domingo, 17 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Orgulho
Estão a ver aquele miúdo que apareceu nos Ídolos hoje com uma t-shirt amarela e um casaco preto? E depois cantou no segundo trio 'I Kissed a Girl' com mais uma rapariga loira e um outro rapaz meio rouco?
É o meu melhor amigo. E eu tenho muito orgulho nele.
Este é o canal dele no Youtube. E só para que saibam, ele é o terceiro músico português mais visto. Logo a seguir à Mia Rose e à Ana Free.
sábado, 9 de outubro de 2010
Weee
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Um mês sem a best

Um mês sem uma das vossas pessoas. Not really that easy. É que há tanta, mas tanta coisa que eu sinto falta. E que tal uma listinha?
. Rir às gargalhadas como só tu me sabes pôr a rir. No último mês só me ri assim uma vez e lembrei-me logo de ti;
. Acontecer-me qualquer coisa - a coisa mais estúpida - e mandar-te mensagem logo de seguida;
. Mandar-te cartas escritas à pressa com tinta azul-verde fluorescente sobre o rapaz do cinema;
. Falar sobre o deus-maligno;
. Ver-te comer o teu swirl preferido com topping de menta com aquele ar todo deliciado e fazer cara de enjoada;
. Jogar ao ninja;
. Discutir contigo sobre quem é que tem razão sobre como é que tal coisa aconteceu (admitamos, eu tinha razão em 80% dos casos);
. Ir ao cinema contigo ver bons filmes;
. Fazer vídeos de todas as espécies, incluindo alguns em que somos lésbicas e outros em que somos apresentadoras de televisão;
. Fazer sessões fotográficas intermináveis;
. Seres a minha fashion-adviser;
. Falar eternamente sobre o Glee;
. Andar na tua mota e bater com o meu capacete no teu;
. E de tantas tantas tantas tantas outras coisas.
Tenho tantas saudades tuas.
Os meus pais são os melhores do mundo.

Já está aqui a vossa Buu na paragem à espera do autocarro quando o telemóvel fica sem bateria. Não faz mal, penso eu, daqui a uns quarenta e cinco minutos já estou em casa. Pois sim. Passados dois minutos de ter entrado no autocarro adormeci que nem uma pedra. Nunca me tinha acontecido.
Pois, então o que é que aconteceu? Dormi mais do que o devido e passei a minha santa terriola e quando acordei - passados uns bons quinze minutos do suposto - já estava noutra terriola. Lindo!
E agora? Pois, Buu estava com telemóvel sem bateria. Buu estava sozinha à noite. Buu estava com medo.
Então uma lâmpada surge na minha cabeça e resolvi perguntar a um rapaz por uma cabine telefónica. Ele lá me disse que não sabe, mas emprestou-me o telemóvel dele - bastante simpático. Telefono para o meu pai: desligado. Telefono para casa, atende a mãe:
Buu: Sim, mãe, olha vim parar à segunda terriola. Adormeci no autocarro, dá para o pai me vir buscar?
Mãe da Buu: Ele foi agora buscar-te à estação da primeira terriola e tem o telemóvel sem bateria mas ele daqui a pouco já deve voltar porque tu não estás lá e já lhe digo para te ir buscar. Tu estás onde?
Ora, a segunda terriola tem duas paragens. E vai-se lá perceber como, a minha mãe percebeu que eu estava numa paragem mais à frente. E sim, quando estávamos ao telefone fiquei com essa ideia, mas não era eu que estava a pagar por isso queria despachar a conversa.
Mesmo que ela lhe tenha dito mal a paragem, o meu pai de carro tem de passar por mim na mesma, por isso não há problema, pensei eu.
Esperei pouco tempo. Conheço bem o som do meu carro e mal o vi a aproximar-se fui para junto da estrada. Pois. O meu pai não me viu. Passou a um metro de mim e não me viu. Repito: ele não me viu. Eu esbracejei, eu gritei. Não serviu de nada. Ele passou ao meu lado e seguiu em frente como se nada tivesse acontecido. E ele estava com o telemóvel sem bateria. E eu também.
Bem, ele chega à outra paragem e vê que eu não estou lá, logo volta para esta paragem à minha procura, por isso não há problema, pensei eu. Eu estava com pensamentos muito bonitos naquela noite.
Ora, passa aí uns cinco minutos - nada. Mais uns dez... pai da Buu nada. Mais um bocado e finalmente percebo. O meu pai foi à terceira terriola - vai-se lá saber porquê - ver se eu lá estava. Pois claro que não estava, eu já estava ali ia para uma hora. Ao frio - e é nestas alturas em que nos apercebemos que a nossa capa é um pequeno milagre do traje.
Passado muito tempo lá apareceu o meu pai. E desta vez viu-me. Não gritei com ele - não fui capaz, só queria ir para casa. E ele também não gritou comigo. Quando cheguei a casa a minha mãe fez questão de me fazer chá e torradas apesar de já ser bastante tarde. E é por isso que os meus pais são os melhores pais do mundo.
Err, pois, quanto às aulas do dia seguinte, acabei mesmo por não ir... Não se pode escapar ao destino, não é verdade?
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
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Olá 2019
Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...

