neste momento no programa Cinco Sentidos da RTP. Não resultam. Credo, já discutiram ali umas quatro ou cinco vezes, tudo com uma música apaziguadora como fundo. A Catarininha até já teve ali princípios de lavar roupa suja. Enfim, péssimo péssimo.
Já ias estudar Buu Maria...
domingo, 29 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
esta é uma frase feita para mim.
É o que me faz diferente dos outros. Não seria eu se não fosse aquela esquecida a quem falta sempre alguma coisa, aquela que tropeça em todo o lado, aquela que diz coisas do nada que não fazem sentido nenhum para a conversa, aquela que se ri desalmadamente e não consegue parar mesmo quando já está tudo a olhar e a dizer 'Buu, a sério, já chega', aquela que canta desafinadamente na rua, aquela que se esquece da chave em casa, espera meia hora na rua pelo pai e depois descobre que afinal tem a chave no bolso. São essas pequenas coisas que me definem. E eu gosto de ser assim.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quanto ao exame,
correu benzinho. Era fácil, não me posso queixar. O problema foi a minha estúpida memória que não conseguiu sugar tudo e por isso lá ficaram umas coisas em branco e outras completamente inventadas. Enfim, logo se vê. Se for preciso vou a melhoria, ninguém morre.
Mas o mais estranho é...não é que até fiquei a gostar daquilo?
Mas o mais estranho é...não é que até fiquei a gostar daquilo?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
e agora que passo os olhos pela novela da tvi
porque raio é que a empregada da casa anda com um penteado saído do cabeleireiro, mini-saia, botas com salto e alto decote? estas telenovelas estão cada vez mais realistas, realmente, cá em casa é tal e qual.
amanhã é o dia.
O ano passado por esta altura andava a chorar pelos cantos. Foi a minha pior época de exames. A minha cadeira preferida tinha sido feita com dez apesar de ter estudado durante uma semana a fio (é um problema a resolver daqui a duas semanas numa coisa chamada melhoria), a cadeira que eu achava que era fofinha foi feita com onze (esta também já foi convertida, em melhoria, numa nota mais decente), a cadeira que eu não percebia absolutamente nada feita com onze também (não, esta vai ficar como está), e a melhor nota foi obtida numa cadeira que envolveu ter de ir para o campo apanhar coisas: valeu-me um belo treze.
Depois ainda tinha 'a cadeira'. Dizia mal dela sempre que podia. Não conseguia ir às aulas, e quando ia limitava-me a fazer desenhos. Amaldiçoava a sua existência. Dizia que tinha vindo do inferno para me atormentar. Chegou a época de exames e só de olhar para a sebenta perdia a vontade de estudar. Chumbei, obviamente. Passado um ano, cá estou eu de novo, e cá está ela também, à espera que eu a faça. Este ano fomos amigas. Sabia o que a casa gastava, então arregacei as mangas, e, sem medo, fui à luta. Fui a 95% das aulas, tirei mais apontamentos que sei lá, estudei, escrevi escrevi escrevi, fui tirar dúvidas aos professores, estudei, voluntariei-me nas aulas práticas para pipetar, estudei, estorriquei os miolos, estudei. Fui uma boa foca. Apliquei-me mais nesta do que nas outras todas juntas. O exame é amanhã. Se me sinto pronta? Não. Sinto-me uma pilha de nervos, porque quero fazer uma coisa bonitinha equivalente ao meu esforço durante o semestre, e é tanta coisa para saber - se vocês soubessem a quantidade! - que me sinto perdida e às aranhas. Amanhã é o dia e já só quero que ele chegue.
Depois ainda tinha 'a cadeira'. Dizia mal dela sempre que podia. Não conseguia ir às aulas, e quando ia limitava-me a fazer desenhos. Amaldiçoava a sua existência. Dizia que tinha vindo do inferno para me atormentar. Chegou a época de exames e só de olhar para a sebenta perdia a vontade de estudar. Chumbei, obviamente. Passado um ano, cá estou eu de novo, e cá está ela também, à espera que eu a faça. Este ano fomos amigas. Sabia o que a casa gastava, então arregacei as mangas, e, sem medo, fui à luta. Fui a 95% das aulas, tirei mais apontamentos que sei lá, estudei, escrevi escrevi escrevi, fui tirar dúvidas aos professores, estudei, voluntariei-me nas aulas práticas para pipetar, estudei, estorriquei os miolos, estudei. Fui uma boa foca. Apliquei-me mais nesta do que nas outras todas juntas. O exame é amanhã. Se me sinto pronta? Não. Sinto-me uma pilha de nervos, porque quero fazer uma coisa bonitinha equivalente ao meu esforço durante o semestre, e é tanta coisa para saber - se vocês soubessem a quantidade! - que me sinto perdida e às aranhas. Amanhã é o dia e já só quero que ele chegue.
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