2011 valeu só por quatro meses brilhantes chamados 'Fevereiro, Março, Abril e Maio'. O
melhor semestre de sempre (como sei que não vou ter outro igual), com a sensação de ter tido um sol constante por cima de mim, com os melhores cafés e sorrisos. Foi o ano em que me apercebi que não precisamos de ter só um caminho, e que às vezes um plano B pode ser tão bom ou melhor do que aquilo que tínhamos pensado inicialmente. Foi o ano em que me pus a mexer e a fazer finalmente aquilo que gosto. 2011 trouxe-me um verão chocho, mas com o melhor dia de anos de sempre e com os melhores quatro dias rodeada de amigos. Os últimos meses, de inverno, não foram, de todo, os ideais. Trabalhei como nunca tinha trabalhado e vi a recompensa em alguns momentos, mas, contudo, a desilusão esteve muito mais presente.
Foi o ano mais rápido da minha vida e por isso talvez mesmo o melhor. Se 2012 for igual, acreditem que ficava muito feliz.
Quanto a resoluções? Duas: manter este tipo fantástico (és mesmo!) que eu encontrei ao meu lado e conseguir entrar naquilo que quero (seja lá o que isso significar).