sábado, 25 de fevereiro de 2012
Dos fins das séries (contém spoilers!)
Desde que me lembro de existir já passei os olhos por imensas séries, mas apenas duas vi do início ao fim. O motivo principal pelo qual não vi mais séries completas é simples: as que ando a ver (Dexter, Glee e Homeland por enquanto) ainda não acabaram.
A primeira foi Prison Break, que me prendeu desde o início. O enredo era inteligente, cheio de manhas e reviravoltas. Segui as quatro temporadas com um entusiasmo decrescente. O último episódio, que vi há uns anos já, foi o pior. Que coisa mal amanhada. Quer dizer, depois de anos a fugir a personagem principal morre? Epá, fiquei com vontade de esmagar a televisão naquele momento. É mau, e cliché por cliché mais valia ter acabado com um casamento.
A segunda foi mais recente. Acabei de ver Chuck há algumas semanas. O entusiasmo foi igualmente decrescente. Com duas primeiras temporadas absolutamente brilhantes e viciantes, as seguintes não conseguiram acompanhar. O pior foi mesmo a última, a quinta, que foi uma banhada sem fio condutor, apenas com episódios inventados em cima do joelho. E o fim? Péssimo. Então, depois de cinco temporadas em que um geek apaixonado por uma tipa toda jeitosa, consegue finalmente ficar com ela, a rapariga perde a memória e fica sem se lembrar de ninguém? Oh céus, não-não-não.
A minha experiência em finais de séries é pouca, eu sei. Mas vejo aqui um padrão. Estragar no último episódio tudo o que se construiu ao longo de inúmeras temporadas. Acho isto de uma falta de imaginação e de qualidade terrível.
A primeira foi Prison Break, que me prendeu desde o início. O enredo era inteligente, cheio de manhas e reviravoltas. Segui as quatro temporadas com um entusiasmo decrescente. O último episódio, que vi há uns anos já, foi o pior. Que coisa mal amanhada. Quer dizer, depois de anos a fugir a personagem principal morre? Epá, fiquei com vontade de esmagar a televisão naquele momento. É mau, e cliché por cliché mais valia ter acabado com um casamento.
A segunda foi mais recente. Acabei de ver Chuck há algumas semanas. O entusiasmo foi igualmente decrescente. Com duas primeiras temporadas absolutamente brilhantes e viciantes, as seguintes não conseguiram acompanhar. O pior foi mesmo a última, a quinta, que foi uma banhada sem fio condutor, apenas com episódios inventados em cima do joelho. E o fim? Péssimo. Então, depois de cinco temporadas em que um geek apaixonado por uma tipa toda jeitosa, consegue finalmente ficar com ela, a rapariga perde a memória e fica sem se lembrar de ninguém? Oh céus, não-não-não.
A minha experiência em finais de séries é pouca, eu sei. Mas vejo aqui um padrão. Estragar no último episódio tudo o que se construiu ao longo de inúmeras temporadas. Acho isto de uma falta de imaginação e de qualidade terrível.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
afinal 15 meses sempre são 15 meses
e sabem sempre bem, desde que sejam contigo. onde não há lugar para grandes chatices e para grandes amuos. em vez disso temos sempre as estupidezes e parvoíces do costume, os sorrisos e olhares cúmplices, o saber que estás sempre ali e me percebes sempre, com um entendimento que ainda hoje fico espantada. o saber que somos um do outro.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Road to Oscars'12 #1
Então que me pus ao caminho, e na bela (e enorme) lista já se podem riscar mais dois:
Estava um bocadinho de pé atrás: quer dizer, agora só porque alguém se lembrou de fazer um filme a preto e branco e mudo como nos bons velhos tempos já merece um Óscar? A verdade é que compensou o dinheiro do cinema, porque tem uma história simples e que acaba por fazer sentido com o próprio formato. É fofinho, eu cá gostei.
Já este agradeço não ter ido ao cinema vê-lo. Não é um mau filme, atenção, mas eu gosto de ser surpreendida, de não saber a história, e aqui ela é dada desde o início e acaba por ser um bocado previsível.
Parece-me que amanhã há mais. Vistas bem as coisas já só faltam 12!
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Hello 2020 (com três meses de atraso)
Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...



