sabe de tudo e parece que nunca envelhece. Tenho mesmo pena, e acho que se perdeu muito.


e pronto, é isto.

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E saber que, assim, do nada, vou receber 90€?

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Explicando de uma forma muito resumida: na Queima das Fitas de Coimbra o cortejo é feito com carros alegóricos de cada curso. Este ano foi a minha vez. Fizemos das tripas coração para conseguir pô-lo de pé. Vendemos rifas, pólos, brindes, chupa-chupas, etc etc etc. Pois que no fim do carro pronto, e do cortejo passado, foram feitas contas e cá temos, sobraram 90€ para cada um!

Devo ter um sangue muito doce, só pode

a noite passada uma melga resolveu fazer a sua refeição no meu pé esquerdo. Resultado: tenho 11 (!) borbulhas nele e uma comichão tremenda.

Coisa que me irrita solenemente

é eu estar a falar com alguém e essa pessoa levar tudo para o lado dela. Detesto mesmo. É o caso de:

Pessoa x - Então e como é que tu andas?
Eu - Hum, mais ou menos...é que...
Pessoa x - Ah pois, eu percebo. Eu e o y também não andamos nada bem. No outro dia ele fez-me isto e isto e aqueloutro. Blá blá blá blá...

Bolas, e se não é o tema dos namorados é outro qualquer. E irrita-me, porque eu acho que até sou boa ouvinte e tenho noção de que há pessoas que não se esforçam minimamente, e só querem é falar e que os outros que os aturem.

Querido destino,

vamos lá a ver uma coisa: quando saio à noite é para me divertir e não para ouvir o Gotye enésimas vezes sim? (é que eu nem sei a letra todinha de cor nem nada...)

Obrigada.

filmes e mais filmes

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apesar de me estar a dar uma vontade horrível vinda do nada para ver este filme pela enésima vez...


vou-me dedicar antes a estes cinco meninos que também prometem. depois digo como foi.

acho mesmo que não devo ser uma tipa igual às outras

não, não gostei do The Notebook. nem do livro, nem do filme, blhac. e olhem que eu até sou toda romântica e lamechas, pirosa e outras coisas que tais.

parece-me que,

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à velocidade com que li o primeiro livro, considerando o facto de que vou quase na página cem do segundo, e só o comprei ontem, estou a contar ter a trilogia Millenium toda lida até ao final da próxima semana. Já não sei há quanto tempo lia um livro que me cativasse assim, quanto mais três.



se ao menos a Anna Karénina que já tenho há dois anos mas ainda nem a meio vou também fosse assim...