domingo, 13 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

o fim.

Foste tu que o fizeste chegar. Não que eu nunca tenha pensado nele, mas, sinceramente, pensei que fôssemos mais fortes, pensei que o nosso amor fosse um bocadinho maior. Afinal não era, e apanhaste-me de surpresa. A mim, que tinha uma arrogância enorme em gritar aos sete ventos que éramos melhor que todos e que não tínhamos esses problemazinhos dos outros. Na verdade, nós raramente soubemos o que era discutir. Encaixávamos tão bem, pensávamos igual, entendíamo-nos perfeitamente. Sempre achei que só de ler os teus olhos sabia o que estavas a pensar. Pff, que ingénua! Afinal escondias aí o mais escuro dos segredos: o teu amor por mim tinha morrido. E quando isto acontece o que podia eu fazer? Nada. Absolutamente nada. É horrível, deixaste-me com a sensação de impotência, de querer fazer mais e não poder. Porque eu tentei tudo até ficar sem ar. Corri por nós, corri por ti, torci por ti. Mas não posso fazer a tua parte. Nem quero.

E finalmente, compreendo a mais que gasta Adele: 'sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead.'

O fim chegou porque tu quiseste. E quem me dera que tu não o quisesses. E dói. Dói mesmo muito. Eu tinha a certeza que nós tínhamos muito mais para dar, muito mais para mostrar. Que éramos muito mais do que este ano e meio.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

tenho tanto a contar-vos e não sei como. parece que perdi o jeito para isto, e a vontade foi-se tal como aquele pequeno pedaço de dentro de mim que ele levou. sei que não estou a fazer sentido e não sei quando o voltarei.     suponho que não demorarei muito tempo, escrever aqui já é quase como um vício. e gostava, gostava mesmo, de ter aquela fluidez da escrita como antes, mas para já...fico-me pela incoerência. 

ps: aquele post de terça foi agendado há já mais de uma semana, mas encaixa tão bem agora como eu nunca poderia ter previsto.

terça-feira, 8 de maio de 2012

ódiozito de estimação #2

Pessoas que gostam de ser mexiriqueiras, más-línguas e pior, que gostam de humilhar os outros. Não há paciência.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

do meu irmão que é um tipo fixe e tem um sonho

já falei dele, e de como está determinado a seguir aquilo que o faz feliz. Um dos passos para a felicidade passam agora por um concurso meio estranho no facebook, em que o desenho mais votado vale um emprego numa empresa de ilustração.

se o quiserem ajudar - e eu sei que querem! - é só fazer um like aqui!

piscamos os olhos, e cá estamos nós, no último ano.

Passaram já dois anos desde a primeira Serenata Monumental que marca o início da Queima das Fitas. Não gosto daquele pretensiosismo de quem diz que já cresceu muito neste tempo. Mas a verdade é algo do género. Habituei-me ao meu curso, passei a gostar dele, passei a sentir-me parte dele. No entanto, este ano não consigo estar entusiasmada. Não há nada para eu fazer, e não gosto de não ter o meu papel. Eu já consigo traçar a minha capa sozinha (se bem que com uma ajuda fica sempre melhor...), e a minha afilhada já é crescida e já tem a sua própria caloira. É, passou mais um ano e a minha neta também já vai deixar de ser caloira. Este ano vou ser apenas uma mera espectadora. Vou ver a D. trajada e o meu homem também. Mas eu não vou fazer parte desses momentos, e não é que me entristeça, fico só um bocadinho aborrecida. 

Mas sei que quando chegar Domingo e com ele o melhor dia de toda a licenciatura, vou ter um discurso completamente diferente. 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A minha irmã

faz anos hoje! Ela que é mais corajosa da família, acha sempre que não. Que é uma tótó, demasiado tímida e que nunca consegue nada. É demasiado humilde para ver o que já alcançou. Eu não tenho a certeza se seria capaz de ir para Inglaterra sozinha, fazer trabalho abaixo de cão como ela fez, de o voltar a repetir na Madeira, de emigrar para França. Quando ela se aperceber do que consegue fazer, aí sim, eu sei que ela vai ser capaz de fazer coisas muito muito grandes. 

Hello 2020 (com três meses de atraso)

Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...