sexta-feira, 2 de abril de 2010

Remember Me

Não te preocupes Robert, eu não me esqueço de ti. A sério.

Como diz a minha cunhada, não estou estou histérica com o filme. Não estou. Mas não é por isso que não deixei de gostar muito. Não é um filme para miúdas histéricas que berram quando vêem certos actores de tronco nu. E graças a Deus que não é. É um bom filme, certo, direitinho, limpo. Clean, em inglês, soa melhor. É um filme que nos deixa a pensar, com um final óptimo. Até o meu irmão que não gosta do Robert gostou (e digo, o meu irmão gostar de filmes não é a tarefa mais fácil).

E agora, só por causa das coisas, vou passar a comer a sobremesa primeiro (vejam o filme e logo percebem).


Nota final: 7,5.

Será que sou a única que... #1

detesta de morte Tokio Hotel?

Já passou uma semana eu sei, eu sei

e merecia as férias sim?
E agora, perguntem-se lá, porque é que voltei agora mesmo?

Porque vi a 17399765945384925798ª reportagem sobre os fãs(náticos) dos Tokio Hotel que estão à porta do Pavilhão Atlântico. Já sabemos sim? Já sabemos que estão lá há não sei quanto tempo, que os ricos paizinhos deixaram, que a polícia os expulsou de lá durante a noite, que ainda há bilhetes à venda e que se organizaram muito bem para ficarem mesmo à frente no concerto*.

Pronto, eu tinha de expulsar isto. Obrigada.

Oh, e já agora, este post vem mesmo a calhar para a nova rubrica.

*Têm noção é a zona dos moches, onde não vão conseguir ver nada, certo?

terça-feira, 23 de março de 2010

Bichos do meu rico mundinho #5

A bully.

Pior (talvez não seja pior vá) que uma bully agressiva é uma bully passiva-agressiva. A bully foi minha colega de turma durante os trItálicoês anos de secundário. Começámos muito bem: éramos melhores amigas. E fomos até ao momento em que esgotei. Em que me fartei de ouvir umas 2049793278 críticas todos os dias. A bully é mais um daqueles casos de raparigas que têm muita confiança (ou então não têm nenhuma) e adoram deitar os outros abaixo. Nunca percebi como fui amiga dela tanto tempo. É certo que no décimo ano eu não tinha um pingo de auto-estima, mas ela nunca me ajudou a tê-la.

Só para terem uma ideia, numa turma de nove raparigas, no décimo segundo ano, adivinhem com quantas amigas a bully ficou no último dia de aulas? Zero. Isso mesmo, zero. A bully conseguiu chatear-se com oito pessoas do mesmo sexo, éramos todas muito más para ela. Chegou a chorar e a berrar connosco, por dizer que éramos más para ela. (Adivinhem? Naquele momento eu ri-me a bom rir, mas sempre mui discretamente.) A bully, no seu entender, era perfeita. O que fazia era perfeito, o que vestia era perfeito, o que dizia era perfeito. Nada mais errado. Até me custa escrever isto aqui porque o que ela pensa dela própria é tão oposto do que ela é.

É pena que os rapazes às vezes sejam tão práticos, simples e descomplicados. Sempre achei que andar um mês sozinha na escola a iria fazer ganhar alguma humildade mas, bolas, isto nunca chegou a acontecer.

sábado, 20 de março de 2010

Precious



Eu sei, não está na lista.

Nem estava com minimamente vontade de ver, mas a minha irmã com o seu gosto gourmet arrastou-me. E wow. O filme é qualquer coisa. É verdade, não vi os outros filmes, mas elas mereciam o óscar. Mesmo. As duas. Como principal e secundária. Sim, isso mesmo, perceberam bem. E quanto se devia ter ganho como melhor filme ainda estou na dúvida, porque o Nas Nuvens e o Sacanas Sem Lei ainda reinam o meu coraçãozinho deste ano. Mas que deviam ter ganho o óscar deviam. E não me vou conformar com isto até me cansar.

Até a Mariah Carey está bem.

É um filme inteligente: sabe como prender. Sabe caracterizar toda a acção de uma forma extraordinariamente real. Só tive pena de uma coisa: de como acaba. Mas pronto, isso é o menos. Vão ver sim?

Nota final do filme: 8,5.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Signs

Vejam isto e depois não digam que não é uma doçura. Só dá vontade de dizer cutxi-cutxi.


quinta-feira, 18 de março de 2010

Cada vez me apercebo mais que

as aparências iludem. Tanto. Mesmo muito.
Tanto que eu achava que ela, essa rapariga gira que namora contigo, meu querido ódio fofinho, tinha de ser igual a ti. Eu sei, a minha parvoíce quando esse pensamento me atravessou estava ligada. Hoje ela provou que não. Que é uma pessoa decente e simpática, como tu não mereces. Foi a primeira vez que falei com ela, mas juro que fiquei com uma óptima impressão. Melhor do que tu algum dia me vais fazer passar.

É pena, ia jurar que uma pessoa como ela tinha discernimento suficiente para perceber o parvalhão que tu és.

Olá 2019

Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...