quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Das duas, uma

Eis que dou por mim a rir-me sozinha ao pensar no meu dia dos namorados do ano passado em que recebi um bilhete em que me juravam que tinha o coração dessa pessoa até à eternidade. E rio-me que nem parva. E depois hoje lembro-me que depois de acabarmos estivemos naquela fase voltamos/não voltamos e o meu drama era que depois daquilo já não sabia quantos meses faziamos, e volto-me a rir. Aliás, estou aqui a rir-me sozinha na loja para o iPad (e o tipo da Companhia das Sandes vai olhando para mim de soslaio). Eu, a rir-me disto. Eu, que só sabia chorar quando pensava no ano de 2012.

Parece que sim, que é verdade. Afinal é possível rirmo-nos de tudo. E das duas uma: ou estou a tombar para o doida, ou isto está quase a passar-me e estou quase quase a sarar da maior ferida que já alguém me cometeu.

3 comentários:

C. disse...

Parece que o ano de 2012 foi um vai/ não-vai para nós as duas. O importante é superar-mos isso e sermos muito felizes. Antes sozinhas que mal acompanhadas!

м♥ disse...

quero acreditar que é o processo natural da cura dessa ferida! :)

Pam disse...

Olha filha, não há nada como nos rirmos dos maus momentos! Hoje também me rio do que, no passado, muito me magoava. Hoje é só passado e umas gargalhadas. Acho que isso faz parte e é bom para nós. Boa sorte nesse processo :)

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