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A mostrar mensagens de Novembro, 2013

Nada como um novo amor para aniquilar um velho

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Está decidido: depois de ler as vossas sugestões e de reunir outras opiniões, tenho uma nova série de eleição que após o 1º episódio foi direitinha ao meu coração.

Portanto, a juntar a New Girl, Glee, Orange Is The New Black e The Walking Dead(nem sei porque ainda vejo isto, cada episódio é uma desilusão maior que o anterior) passarei a ver a partir de hoje e com um atraso de sete temporadas:

A Teoria do Big Bang

Coisas engraçadas desta vida

O meu melhor amigo estar nas galas do Factor X. E ele próprio não saber como se faz para ir assistir ao vivo.

Ironias

Ver no Facebook uma montagem de fotos de uma antiga colega minha da loja, que está de frente para o espelho, a tirar as ditas com o telemóvel, toda jeitosa, sorriso pepsodente, cabelo impecável, com a mania toda concentrada naquele momento, e que tem como descrição: 'como eu nunca vistes'.

Constatação do dia

A probabilidade de encontrar alguém de raça negra a falar ao telemóvel em alto som, cada vez que ando num autocarro público, é cerca de 98%. Haja paciência.

e por hoje é só isto

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Breaking Sad

Em Outubro acabou uma daquelas que eu considero uma das melhores séries de sempre: Breaking Bad. Tinha tudo bom: os actores, o enredo, os planos, a música, a luz. Tinha tudo planeado ao mais ínfimo pormenor, e não deixando nada ao acaso, aproximou-se da perfeição.

Depois do luto feito, tentei encontrar outras séries que fossem tão ou quase tão boas. E aí começou o problema. Comecei por Awkward. Não sei porque achei que fosse bom, mas realmente não é. É um bocadinho melhor que Morangos com Açúcar, e ficamos por aí. Depois fui para Game of Thrones. Vi tudo, e gostei, mas acho que é um bocado sobrevalorizada. Falavam-me tantas maravilhas daquilo que fiquei até ao último episódio à espera de mais, e nunca chegou. E agora ando a ver Orange is the New Black. É levezinho, mas é engraçado, e tem uma história original pelo menos. Mas mesmo assim, não me enche. Alguma recomendação por esse lado?

Eu até estava cheia de raiva e de rancor

com aqueles tipos do Quem Quer Ser Milionário? pelo facto de me terem metido uma pergunta de dificuldade muito superior à esperada na pergunta em que perdi, e pelo facto de me terem lixado a ajuda do telefone de propósito, mas há pouco abri a caixa do correio e lá estava ela: a carta que diz que me vão ser transferidos 500€ inteirinhos para a minha conta bancária, e, de repente, esqueci todos os motivos de ódio e fiquei feliz feliz feliz.

Não me apetece dar um título de jeito a isto

Há dias que tenho saudades de gostar de alguém. Tenho saudades dos mimos, e das mensagens melosas que provocam sorrisos sinceros antes que os consigamos controlar. Tenho saudades de lamechices, de ouvir músicas e pensar imediatamente naquela pessoa. Já não estava habituada a ouvir o raio das letras e a pensar 'ah, sim, que giro, mas isto não é para mim'. E é que depois 80% das músicas é sobre relações, ou amor, ou desgostos, e uma pessoa sente-se desenquadrada. Dou por mim a achar a nova música do Jonh Legend completamente intragável, e a querer gostar dela, mas não tendo como. Tenho saudades em querer a felicidade do outro tanto ou mais do que a minha, tenho saudades da preocupação constante. Tenho saudades de dar as mãos, de passear, de fazer parvoíces, de estar na galhofa, de olhares cumplíces, de beijos, de acordar de manhã e o primeiro pensamento não ser aleatório.

E dizem-me: 'vai sair', 'vai conhecer pessoas novas', 'mete-te com aquele', 'olh…

Como fazer um cover melhor que o original

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Wide Awake - Glee Cast

Madeixas californianas

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Eu até nem era para falar disto, afinal não sou nenhuma entendida em moda, mas depois de ter visto os espécimes que eu vi hoje, não me consegui conter mais.

Acho que fica muito bem, e muito giro se for algo do género:








O problema é que o que se tem visto é:



E isto minhas senhoras, é feio. Isto assim só parece ou que pegaram nas pontas e as meteram num balde com tinta amarela, ou que tinham o cabelo pintado e deixaram de pintar as raízes.

Senhores passageiros, o comboio vai partir!

Tudo começou naquela manhã em que acordei mais cedo do que o normal. Após o ritual do costume, sentei-me no computador preparei-me para ver Game of Thrones. Ainda não seriam dez da manhã quando achei que seria boa ideia ver o meu email. E, de repente, e inesperadamente, lá estava ele: um email a oferecer-me trabalho. Como hospedeira de bordo. Na TAP. A entrevista seria às 14h30 no Aeroporto e eu tinha de levar roupa específica. Roupa essa que eu não tinha em casa. Desesperei, corri até à Primark, comprei camisa, saia e sapatos altos, tirei fotos de rosto, corri outra vez até ao autocarro, concluí que não ia chegar a tempo, apanhei um táxi, corri mais um bocado até ao balcão da TAP para me dizerem que a entrevista não era ali. Estavam uns 28º e eu de camisa de mangas compridas. O meu rabo de cavalo estava todo desanranjado. E eu estava toda vermelha. Corri mais um bocado até ao sítio certo. Perdi-me dentro do Campus deles e demorei uma boa meia hora a encontrar o sítio da entrevista. P…