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quarta-feira, 9 de junho de 2010

1 mês.

1 mês. 31 dias. 1 mês a falar contigo ao telefone. Todos os dias (com exepção de um, pronto, verdade seja dita). 1 mês que já se transformou em saudades. 1 mês de irritação por não morares aqui ao lado, aqui pertinho de mim. 1 mês de rir a bom rir. 1 mês de felicidade.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

E o pior

o pior é que este feeling (não, não é de que a selecção vai ganhar o mundial) que se apoderou de mim não sai. O feeling de que como tão depressa esse teu interesse por mim veio, também se está a ir embora.

sábado, 29 de maio de 2010

Sol.

(sim, eu estou viva, para o caso de se terem perguntado onde andei na última semana, o meu pc é que morreu coitado)

'Tratava-se de alguém infinitamente feliz e esse estado de espírito acompanhava-o como uma aura, contagiando todos os que estivessem perto dele. Como um Sol com os pés assentes na terra. Sempre que alguém ficasse ao alcance da sua força gravítica, Jacob transmitia-lhe calor. Era um dom natural, fazia parte de si. Não admirava que eu ficasse tão ansiosa por estar com ele.
'
Lua Nova - Stephanie Mayer

e tu és assim, tal e qual assim, R.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Amanhã.

E é amanhã. Amanhã. Amanhã. Gosto de dizer muitas vezes a palavra. Soa-me bem. E o que vai acontecer amanhã, R.? Não sei. Nem tu sabes. Alguém sabe? Provavelmente não. E agora? Detesto não saber o que vai acontecer. Deixa-me sempre com a ideia de não vai acontecer nada. Mas tu tens o poder de mudar isso, sabes bem, não sabes? Ufa, ainda bem. Acho que fiquei mais aliviada.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Há qualquer coisa de leve na tua mão, qualquer coisa que aquece o coração. Há qualquer coisa quente quando estás, qualquer coisa que prende e nos desfaz.

É já este sábado, R., é já este sábado.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

R.


Viciaste-me em ti. Juro, de mansinho infiltraste-te aqui dentro. De uma forma fácil e simples. Como se fosse o caminho mais natural a seguir. Passinho a passinho, instalaste-te de forma quase definitiva. Viciaste-me em ti e nas tuas múltiplas chamadas diárias. No teu riso luminoso e no som da tua gargalhada de criança. Na tua espontaneidade, na tua incrível capacidade de me fazer sorrir. Em apenas uma semana. O que mudou numa semana! Viciaste-me em ti R. E agora o que é que vais fazer?

O pior, o pior é que estou com um feeling enorme que não devia ter postado isto não é, mana?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Bichos do meu rico mundinho #8

O pai. Não, não é sobre o meu pai. É sobre o pai. (a foto engana, não engana?)

O pai foi meu colega no secundário. E não, ele não tem filhos. O pai é um engatatão. Dos a sério, e não como o pseudo-engatatão. Daqueles que realmente come e deita fora. O pai namorou com uma colega minha durante quase um ano, e foi bonito de se ver. Daqueles casais que olhamos e dizemos oh tão fofinhos, ou eles gostam mesmo um do outro. É claro que não achámos nada fofinho quando soubemos que ele a tinha traído, mas como dizem 'quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita'.

O pai é uma personagem e tanto. Era frequente vê-lo a dizer que ia espalhar o fetiche, por exemplo.

O pai adorava que o tratássemos por pai. Sinceramente nunca percebi muito bem porquê. Se calhar era porque adorava dizer anda cá ao pai.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Não gostas de mim, e isso já eu percebi. Pronto, não gostas. Também não sei o que hei-de fazer para gostares. Eu não estou interessada em que gostes, só queria saber o teu motivo. Eu, (eu!) é que tenho motivos para estar chateada. Tu é que gozaste comigo. Tu é que me apontaste ao teu amiguinho. Tu é que te riste de mim. Por isso estou farta. Estou farta (até ao tutano, juro) da tua enorme infantilidade e da tua incrível capacidade de me pores fula só com um olhar de desprezo. Porque o que me irrita verdadeiramente é que tu não tens um motivo. E eu estou inocente. É que não gosto de ser acusada injustamente.

domingo, 18 de abril de 2010

Houve um pedaço de mim que sem querer ficou em ti. Nunca se passou nada de real entre nós, mas ele ficou aí. Ficou aí preso em ti, e tu guardaste sem dizer nada. Não assumes que o tens, nem mo devolves. Mas eu sei que o tens, e tu também sabes. Um pedaço muito pequeno, mas quero-o de volta na mesma. Assim como sabes que eu também tenho cá dentro um pedaço teu. Eu não me importo de to devolver, se devolveres o meu, pode ser? A sério, não me importo nada. É só que quero enterrar isto para sempre, e assim não consigo. E, com uma mãozinha tua, consigo apostar em como ia custar muito menos.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bichos do meu rico mundinho #6

O pseudo-engatatão.


Há os engatatões. Que conseguem conquistar todas, ou que consegue com que todas andem atrás deles. E depois há o pseudo-engatatão, que tem a mania que faz tudo isto mas não faz.

Ele não é, sequer, bonito. E tem os dentes amarelos e as gengivas inchadas, o que não contribui muito para a boa imagem dele, eu sei. Todas as segundas-feiras lá vinha ele 'ei, sabes o quem é que eu comi na sexta-feira? uma gaja muita boa!'. E pronto, nós acenávamos e sorriamos, todos falsinhos, e todos a pensar 'está bem, está.'


O grande problema do pseudo-engatatão é que ele mente com todos os dentes que tem na boca. Raramente tinha curtido com alguém, e se realmente isso tinha acontecido, a rapariga não era de todo bonita. Não digo que ele não seja boa pessoa, ele é.

Mas é só mais um caso de pessoas que precisam de auto-confiança* e arranjaram-na da melhor maneira que conseguiram.



*Ainda estou para descobrir uma maneira decente de a arranjar, isto ultimamente não anda fácil para os meus lados.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Cada vez me apercebo mais que

as aparências iludem. Tanto. Mesmo muito.
Tanto que eu achava que ela, essa rapariga gira que namora contigo, meu querido ódio fofinho, tinha de ser igual a ti. Eu sei, a minha parvoíce quando esse pensamento me atravessou estava ligada. Hoje ela provou que não. Que é uma pessoa decente e simpática, como tu não mereces. Foi a primeira vez que falei com ela, mas juro que fiquei com uma óptima impressão. Melhor do que tu algum dia me vais fazer passar.

É pena, ia jurar que uma pessoa como ela tinha discernimento suficiente para perceber o parvalhão que tu és.

sexta-feira, 5 de março de 2010


Estou aqui a pensar em ti e em como tu és a metáfora da perfeição. És como um bombom de chocolate com o meu recheio preferido. Onde andaste tu hoje? Desapareceste da minha vista e assim eu não vivo. Não demores mais, estou cheia de saudades tuas.Não consigo sequer conceber acordar e tu não estares ao meu lado. Não agora. Tu ainda mal sabes que existo. Mas eu não me importo. Por enquanto, não me importo de ir sonhando contigo. E comigo. Com a tua mão na minha. Com os teus lábios nos meus. Tens um sorriso cansado. Eu gosto dele assim. Não te preocupes. Eu gosto de tudo em ti. Já não faço frases articuladas entre si sequer, já reparaste? É isto que provocas em mim.

Da tua, Maria. (não, não é o meu nome)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Afinal o sistema ainda funciona

Rapaz A conhece rapariga B e rapariga C. Rapaz A tem imediatamente empatia com rapariga B e um bocadinho menos empatia com rapariga C. Rapaz A torna-se melhor amigo de rapariga B e amigo de rapariga C. Rapariga C descobre passado algum tempo que rapaz A e rapariga B namoram às escondidas, e fica triste, não por namorarem mas por fazerem segredo dela. Rapaz A começa a tratar mal rapariga C talvez porque rapariga B tenha ciúmes. Rapariga C começa a responder mal a rapaz A. Rapaz A repara e pede desculpas a rapariga C. Rapaz A começa a dar graxa a toda a hora a rapariga C.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

AHAHAHAH


AHAHAHAH. Ahahahahahah. Esperem, tenho de me rir, mais um bocadinho. Ahahahahahah. Desculpem, eu vou-me tentar conter. Ahahahahahah. Pronto, ja chega de rir. Ahahahah. Pára, Buu, as pessoas querem saber se vais dizer alguma coisa de jeito ou não. Ah, desculpem.

Com que então tu achas, meu querido ódio fofinho que eu estou apaixonada por ti? Bem, só pode, porque da maneira grosseira que me tentas fazer ciúmes com a tua namorada (que é bem gira, por acaso). Nem eu sabia que provocava assim tanto desconforto em ti. Não te preocupes, estás seguro com ela, eu não te vou atacar. És como uma criança com medo que lhe tirem o chupa-chupa mas que faz inveja por o ter. Aliás, és como uma criança, ponto. És tão engraçado.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

My own stupid fairytale

Sou uma tontinha. É a isso que eu me resumo. Daquelas miuditas que acham que o príncipe encantado vem num cavalo (não necessariamente branco) salvar a donzela - ou seja, eu - da sua horrível situação, quer seja no cimo de uma torre, quer seja simplesmente da casa dos pais.
As minhas relações semi-amorosas (eu nunca tive nenhuma a sério, daí o semi) começam sempre como um conto de fadas. Quer seja num autocarro, numa mercearia ou num cinema (e não estou a inventar nada) acho sempre que é esse o rapaz que se intitula como a 'alma-gémea' do meu estúpido coração. E se não for por aí, também temos sempre outras situações típicas como eles odeiam-se e depois começam-se a amar ou eles já se tinham conhecido há algum tempo e nunca se tinham visto de verdade.
A minha vida dava um livro. Mas daqueles rascos. O fim? Isso até eu gostava de saber.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Promises

Amanhã vou experimentar. Juro. Quando voltares a olhar para mim com o olhar de ódio que só tu sabes fazer eu não vou baixar a cabeça. Não vou fazer o sorrisinho envergonhado que faço sempre. Não vou pensar ‘o meu karma é o pior do mundo’. Amanhã vou estar ansiosa. Não vou fugir de ti como sempre. Não vou corar. Não me vou deixar intimidar. Não vou fingir que as faíscas que vemos no ar sempre que estamos os dois são sinal de mau ambiente. Não são, e tu sabe-lo. Talvez seja por o saberes que me odeias tanto. Talvez porque te abane as ideias que tinhas pré-concebidas. É por isso que amanhã te vou retribuir. Talvez as faíscas dupliquem. Talvez desapareçam para sempre.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ódiozinho fofo

'Go ahead and hate on me hater, I’m not afraid of, what I got I paid for, you can hate on me'

É certo que toda a gente conhece alguém que não gosta. Mas ter alguém que se odeia não é para todos. Não se enganem, eu não sou rancorosa, mas este deixa-me fora de mim. É um ódio sem explicação. Não se trata de uma rapariga que por acaso podia gostar o meu tipo que eu. Não. Aliás, nem sequer se trata de uma rapariga. É um rapaz. Não, ele não me traiu, podem parar de tentar adivinhar. Como eu já disse, não há explicação possível.

Ele olha para mim de uma forma, bem, um tanto ou quanto esquisita. Como se me odiasse. Olha-me fixamente obrigando-me quase imediatamente a baixar o olhar quando nos cruzamos. É estúpido, eu sei bem. Portanto, se ele me odeia, eu infantilmente odeio-o também.

A coisa pior: o meu ódiozinho fofo é giro. E pelos vistos também é convencido.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Ele é quase perfeito, mas... II

Aviso prévio: visitar este link antes.

Já está? Boa, agora já posso continuar.
Há mesmo pessoas ingénuas, just like me. E, não querendo cair no chiché, os homens são todos iguais. Pronto, é a verdade. Serem muito simpáticos? Esqueçam, é tudo uma farsa. Quando estão solteiros só pensam numa coisa: arranjar alguém para dar umas voltinhas. E se uma não serve, ora bolas, há mais um milhão no mundo para conquistar. E há de muitos tipos, por isso, para eles nunca há falta. São falsos. São falsos e ponto final.

sábado, 16 de janeiro de 2010

C.

O C. é aquele tipo de rapaz que é um fofo. Que faz uma festa quando me vê. Que me dá um abraço apertado por ter saudades minhas. Que me atura já a noite vai longa. Que me dá conselhos. E que não me deixa desanimar. E que, acima de tudo, não gosta de mim. É isso que o quase torna perfeito. Sim, o C. tem namorada. Como diz a D. (a best) 'só nao te apaixonas por ele porque ele é mesmo feio'. E a pena é que é. É mesmo.
O C. é daqueles amigos que eu sempre quis ter. Não tenho o e-mail dele sequer. Tenho o número e a última mensagem que trocámos foi de Natal. Não precisamos de estar sempre em contacto. Não precisamos daquela necessidade de sabermos que estamos ali. Estamos ali um para o outro e sabemo-lo. E é isso que me faz gostar tanto dele.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Bye bye 2009

Provavelmente o melhor ano da minha vida, e mesmo assim uma bosta. Nem um namorado, nada. Nem um único beijo. Isso é sequer possível? Hum, realmente eu achava que não, mas ao que parece para mim, é. Será que é este ano que eu vou finalmente ser feliz? Continuo a achar que não, mas parece melhor se eu disser que sim. Afinal a esperança é a última a morrer.
Eu não sou assim tão feia, i hope. Por isso é este ano, sim? É este ano.
Esta é a minha resolução para este ano: ter um namorado decente por algum tempo. Não é pedir muito certo?

Olá 2019

Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...