sexta-feira, 11 de maio de 2012

o fim.

Foste tu que o fizeste chegar. Não que eu nunca tenha pensado nele, mas, sinceramente, pensei que fôssemos mais fortes, pensei que o nosso amor fosse um bocadinho maior. Afinal não era, e apanhaste-me de surpresa. A mim, que tinha uma arrogância enorme em gritar aos sete ventos que éramos melhor que todos e que não tínhamos esses problemazinhos dos outros. Na verdade, nós raramente soubemos o que era discutir. Encaixávamos tão bem, pensávamos igual, entendíamo-nos perfeitamente. Sempre achei que só de ler os teus olhos sabia o que estavas a pensar. Pff, que ingénua! Afinal escondias aí o mais escuro dos segredos: o teu amor por mim tinha morrido. E quando isto acontece o que podia eu fazer? Nada. Absolutamente nada. É horrível, deixaste-me com a sensação de impotência, de querer fazer mais e não poder. Porque eu tentei tudo até ficar sem ar. Corri por nós, corri por ti, torci por ti. Mas não posso fazer a tua parte. Nem quero.

E finalmente, compreendo a mais que gasta Adele: 'sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead.'

O fim chegou porque tu quiseste. E quem me dera que tu não o quisesses. E dói. Dói mesmo muito. Eu tinha a certeza que nós tínhamos muito mais para dar, muito mais para mostrar. Que éramos muito mais do que este ano e meio.

3 comentários:

Mary Jane disse...

:') Abracinho.

м♥ disse...

ohhhhh... força e um beijinho muito grande

Buu disse...

Obrigada às duas pela força :)

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