Mensagens

A mostrar mensagens de 2015
Estava para começar a escrever dizendo que já não sei quem sou, mas apercebi-me, ainda a tempo, que isso seria mentira. Na verdade, eu sei bem quem sou, não tenho é tido tempo de o ser.

Trabalho demais. Não sei se é a realidade ou se faço apenas do trabalho o bode expiatório para tudo o que vai mal na minha vida, mas no fim do dia...trabalho demais. Todos os dias estou no escritório antes das 9 e todos os dias saio depois das 19. Trabalho todos os dias há mais de um ano e meio 10h por dia. E isto é agora, porque no último mês do ano faço cerca de 15h diárias. Para piorar, odeio o que faço.

É fácil, assim, fazer do trabalho o meu bode expiatório. Não tenho tempo para ser quem sou.

Não me lembro da última vez que estive (e juro que isto era das coisas que mais adorava fazer) entretida no IMDb a saltar de filmes em filmes, de clássicos em clássicos, de novidades em novidades, de trailers em trailers. Foi certamente há mais de dois anos.

Sinto-me tão cansada que não consigo ir ao cinema d…

A maior verdade que já alguma vez me disseram

Dói muito. Custa horrores. Mas passa. Tudo passa.


E por mais que não acredites, que penses que é o fim da vida, que só te apeteça pegar na porcaria da dor que tens no peito e deitar fora - bolas, estou farta de te carregar comigo -, que chores mesmo quando toda a gente pensa que já passou (toda a gente chora mesmo quando toda a gente pensa que já passou), vai efectivamente passar. Demora, mas passa. E, até lá, estou aqui, e sabes que podes contar comigo.

2014

Vai então daqui esse recap de 2014 já com 24 dias de atraso.

2014 foi o ano em que finalmente me comecei a sentir à vontade entre o sexo masculino. Foi o ano em que flirtei com uma quantidade maior de rapazes do que em todo o resto da minha vida junta. Passei muitas vergonhas, mas isso fez-me aprender, e aprender a velha máxima "who cares?". 2014 foi também marcado pela desilusão em relação ao meu emprego. Onde eu achava que eram tudo boas pessoas descobri falsidade, maldade, egoísmo, arrogância. O que eu mais adorava é agora aquilo que mais detesto: os meus colegas. 2014 foi ainda o ano em que fiz muita coisa dentro do meu estágio profissional. Foi o ano em que mostrei a mim própria que sou capaz de fazer tanta tanta coisa. Que sou uma das pessoas mais polivalentes daquela empresa. 2014 foi o ano em que fui ao Alive e delirei com Arctic Monkeys, The Black Keys, Bastille, Foster The People, MGMT, Imagine Dragons e The Lumineers. 2014 foi o ano em que encontrei o amor outra v…