segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Aqui estou eu, de volta. Eu sei, se quisesse ser uma fashion blogger punha aqui umas fotos lindas com água azul-esverdeada, numa praia de areia branca, com a minha mão com as unhas perfeitamente pintadas de verde/azul (para condizer com a água, claro está) a segurar uma água de côco. Mas não, na Figueira não há nada disso, só areal completamente descoordenado, que não sabe bem onde fazer montes e onde ser liso, e a água é relativamente fria com ondas até grandinhas em que quase me afoguei - mas isso fica para outra história.

De volta, com quatro opcionais para escolher em quinze dias, que ainda não me esqueci dessa história, que, por sinal, nunca mais acaba.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011


chegámos aos nove com uma facilidade incrível. nove meses contigo, bolas, o tempo passa rápido.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

então que aí vou eu, que nem portuguesa de ginja, para essa bela localidade conhecida pelo único facto de ter praia (e um casino vá) intitulada Figueira da Foz. vou e entretanto finjo que não tenho opcionais nenhumas para escolher, que se fingir o suficiente pode ser que esta dor de cabeça passe.

Hasta!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

às vezes preferia que me dessem tudo e depois eu podia-me queixar à vontade que nunca posso escolher nada

o meu curso dá-nos a oportunidade, este ano, de escolher duas opcionais em cada semestre. ohhh, tão fofinho! - dizem vocês. pois era se eu não fosse a ler a lista e as minhas reacções não fossem as seguintes:

- esta nem pensar;
- esta também não;
- esta nem se percebe o que é;
- esta não;
- esta tem um nome feio;
- esta dizem que é muito complicada de fazer;
- esta dizem que o professor é muito lixado;
- esta deve ser uma seca total.

e não há mais opções. tenho de escolher quatro ao todo. quatro! e as matrículas começam hoje.

domingo, 7 de agosto de 2011

19!

hoje tenho direito a um post absolutamente egoísta e inútil só porque faço anos. e digo-vos, foi o melhor aniversário de sempre, oh yeah!

sábado, 6 de agosto de 2011

da sorte

E assim, com um dia perfeito como o de ontem, percebi: eu não tenho azar. Ontem percebi porque é que tudo me acontece, porque é que tropeço em todo o lado, porque é que caio de escadas rolantes, porque é que cães me roubam as sapatilhas, porque é que me levanto cedo de manhã e chego ao sítio passado quase duas horas e descubro que está fechado, porque é que o meu instrutor do código é tão mau que fala sobre pneus durante uma hora e meia seguida. É porque, inconscientemente, eu não gasto as minhas reservas de sorte em coisinhas insignificantes. Estoiro-as todas nas pessoas que me rodeiam. Não quero saber do resto se tiver comigo as melhores pessoas. E acreditem, eu tenho. Tenho as melhores pessoas que me fazem uma surpresa tão grande e tão bem pensada que hoje estou com dificuldade em acreditar que aconteceu mesmo. Mas estou excepcionalmente feliz. Porque afinal sou muito sortuda.

Olá 2019

Um post no início de 2019, upa upa. Vamos ver quantos farei este ano, e se vai chegar aos dois dígitos. 2018 foi um ano cheio, mas tenho u...