domingo, 26 de fevereiro de 2012

Postzinho rápido sobre os Óscares

Este ano fui uma pequena desgraça, vi poucos filmes e então dai as apostas são pouco mais que nulas. Dos que vi (Moneyball, The Help, The Artist, The Tree of Life e Midnight in Paris) voto no sr. Artista. E por aqui me fico antes que dê barraca.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

arg,

estou cansada de mim própria.

Dos fins das séries (contém spoilers!)

Desde que me lembro de existir já passei os olhos por imensas séries, mas apenas duas vi do início ao fim. O motivo principal pelo qual não vi mais séries completas é simples: as que ando a ver  (Dexter, Glee Homeland por enquanto) ainda não acabaram.

A primeira foi Prison Break, que me prendeu desde o início. O enredo era inteligente, cheio de manhas e reviravoltas. Segui as quatro temporadas com um entusiasmo decrescente. O último episódio, que vi há uns anos já, foi o pior. Que coisa mal amanhada. Quer dizer, depois de anos a fugir a personagem principal morre? Epá, fiquei com vontade de esmagar a televisão naquele momento. É mau, e cliché por cliché mais valia ter acabado com um casamento.

A segunda foi mais recente. Acabei de ver Chuck há algumas semanas. O entusiasmo foi igualmente decrescente. Com duas primeiras temporadas absolutamente brilhantes e viciantes, as seguintes não conseguiram acompanhar. O pior foi mesmo a última, a quinta, que foi uma banhada sem fio condutor, apenas com episódios inventados em cima do joelho. E o fim? Péssimo. Então, depois de cinco temporadas em que um geek apaixonado por uma tipa toda jeitosa, consegue finalmente ficar com ela, a rapariga perde a memória e fica sem se lembrar de ninguém? Oh céus, não-não-não.

A minha experiência em finais de séries é pouca, eu sei. Mas vejo aqui um padrão. Estragar no último episódio tudo o que se construiu ao longo de inúmeras temporadas. Acho isto de uma falta de imaginação e de qualidade terrível.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

afinal 15 meses sempre são 15 meses

e sabem sempre bem, desde que sejam contigo. onde não há lugar para grandes chatices e para grandes amuos. em vez disso temos sempre as estupidezes e parvoíces do costume, os sorrisos e olhares cúmplices, o saber que estás sempre ali e me percebes sempre, com um entendimento que ainda hoje fico espantada. o saber que somos um do outro.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Road to Oscars'12 #1

Então que me pus ao caminho, e na bela (e enorme) lista já se podem riscar mais dois:


Estava um bocadinho de pé atrás: quer dizer, agora só porque alguém se lembrou de fazer um filme a preto e branco e mudo como nos bons velhos tempos já merece um Óscar? A verdade é que compensou o dinheiro do cinema, porque tem uma história simples e que acaba por fazer sentido com o próprio formato. É fofinho, eu cá gostei.


Já este agradeço não ter ido ao cinema vê-lo. Não é um mau filme, atenção, mas eu gosto de ser surpreendida, de não saber a história, e aqui ela é dada desde o início e acaba por ser um bocado previsível.

Parece-me que amanhã há mais. Vistas bem as coisas já só faltam 12!

Hello 2020 (com três meses de atraso)

Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...