sábado, 24 de março de 2012

Ódiozito de estimação #1

Fotos de gente no facebook a beijarem-se. Não consigo perceber o objectivo, juro que não percebo. A ideia é o quê? 'Ai que somos tão românticos!' ou 'Olha para nós a expressar o nosso amor sem pudor!' (E esta última frase lembra-me até de uma vez em que uma colega minha tinha uma foto com o namorado em que estavam a aparecer nus debaixo de lençóis em que ele tinha a mão no peito dela numa clara tentativa falhada de ser artístico...mas isto já dava para outro post.)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Tu.

Nunca te disse, mas muitas das vezes em que me ponho a pensar em ti só porque sim, a Ivete invade-me a mente e lá começa a cantar: 'a minha sorte grande foi você cair do céu' no seu melhor sotaque brasileiro.
Porque sim, tu és a minha sorte grande. Parabéns urso!

make a wish.

quarta-feira, 21 de março de 2012

o meu computador foi para o céu mas depois apeteceu-lhe e voltou

Aqui há uns dias quando fui para pegar no computador não pude deixar de reparar que o bicho tinha morrido, tinha mesmo ido para o céu. Tinha iniciado um programa de restauro e pedia-me para instalar um dispositivo para copiar cerca de 200Gb. Lá instalei e fui carregando no botão 'next'. Afinal não tinha grande opção. O processo demorou umas boas horas. Quando terminou tive de configurar novamente a internet cá de casa, o nome de utilizador e palavra-passe. Por fim fez o favor de me anunciar: 'Nasceu um novo Vaio!'. Conclusão: está como se tivesse vindo da loja. Não está cá nada meu. Nada. E só de pensar que tenho de voltar a passar tudo do disco externo e instalar tudo de novo...não há hipótese, desisto logo.

domingo, 4 de março de 2012

Bambu

Quando, no verão passado, me deram o bambu que está no parapeito da janela do meu quarto, avisaram-me que bastaria pô-lo em água que ele cresceria proporcionalmente à minha felicidade. Aceitei o desafio e tratei bem dele. Vi-o crescer viçoso, verde e saudável até perto do final do ano. Em Janeiro ganhou as duas primeiras folhas amarelas que viriam a morrer. Desesperada por o salvar arranquei-as, como se se pudesse arrancar assim algo e ele pudesse simplesmente esquecer que elas algum dia tinham existido. Não resultou. Isso nunca resulta, não é verdade? Não desisti. Tentei reanimá-lo, troquei-lhe a água frequentemente, e fiz questão que ele apanhasse sol todos os dias. No entanto, a murchidão alastrou-se a todas as outras folhas. Sobram apenas duas metade verdes, metade amarelas. Está a morrer a pouco e pouco. Afinal o bambu sempre precisa do factor x, e esse...esse não tenho a certeza que lho possa dar. 

Calma Buu Maria

Com 25 anos já era altura de ser menos impaciente mas na verdade acho que estou cada vez pior. Será possível que andei desesperada para come...