Houve um pedaço de mim que sem querer ficou em ti. Nunca se passou nada de real entre nós, mas ele ficou aí. Ficou aí preso em ti, e tu guardaste sem dizer nada. Não assumes que o tens, nem mo devolves. Mas eu sei que o tens, e tu também sabes. Um pedaço muito pequeno, mas quero-o de volta na mesma. Assim como sabes que eu também tenho cá dentro um pedaço teu. Eu não me importo de to devolver, se devolveres o meu, pode ser? A sério, não me importo nada. É só que quero enterrar isto para sempre, e assim não consigo. E, com uma mãozinha tua, consigo apostar em como ia custar muito menos.
domingo, 18 de abril de 2010
Houve um pedaço de mim que sem querer ficou em ti. Nunca se passou nada de real entre nós, mas ele ficou aí. Ficou aí preso em ti, e tu guardaste sem dizer nada. Não assumes que o tens, nem mo devolves. Mas eu sei que o tens, e tu também sabes. Um pedaço muito pequeno, mas quero-o de volta na mesma. Assim como sabes que eu também tenho cá dentro um pedaço teu. Eu não me importo de to devolver, se devolveres o meu, pode ser? A sério, não me importo nada. É só que quero enterrar isto para sempre, e assim não consigo. E, com uma mãozinha tua, consigo apostar em como ia custar muito menos.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Bichos do meu rico mundinho #7
(Falta aqui a bela da imagem, eu sei, my fault).
A empregada do bar. Não, não tem um nome todo engraçado. É só mesmo 'A empregada do bar'.
A empregada do bar não sei bem como a qualificar (ena, uma rima!). Tem aí os seus trinta anos, é muito gorda, tem uma tatuagem horrível no braço e usa o cabelo loiro mal pintado, sempre apanhado e oleoso.
Ela não é simpática comigo. Mas o que eu gostava de perceber é se ela não é simpática porque não gosta de mim ou não é simpática porque gosta de gozar comigo, ou então é as duas coisas ao mesmo tempo. Não consigo perceber porque enquanto manda as suas bacoradas ora se ri, ora está chateada. Eu, pelo menos no meu inocente entender, nunca lhe dei razão de queixa.
Vai-se a ver e está armada em doutora e fala comigo assim porque sou apenas e só uma caloirita de meia tigela.
A empregada do bar. Não, não tem um nome todo engraçado. É só mesmo 'A empregada do bar'.
A empregada do bar não sei bem como a qualificar (ena, uma rima!). Tem aí os seus trinta anos, é muito gorda, tem uma tatuagem horrível no braço e usa o cabelo loiro mal pintado, sempre apanhado e oleoso.
Ela não é simpática comigo. Mas o que eu gostava de perceber é se ela não é simpática porque não gosta de mim ou não é simpática porque gosta de gozar comigo, ou então é as duas coisas ao mesmo tempo. Não consigo perceber porque enquanto manda as suas bacoradas ora se ri, ora está chateada. Eu, pelo menos no meu inocente entender, nunca lhe dei razão de queixa.
Vai-se a ver e está armada em doutora e fala comigo assim porque sou apenas e só uma caloirita de meia tigela.
sábado, 10 de abril de 2010
Será que sou a única que... #3
acha que os Morangos com Açúcar (que não sei como a minha mãe ainda consegue gostar e não me deixa mudar de canal) estão a ficar uma copiação barata e rasca do Glee?
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Don't mess with me today.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Será que sou a única que... #2
acorda sempre de manhã com os lençóis e os cobertores desprendidos do fundo da cama?
terça-feira, 6 de abril de 2010
Bichos do meu rico mundinho #6
O pseudo-engatatão.Há os engatatões. Que conseguem conquistar todas, ou que consegue com que todas andem atrás deles. E depois há o pseudo-engatatão, que tem a mania que faz tudo isto mas não faz.
Ele não é, sequer, bonito. E tem os dentes amarelos e as gengivas inchadas, o que não contribui muito para a boa imagem dele, eu sei. Todas as segundas-feiras lá vinha ele 'ei, sabes o quem é que eu comi na sexta-feira? uma gaja muita boa!'. E pronto, nós acenávamos e sorriamos, todos falsinhos, e todos a pensar 'está bem, está.'
O grande problema do pseudo-engatatão é que ele mente com todos os dentes que tem na boca. Raramente tinha curtido com alguém, e se realmente isso tinha acontecido, a rapariga não era de todo bonita. Não digo que ele não seja boa pessoa, ele é.
Mas é só mais um caso de pessoas que precisam de auto-confiança* e arranjaram-na da melhor maneira que conseguiram.
*Ainda estou para descobrir uma maneira decente de a arranjar, isto ultimamente não anda fácil para os meus lados.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Eu. não. sou. assim.
Eu não sou uma daquelas raparigas que se aplicam a fundo a tudo. No que querem, no que não querem. Não sou como a R. (que tal como eu) não quer este curso, mas mesmo assim esforça-se e mata-se a estudar e tira boas notas. Eu, simplesmente, não consigo ser assim. Não consigo atinar. Não consigo dizer a mim própria 'Buu, vai mas é estudar em vez de estares aí no pc, ou a ver um filme sem jeito nenhum'. Aliás, eu consigo dizê-lo, mas não consigo fazê-lo. Não consigo ter interesse em fazer coisas que não me realizam, que são feias, que são estúpidas. A má decisão que tomei já quase lá vai um ano, estou a pagar por ela agora. Eu não sabia o que queria, lembro-me de estarmos apenas a três dias da mítica candidatura e acordar e dizer 'já sei para onde vou, nem sei como tive dúvidas'. Ainda hoje me pergunto como tive tanta certeza.
Mas é por isso, por não gostar, e por não estar a conseguir deixar de me afundar, que não me consigo aplicar. Mesmo com frequência amanhã a Matemática. Ainda mal estudei.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Olá 2019
Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...
