segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

é que irrita-me mesmo.

E já que estamos numa de bloguices, se há coisinha que eu detesto é a existência de certos que são autênticas farsas. De pessoas que eu conheço com estes olhinhos que Deus me deu e que se fazem passar por outras. É que uma coisa é criar um blog e encarnar uma personagem, outra é dizer que se é assim, usar-se o nome, pedir opiniões que na realidade cairiam no ridículo, fazer comparações que não lembra a ninguém, contar histórias inventadas! Quando eu sei que não é. E é que isto não é um blog anónimo (assim como o meu, que está aqui num cantinho da blogosfera e não incomoda ninguém) não. O blog a que me refiro tem bastantes seguidores (duas ou três centenas creio eu) completamente crentes na existência de tal pessoa. Santo Deus me dê paciência para estas coisas. E se eu fosse uma pessoa corajosa dizia quem era e pronto acabava-se o conto de fadas. Mas sou uma coninhas e fico calada.

desculpem, eu sei que não perceberam nada do que disse, mas estava a precisar de deitar isto cá para fora.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

olhe, fachabôr

é uma coisinha destas aqui para o sofá para ver se me dá vontade de ir estudar para os exames, pode ser? Obrigada.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

o que o excesso de frio faz às pessoas

A best chega a Portugal (weeee), e olhem lá umas das primeiras frases que me diz:

'o piloto no avião disse que cá estavam 5º graus, estava à espera de mais. Mas lá também não estava muito frio, só estavam uns cinco negativos'


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

nostalgia de bolso.

Nestes dias que antecedem o Natal - em que devia ficar feliz e cheia de espírito natalício - fico sempre do mesmo jeito. Já me conheço. O famoso espírito só me atinge dois dias antes de 24, e é quando é tão cedo. Em vez de cantar 'All I want for Christmas is you' e pensar em casacos quentinhos, cachecóis, lareiras, árvores bonitas, luzes, (publicidades bonitas da Coca-Cola), fico sempre nostálgica, saudosista.

De momento, está-me a atingir e de que maneira, a falta de amor que tenho ao meu curso. Ao curso, aos professores, às cadeiras, às pessoas, à praxe, a Coimbra. Não me interpretem mal, gosto muito de Coimbra, mas a cidade é como família. E pela família temos amor incondicional. Está-me a fazer falta a novidade, a descoberta, sítios novos para ir, caras novas para ver, coisas que eu queira de facto aprender. Está-me a fazer falta uma cidade que me apaixone e que eu acorde todos os dias com um sorriso só porque vivo nela.

A verdade é que não sinto que nada daquilo seja meu. Não me sinto propriamente especial quando passo pelas portas do meu departamento, quando vejo os azulejos azuis da parede que já sei de cor, quando me sento nos bancos do corredor, quando entro no bar minúsculo, quando me sento na esplanada a apreciar o sol, quando me sento nos bancos giratórios dos laboratórios, quando foco o microscópio. Nada daquilo é meu. O traje - a capa e batina, para ser correcta - é bonito e gosto do vestir. Gosto de fazer parte da vida académica, mas sinto-me sempre uma intrusa. Nada daquilo me pertence.

Acima de tudo, não sinto que esteja a aproveitar cada dia como é suposto.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


Sabes que tens o melhor namorado do mundo quando ele atravessa a santa terriola de um lado ao outro, de noite, a pé, só para te ver uns minutinhos - porque é de noite e os teus pais não podem descobrir que saíste de casa - porque está cheio de saudades tuas ♥

Olá 2019

Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...