sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Aos 25

Passei a meia-noite de 7 em Budapeste com uma das minhas melhores amigas e foi o melhor dia de anos de sempre. Entre almoçar McDonalds e jantar KFC, passar o dia nas Termas de lá que são espetaculares e à noite andar num barco no Danúbio, recebi mensagens e chamadas queridas e genuínas dos meus amigos e de quem me quer bem, e tive direito ainda a algumas surpresas!

As lágrimas vieram-me aos olhos várias vezes, de tão grata e feliz que me senti nesse dia. Tenho tanta sorte naqueles que me rodeiam, e cada vez mais, quero tanto conserva-los.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Da falta de amor próprio

O P. é daquelas pessoas que me dá um nó no coração sempre que penso nele. Conheço-o desde os 10 anos, e sempre fomos da mesma turma até ao 12o ano, onde 90% das vezes partilhamos a mesma mesa. Tive uma grande paixão de miúda por ele imensos anos, até aos 15, quando se tornou um dos meus melhores amigos. No meu livro de despedida do secundário escreveu que não esperava menos do que ser o meu padrinho de casamento.

O P. sempre foi aquele miúdo inteligente, engraçado, divertido, que fez parte do meu grupo de amigos, e que não prescindia de estar connosco por nada. Era um amigo a sério, do coração.

Até que há cerca de uns cinco anos conheceu a namorada dele que deverá ser a pessoa mais conflituosa e ciumenta que conheço. Ele deixou de aparecer, de responder às mensagens, se nos vê, evita-nos e foge para outro lado, e apenas se dá com ela e com os amigos dela.

Na festa da terrinha em Maio eu e a T. encontramo-lo e fizemos uma festa. Ficou todo encavacado, mal falou, apareceu a general que lhe fez sinais nas nossas costas e ele desapareceu muito rapidamente dizendo que tinha que ir para casa.

Parece outra pessoa, a luz e o sorriso que tinham desapareceu. Fico triste, na verdade perdemos um amigo.

Aos 25

Passei a meia-noite de 7 em Budapeste com uma das minhas melhores amigas e foi o melhor dia de anos de sempre. Entre almoçar McDonalds e jan...