domingo, 31 de janeiro de 2010

Well well


Aviso prévio: para quem não leu o crepúsculo não vai perceber nadinha do que vou dizer a seguir. Se ainda assim quiser continuar é problema seu.

Hoje tive um sonho estranho.

Quem é anti-crepúsculo vai torcer o nariz, franzir o sobrolho e abanar a cabeça negativamente, por isso preparem-se: eu era a Renesmee. Eu, que não sou loira, nem super bonita, nem tenho caracóis perfeitos. Eu, que nem sequer gosto desta personagem. Eu, que gosto muito mais do Edward do que do Jacob. A história não era exactamente igual à original: eu não era filha da Bella e do Edward, acho que era irmã dela. Disto eu não tenho a certeza. Os meus sonhos são sempre tão impossíveis e imprecisos.

E o Jacob, que realmente tinha tido impressão natural por mim, odiava-me. A terceira e última pessoa que aparecia, era Rosalie (que a príncipio pensei que fosse a Victoria). Era exactamente Rosalie que nos tentava conciliar.

E eu amava-o. De verdade. Eu corria atrás dele de cada vez que ele me lançava aquele olhar e fugia de mim. Finalmente, eu consegui falar com ele. Estávamos debaixo de uma macieira e era quase de noite. Ele não me odiava. De uma forma confusa e estranha, ele achava que eu e o Edward estávamos juntos. No final, ele dizia que me amava e beijava-me.
E puff, assim acabou o sonho perfeito.

I know, too much stupid, even for me.



Afinal

não. Se calhar sai só amanhã ou depois. Ou no outro dia a seguir. Deixem lá isso.

28.01.09

17. Desculpa. Eu. esqueci-me. dos. teus. anos. Desculpa, desculpa. Ah, pois: parabéns. Mas é que ainda estou meia abananada. Aparvalhada. Todos os sinónimos que o Word me dá. Eu não me queria esquecer. Eu não podia. Não que tu alguma vez vás ler isto. Não que tu alguma vez te lembres de mim sequer. Mas eu não...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Amanhã


vai aparecer uma entrevistazeca minha neste queridinho jornal. De uma coisa que nem me orgulho sequer. Mas pronto, parece sempre bem dizer que vamos ter uma reportagem dedicada a nós e mais a umas cinco ou seis pessoas por um jornal publicado a nível nacional.

Então estás a gostar do teu curso?

É a pior pergunta que me podem fazer. Eu não me dou ao trabalho de mentir. Apenas faço um grande favor às pessoas: encolho a resposta. A resposta longa, extensa, e secante que daria seria qualquer coisa do género 'Não, não estou a gostar. Em seis cadeiras, gosto de duas se tanto. E nem quero ver o próximo semestre, já para não falar do próximo ano e do outro. Bem, isto é, se lá ficar até ao fim. Para não falar de que não tenho assim tantos amigos lá como isso. Falo com umas cinco pessoas, o resto limita-se a bom dia e boa tarde. Ah, e ainda há a minha mãe que se me ouve a falar nisto fica passada e começa a dizer coisas sem sentido mas dá para perceber que detesta a ideia de eu desistir no fim deste ano lectivo. Mas pronto, tirando isto tudo, está tudo óptimo, está tudo bem.'
Eu limito-me a responder 'está tudo óptimo, está tudo bem', e acrescento um sorriso no final. Assim, as pessoas acreditam e eu também finjo que acredito em mim própria. Assim, fica tudo bem para toda a gente.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Hoje abocanhei literalmente uma cabeça inteira de pai natal de chocolate. Não me parece que seja um bom sinal.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Deixa-me só ir ali durante uma semana ou talvez um ano

Há momentos em que enchemos. Até cima. Como se fôssemos um grande barril e deitassem para lá tudo o que calha. Como o discurso de Ryan em Up In The Air. É como se tivéssemos uma grande mochila e a fôssemos enchendo. Com tudo. Com pequenos objectos, com grandes objectos, com pessoas. Com toalhas e lençóis, carros e casa, com o pai e a mãe, com o melhor amigo, com o namorado (bem, no meu caso teria a minha mochila um pouco mais leve neste ponto). E depois tentássemos andar com ela.
A semana passada foi das melhores da minha vida. Passei o dia em casa a ver FoxLife, fui duas vezes ao cinema. Levantei-me e deitei-me às horas que queria. Não estudei apesar de ter exames próximos. Fiz questão de pensar o mínimo nisso possível. Falei pouco com pessoas. Tirei férias de tudo. De tudo. Pus a cabeça em águas de bacalhau e o corpo no sofá.
Mas, e principalmente, absorvi tudo o que quero viver daqui a alguns anos. Ter uma casa, um carro, um namorado decente, falar com a minha mãe uma vez por dia e apenas durante dez minutos, o metro, a cidade, as luzes.

Olá 2019

Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...