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A mostrar mensagens de Setembro, 2013

A melhor música que que combina com a chuva

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Bon Iver - Skinny Love
E combina também com cappucinos e croissants quentes para pequeno-almoço, com cobertores no sofá, com o último episódio de Breaking Bad, com limpezas da casa e com o antepenúltimo ensaio antes da estreia (que é já esta quinta - pânico!).

Dramas às duas da manhã de quem já não vive em casa dos pais

Chego a casa do ensaio há pouco menos de uma hora, tendo jantado uma tosta mista. Estou a morrer de fome. Procuro pelo pão: não há. Abro o frigorífico: não há iogurtes. O leite também só chega para amanhã ao pequeno-almoço. Saco dos cereais e começo a comê-los em seco. Parece que não está a cair nada no estômago que para me alegrar me começa a doer. Descubro os pêssegos. Como um e continuo na mesma. Pânico: não há nada para comer nesta casa e eu vou morrer à fome. Acabo de chegar à conclusão de que há ovos. Vou cozer um. Se depois ainda estiver com fome desisto e vou dormir.

Do fim de Dexter (spoiler alert!)

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Quando começou Dexter era uma série do mais alto nível. Com uma premissa muito boa e fora do vulgar tinha tudo para dar certo. Embora tivesse perdido alguma força na 3ª temporada (achei-a tão má que nem a consegui ver toda), voltou em força na 4ª, e as seguintes foram constantemente boas. Até chegarmos à última. Depois de uma penúltima temporada muito forte e com a Jennifer Carpenter a fazer um papelão como Debra, estava o caminho aberto para o fim ser bom, muito bom.

Mas não foi. A última temporada foi uma confusão. Os autores limitaram-se a lançar temas uns atrás dos outros sem um fio condutor e de uma forma completamente atabalhoada. Foi a entrada da Vogel - porquê senhores, porquê? - foi o assassino que tirava partes do cérebro e lhas mandava, foi o pseudo-aprendiz, foi a reentrada da Hannah, foi o Oliver Saxon que afinal era filho da Vogel. Resumindo: foi muita coisa em apenas 12 episódios, para além de que houve coisas completamente desnecessárias.

O que faltou a Dexter foi o co…

Estou de mau humor

Acordei às 8h30, quando podia ter dormido a noite toda, por causa das obras no meu prédio. Porcaria de martelo eléctrico (ou lá o que é) que ainda não se calou um segundo desde aí.

Mas...mas...eu...eu querooooo!

Acabei de saber que a La Roux vai à Latada em Coimbra. Fico em extâse. Depois vejo que é dia 18, sexta, e tenho vontade de morrer, porque todas as sextas e sábados do mês de Outubro tenho a apresentação da minha peça, cá, em Lisboa.

Ai que se me apertou um bocadinho o coração

Ligo a televisão: está a dar a Praça da Alegria. Melhor, está a dar uma reportagem sobre o início do ano lectivo na universidade de Coimbra. E de repente bateu-me a saudade.

Coisas boas desta vida

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Enquanto Dexter está a acabar de uma forma muito morna e, de certa forma, telenovelesca, Breaking Bad está a subir cada vez mais a fasquia para melhor fim de temporada (e série) de sempre. Com episódios estupidamente bem feitos uns atrás dos outros (os últimos 6 não têm absolutamente nada a apontar), o de ontem foi absolutamente genial, capaz de levar alguém a um enfarte (para quem ainda não viu, há spoiler dos grandes nas imagens abaixo - se calhar é capaz é de já ser tarde para avisar, ups!)







Serei sempre a mesma

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Uma das coisas que sempre detestei fazer é decorar. Aquele marranço puro e duro, saber palavra por palavra, sem entrar verdadeiro conhecimento na cabeça. Foi por isso que chegando ao 9º ano, e escolhendo com facilidade a área de ciências, me congratulei por deixar de ter História e Geografia. No entanto, decorar coisas continou a perseguir-me. Ao escolher Biologia para estudar na universidade acabei por ter imensas cadeiras onde tinha de saber tudo de cor, tim-tim por tim-tim. Escusado será dizer que estas eram as disciplinas que menos me interessavam e às quais tinha pior nota. Simplesmente não tinha motivação absolutamente nenhuma para estudar.

Agora, em Lisboa, e num curso de teatro, vejo-me de novo na mesma situação: tenho de saber o meu papel até logo à noite e eu - que a certo ponto me queixei que era pouco - estou-me a ver à rasca para o fazer. É que afinal a minha personagem fala que se desunha, e eu detesto ter que decorar o que ela diz, assim, em casa, a tentar enfiar as pal…

Não sei se ria ou se chore

Ontem um colega meu que é gay disse que teve sonhos eróticos comigo.

Quase que estou a desejar pelo fim do verão

Se isso significar o fim dos programas com música pimba a toda a hora. Já tenho os ouvidos (e os olhos!) a sangrar de tanta porcaria junta.

Homens depilados

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(abre-se a excepção para cuidarem da monocelha e em casos especiais das axilas, costas e ombros)

Ó da casa

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Estou de volta! Está aí algueeeeém?

Bom, na esperança que realmente esteja, vou passar já e sem demoras a explicar-vos porque tive um Agosto tão ocupado:

. Fui a Londres 6 dias e estive perto de odiar a viagem. Não a cidade, não o tempo, não a minha amiga. Mas a família dela. Definitivamente nunca mais viajar para ir ter com pessoas controladoras e que só me deixaram ver a cidade durante 2 dias (os outros tive de andar sempre atrás deles, em centros comerciais e assim. Bof.) (e não, não vos vou mostrar 86824835 fotos da viagem porque eu detesto ver esses posts nos outros blogs - nada contra, eu é que não gosto! - e passo-os sempre à frente, logo não vou fazer o mesmo com o meu)

. Fiz 21 anos (snif-snif) e tentei fazer a melhor festa de sempre - que saiu um fiasco daqueles. Mas, os meus amigos estavam lá, e só isso fez com que a festa valesse a pena.

. Fui passar uma semana à Figueira da Foz e constatei mais uma vez que tenho os melhores amigos que alguém podia ter.

. Estive com o meu …