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terça-feira, 9 de março de 2010

Sabem quando uma música não vos sai da cabeça? Pronto, é só isto que tenho para dizer. Agora, se for para cantar...

'I used to think maybe you loved me
Now baby I'm sure
I and just can't wait till the day when you knock on my door
(...)
I'm walking on the sunshine whoa oh!
I'm walking on the sunshine whoa oh!
I'm walking on the sunshine whoa oh!
It's time to feel good!'

Vou tomar isto como um bom presságio. Antes isso que outra coisa qualquer, como por exemplo sinais evidentes que estou a ficar cada vez mais demente.

domingo, 7 de março de 2010

Londres e o post mais ansiado do momento

foto tirada por mim :)

Se há coisa que Londres me ensinou é que uma cidade tão bonita merece ser visitada mais do que uma vez. Por isso da próxima vez:
. não durmo (se é que se pode chamar dormir) uma noite inteira no aeroporto;
. logo não perco o avião de volta;
. não fico num hotel super rasco em que tive de transportar a mala de 10kg quatro andares de escadas/ficar sem aquecimento de noite/ficar sem luz mais de uma hora também de noite/ficar sem água quente de manhã;
. ando no London Eye;
. tiro uma fotografia decente ao pé do Big Ben;
. ando num autocarro típico;
. levo mais do que um casaco e um gorro para não parecer que as fotografias foram todas tiradas no mesmo dia;
. vejo mais do que uma exposição no Museu de História Natural;
. ando mais outro milhão de vezes no metro;
. bebo outra vez um Vanilla Latte (que é a melhor bebida do mundo, by the way);
. vou ao Madame Toussauds e vejo a estátuta em cera do RPatzz que vai lá estar daqui a quatro meses;
. e por falar nisso, vou vê-lo, porque não acho normal ir à mesma cidade em que ele está e não o ver.

sábado, 6 de março de 2010


Era uma vez uma Buu ingénua e frágil. Até ao dia em que a Buu se cansou de ser ingénua e frágil. E desde esse dia que a Buu passou a ser céptica e forte. Assim não se volta a magoar tão cedo.

quinta-feira, 4 de março de 2010

A esperança é a última a morrer.

E quando pensamos que não há esperança para estes lados lemos isto



















e outros do mesmo género, e até começamos a achar que a nossa vida um dia poderá dar um livro semelhante a estes.

PS: é claro que só estou a falar da história principal e não de todas as histórias secundárias (por sua vez bem tristes) envolvidas em cada um dos livros.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Eu queria, juro que queria.

Juro que queria estar apaixonada. Por alguém. Por uma pessoa vulgar aos olhos de todos, invulgar aos meus. Por alguém que com um simples olhar me queimasse por dentro, como se o ar que respirássemos fosse a combustão desse fogo. E não queria sentir as borboletas no estômago, mas ser habitada por milhares de bichos que se agitassem sempre que sentissem a sua presença. Juro que queria estar apaixonada.

(se ao menos estivesse apaixonada, escrevia textos bonitos como este todos os dias.)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Tenho sono.

Tenho sono. Tenho sono e quero ir dormir. Tenho sono, quero ir dormir e sonhar contigo.

My own stupid fairytale

Sou uma tontinha. É a isso que eu me resumo. Daquelas miuditas que acham que o príncipe encantado vem num cavalo (não necessariamente branco) salvar a donzela - ou seja, eu - da sua horrível situação, quer seja no cimo de uma torre, quer seja simplesmente da casa dos pais.
As minhas relações semi-amorosas (eu nunca tive nenhuma a sério, daí o semi) começam sempre como um conto de fadas. Quer seja num autocarro, numa mercearia ou num cinema (e não estou a inventar nada) acho sempre que é esse o rapaz que se intitula como a 'alma-gémea' do meu estúpido coração. E se não for por aí, também temos sempre outras situações típicas como eles odeiam-se e depois começam-se a amar ou eles já se tinham conhecido há algum tempo e nunca se tinham visto de verdade.
A minha vida dava um livro. Mas daqueles rascos. O fim? Isso até eu gostava de saber.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Bof.


Acabei de descobrir que o meu cabelo é igualzinho ao da Kate de Lost. Da Kate, não da Evangeline Lilly. Isto até podia ser bom, se ela não estivesse há não sei quantos anos numa ilha com condições miseráveis e se eu não vivesse numa casinha simpática em que lavo o meu cabelo pelo menos dia sim dia não.


PS: O post sobre Londres virá, mas só quando o meu querido irmão me trouxer a minha máquina fotográfica que tem a fotografia perfeita para o ilustrar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Eu sou um bicho. Feio e mau. Talvez seja por isso que este bicho nunca tenha encontrado outro bicho para namorar. Sou um bicho que gosta mais de andar sozinho que acompanhado. Sou um bicho que gosta de olhar pela janela e imaginar como podia ser o seu futuro mas não é. Sou um bicho que está a perder todos os seus melhores amigos. Um a um. Sou um bicho que tem os olhos tristes mas que finge na perfeição que está feliz. Sou um bicho egoísta. Sou um bicho que pensa demais.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Well well


Aviso prévio: para quem não leu o crepúsculo não vai perceber nadinha do que vou dizer a seguir. Se ainda assim quiser continuar é problema seu.

Hoje tive um sonho estranho.

Quem é anti-crepúsculo vai torcer o nariz, franzir o sobrolho e abanar a cabeça negativamente, por isso preparem-se: eu era a Renesmee. Eu, que não sou loira, nem super bonita, nem tenho caracóis perfeitos. Eu, que nem sequer gosto desta personagem. Eu, que gosto muito mais do Edward do que do Jacob. A história não era exactamente igual à original: eu não era filha da Bella e do Edward, acho que era irmã dela. Disto eu não tenho a certeza. Os meus sonhos são sempre tão impossíveis e imprecisos.

E o Jacob, que realmente tinha tido impressão natural por mim, odiava-me. A terceira e última pessoa que aparecia, era Rosalie (que a príncipio pensei que fosse a Victoria). Era exactamente Rosalie que nos tentava conciliar.

E eu amava-o. De verdade. Eu corria atrás dele de cada vez que ele me lançava aquele olhar e fugia de mim. Finalmente, eu consegui falar com ele. Estávamos debaixo de uma macieira e era quase de noite. Ele não me odiava. De uma forma confusa e estranha, ele achava que eu e o Edward estávamos juntos. No final, ele dizia que me amava e beijava-me.
E puff, assim acabou o sonho perfeito.

I know, too much stupid, even for me.



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Hoje abocanhei literalmente uma cabeça inteira de pai natal de chocolate. Não me parece que seja um bom sinal.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Deixa-me só ir ali durante uma semana ou talvez um ano

Há momentos em que enchemos. Até cima. Como se fôssemos um grande barril e deitassem para lá tudo o que calha. Como o discurso de Ryan em Up In The Air. É como se tivéssemos uma grande mochila e a fôssemos enchendo. Com tudo. Com pequenos objectos, com grandes objectos, com pessoas. Com toalhas e lençóis, carros e casa, com o pai e a mãe, com o melhor amigo, com o namorado (bem, no meu caso teria a minha mochila um pouco mais leve neste ponto). E depois tentássemos andar com ela.
A semana passada foi das melhores da minha vida. Passei o dia em casa a ver FoxLife, fui duas vezes ao cinema. Levantei-me e deitei-me às horas que queria. Não estudei apesar de ter exames próximos. Fiz questão de pensar o mínimo nisso possível. Falei pouco com pessoas. Tirei férias de tudo. De tudo. Pus a cabeça em águas de bacalhau e o corpo no sofá.
Mas, e principalmente, absorvi tudo o que quero viver daqui a alguns anos. Ter uma casa, um carro, um namorado decente, falar com a minha mãe uma vez por dia e apenas durante dez minutos, o metro, a cidade, as luzes.

Hello 2020 (com três meses de atraso)

Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...