quarta-feira, 23 de maio de 2012

fuck


está-me a dar uma crisezinha de loucura associada com umas saudades aguçadas do quem nós sabemos (olha que bela alcunha, hum?). arre, quem disse que longe da vista era longe do coração?

das coisas invariavelmente estranhas que me acontecem

Todos os dias, logo de manhã, para ir para as aulas, e mal chego a Coimbra, vou para a universidade a pé (salvo quando estou de capa e batina). Vou por um caminho bastante concorrido que demora uns 15min porque apesar de ser curto é sempre a subir. No entanto, é prático e tem uma vista bonita para o Mondego. 

Há cerca de dois meses ia eu a subir nas calmas quando um velhote do outro lado da rua me chama. Olho para ele e choque: tinha o seu magnífico instrumento na mão. Fiquei um bocado confusa a tentar perceber se estava a ver bem e ele continua a chamar-me 'oh fofinha, ai que linda!' e outras coisas que tais. Parei e o homem começa a dar-lhe uso. Às 10h da manhã tenho um velho a dar uso ao instrumento a olhar para mim! Mando um berro e começo a andar bastante rápido com a pasta ao lado da cara para não ver mais nada. Não subi depressa o suficiente e ainda ouvi o homem a gemer durante um bom bocado, até que o som parou não sei muito bem porquê, mas pensando bem, talvez nem queira saber. 

Por causa dele foi motivo de riso durante muito tempo. 

Pois a semana passada lá estava o velho outra vez, e a cena voltou a repetir-se. Isto só a mim. 

domingo, 20 de maio de 2012

Sempre, desde pequena, que, quando o dizia, era inevitável a pergunta: 'A sério? Não tens? deixa ver! Pois é, não tens mesmo!' . Não, até ontem nunca tinha furado as orelhas. Quando era pequena a minha mãe não quis porque quando lhas furaram em bebé a coisa correu mal. E eu também nunca quis até aí aos 13,14 anos.

Mas então porque é que nunca as tinhas furado Buu? - perguntam vocês.

Porque sou uma pequena medriquinhas e sempre que perguntava a um grupo de amigas como era havia sempre pelo menos uma que dizia que doía horrores. E assim se passaram os anos. Com muita gente a chatear-me pelo caminho para eu o fazer. Mas eu sempre cheia de medo. Fiquei em águas de bacalhau até há dois Natais, quando a best me disse que a prenda dela seria pagar-me os furos. Consegui adiar, adiar, mas foi só deu até ontem.

Não foi fácil, tivemos de correr três ourivesarias, e eu já achava que o destino estava comigo e não era mesmo o dia. Depois claro que estrebuchei e pedi para ir embora muito mais que vinte vezes. Não resultou.

O senhor foi implacável comigo e pimbas, toma lá dois tiros com esta pistola magnífica para não seres tão medrosa. Sinceramente: doeu. Mas não foi tanto como estava à espera admito.

O que não me entra na cabeça é o facto de ir ter que passar três semanas com estes brincos nada bonitinhos. Três semanas! Não vejo a hora de os tirar.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

how to look stupid (só porque em inglês soa melhor) #1

Dizeres olá a alguém em alto e bom som e essa pessoa não te responder. Seguida do riso nervoso e da vontade de te enterrares num buraco bem fundo.

domingo, 13 de maio de 2012

Hello 2020 (com três meses de atraso)

Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...