Rapaz A conhece rapariga B e rapariga C. Rapaz A tem imediatamente empatia com rapariga B e um bocadinho menos empatia com rapariga C. Rapaz A torna-se melhor amigo de rapariga B e amigo de rapariga C. Rapariga C descobre passado algum tempo que rapaz A e rapariga B namoram às escondidas, e fica triste, não por namorarem mas por fazerem segredo dela. Rapaz A começa a tratar mal rapariga C talvez porque rapariga B tenha ciúmes. Rapariga C começa a responder mal a rapaz A. Rapaz A repara e pede desculpas a rapariga C. Rapaz A começa a dar graxa a toda a hora a rapariga C.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
AHAHAHAH

AHAHAHAH. Ahahahahahah. Esperem, tenho de me rir, mais um bocadinho. Ahahahahahah. Desculpem, eu vou-me tentar conter. Ahahahahahah. Pronto, ja chega de rir. Ahahahah. Pára, Buu, as pessoas querem saber se vais dizer alguma coisa de jeito ou não. Ah, desculpem.
Com que então tu achas, meu querido ódio fofinho que eu estou apaixonada por ti? Bem, só pode, porque da maneira grosseira que me tentas fazer ciúmes com a tua namorada (que é bem gira, por acaso). Nem eu sabia que provocava assim tanto desconforto em ti. Não te preocupes, estás seguro com ela, eu não te vou atacar. És como uma criança com medo que lhe tirem o chupa-chupa mas que faz inveja por o ter. Aliás, és como uma criança, ponto. És tão engraçado.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Eu queria, juro que queria.
Juro que queria estar apaixonada. Por alguém. Por uma pessoa vulgar aos olhos de todos, invulgar aos meus. Por alguém que com um simples olhar me queimasse por dentro, como se o ar que respirássemos fosse a combustão desse fogo. E não queria sentir as borboletas no estômago, mas ser habitada por milhares de bichos que se agitassem sempre que sentissem a sua presença. Juro que queria estar apaixonada. (se ao menos estivesse apaixonada, escrevia textos bonitos como este todos os dias.)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Bichos do meu rico mundinho #1
(eu adorava conseguir pôr aqui uma fotografia, mas o Blogger deve estar meio chateado comigo.)
A partir de hoje começo aqui uma nova rubrica, o Bichos do meu rico mundinho. A partir de hoje, todas as terças-feiras às 21:00 (que hoje sai um bocadinho mais tarde) vou-vos deixar aqui a história de alguém que eu conheça que ache que mereça ser contado à blogosfera. Não se preocupem, vão perceber quando começar. Portanto de que é estou à espera? Realmente, de nada.
Hoje apresento-vos The Lady in Purple e The Lady Who Thinks to Be Very Confident But Is Not. (porque é que escrevi os nomes delas em inglês? porque soa melhor.)
A Purple Lady e a Not So Confident Lady são as melhores amigas. Ou assim pensam elas. Conheceram-se na universidade, tal como eu a elas. A primeira tem sempre alguma peça de roupa roxa. Ou o casaco, ou as calças, ou a camisola, ou os brincos, ou até a roupa interior embora eu nunca tenha visto. A segunda tem roupa muito variada, mas igualmente muito cara. A primeira usa sempre sombra roxa, a segunda não usa sempre sombra, mas sempre que usa é de cor roxa.
A Purple Lady é daquelas vendedoras da Yves Rocher. Anda sempre com o catálogo atrás, sabe todos os preços de todas as gamas (palavra que ela própria faz questão em utilizar) mas que olha para nós com estranheza sempre que aceitamos pegar no livrinho. É muito branquinha e faz um ar muito empertigado quando fala. Fica muito coradinha e faz questão de ser muito convencida também. Gosta muito de mandar bocas mas detesta recebê-las.
A Not So Confident Lady é uma convencida nata. Passa o tempo a falar dela, e de como passou com muito boa nota à pior cadeira do primeiro semestre, e de como foi operada ao pé e de como isso fez com que parasse de fazer ballet, que já fazia desde os seis. Adora exibir a sua roupa cara e as suas carteiras que custaram sessenta euros. Não é muito bonita. Mas também não é muito feia. Tem namorado, também ele não muito bonito. Namorado este que nunca o ouvi a dizer uma palavra. Tal como a Purple Lady adora (mais do que ela, provavelmente) mandar bocas. Aliás, adora dizer que somos todas feias e que só ela é que é bonita. Aí está, adivinharam, é por isso que ela não tem assim tanta confiança nela. Tem uma necessidade extrema de rebaixar os outros a toda hora.
Mas, se há coisa que realmente me admira é como é que a The Lady in Purple e a The Lady Who Thinks to Be Very Confident But Is Not, têm muito mais amigos que eu, e mesmo que não sejam verdadeiros, têm de certeza mais conversa que eu para todos eles.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
My own stupid fairytale
Sou uma tontinha. É a isso que eu me resumo. Daquelas miuditas que acham que o príncipe encantado vem num cavalo (não necessariamente branco) salvar a donzela - ou seja, eu - da sua horrível situação, quer seja no cimo de uma torre, quer seja simplesmente da casa dos pais.
As minhas relações semi-amorosas (eu nunca tive nenhuma a sério, daí o semi) começam sempre como um conto de fadas. Quer seja num autocarro, numa mercearia ou num cinema (e não estou a inventar nada) acho sempre que é esse o rapaz que se intitula como a 'alma-gémea' do meu estúpido coração. E se não for por aí, também temos sempre outras situações típicas como eles odeiam-se e depois começam-se a amar ou eles já se tinham conhecido há algum tempo e nunca se tinham visto de verdade.
A minha vida dava um livro. Mas daqueles rascos. O fim? Isso até eu gostava de saber.
Se há coisa que realmente me irrita
é ter ido para Londres um dia depois da premiere de Valentine's Day e vir de lá uma semana antes dos BAFTA.
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Olá 2019
Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...