domingo, 29 de maio de 2011
Das coisas que me irritam (ou como eu estou uma menina grande e já escrevo títulos começados por 'das')
Entrar num blog e começar logo a dar música. A vontade é logo de pôr mute, ou então de clicar logo na cruzinha no canto superior direito.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Sou uma estranha na minha terra. Os meus pais não eram de cá, chegaram pouco antes do nascimento do meu irmão mais velho. Depois dele vieram mais três, inclusive eu. E nós quatro sempre o soubemos: não pertencemos aqui. O que é bom. Assim, não somos de lado nenhum. O meu irmão mais velho está a viver numa ilha. Se é de lá? Não. Mas também não era daqui. A minha irmã mais velha também fugiu daqui assim que pôde, assim como o meu irmão seguinte. É, deixaram comigo - com a miúda da irmã mais nova - a tarefa difícil de deixar os meus pais sozinhos numa casa enorme que um dia já foi cheia de gente. De tempos a tempos a casa volta a encher-se. Com apêndices e risos de crianças. A minha mãe de vez em quando também sai daqui. Talvez tenha chegado à mesma conclusão de nós. Que não somos de cá.
Quando digo que não quero viver aqui, nem arranjar trabalho, muito menos constituir família, nem a vinte, nem trinta, nem cinquenta quilómetros de distância as pessoas não percebem. Nem os meus amigos, ninguém. Ninguém percebe. Acham que eu tenho a mania que sou superior. Ou arrogante. Ou que não me sei reduzir à minha insignificância. Porquê? Porque os pais deles moram nesta santa terra desde pequenos. E os avós também. E os pais dos avós. E os pais dos pais dos avós.
Eu não. Eu não sou de cá. Nem quero ser.
domingo, 22 de maio de 2011
amanhã é o dia.
amanhã é o dia da frequência para 15 valores (!) disto aqui. E se eu quero ir limpar ossos com a professora que é só a melhor do país no verão tenho de tirar tão boa nota, mas tão boa nota que nem sei. Assim tipo 15 em 15 estão a ver? No mínimo 14 em 15. Rezem por mim rezem. Façam figas. É que isto é mesmo importante. Esta cadeira fofinha e queridinha é a única que pode fazer alguma coisa por mim neste terrível curso. Bolas, também tenho de ser boa nalguma coisa.
por hoje é só isto.
'É que ser cão é fodido. Os cães têm a mania de gostar das pessoas, os gatos têm a mania que as pessoas gostam deles. É por isso que o Amor circula como se fosse um cão, por ter a mania de gostar dos outros. Percorre os mesmos percursos das pessoas, de olhar cabisbaixo, à espera de uma festinha que lhe faça abanar a cauda. Quando isso não acontece mantém um olhar tão triste quanto o da Lua num dia de chuva. Grande mas sem brilho.'
pelo Bagaço Amarelo.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
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Olá 2019
Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...
