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A mostrar mensagens de Janeiro, 2015

A maior verdade que já alguma vez me disseram

Dói muito. Custa horrores. Mas passa. Tudo passa.


E por mais que não acredites, que penses que é o fim da vida, que só te apeteça pegar na porcaria da dor que tens no peito e deitar fora - bolas, estou farta de te carregar comigo -, que chores mesmo quando toda a gente pensa que já passou (toda a gente chora mesmo quando toda a gente pensa que já passou), vai efectivamente passar. Demora, mas passa. E, até lá, estou aqui, e sabes que podes contar comigo.

2014

Vai então daqui esse recap de 2014 já com 24 dias de atraso.

2014 foi o ano em que finalmente me comecei a sentir à vontade entre o sexo masculino. Foi o ano em que flirtei com uma quantidade maior de rapazes do que em todo o resto da minha vida junta. Passei muitas vergonhas, mas isso fez-me aprender, e aprender a velha máxima "who cares?". 2014 foi também marcado pela desilusão em relação ao meu emprego. Onde eu achava que eram tudo boas pessoas descobri falsidade, maldade, egoísmo, arrogância. O que eu mais adorava é agora aquilo que mais detesto: os meus colegas. 2014 foi ainda o ano em que fiz muita coisa dentro do meu estágio profissional. Foi o ano em que mostrei a mim própria que sou capaz de fazer tanta tanta coisa. Que sou uma das pessoas mais polivalentes daquela empresa. 2014 foi o ano em que fui ao Alive e delirei com Arctic Monkeys, The Black Keys, Bastille, Foster The People, MGMT, Imagine Dragons e The Lumineers. 2014 foi o ano em que encontrei o amor outra v…