sábado, 30 de junho de 2012
experiência 1,2,3, experiência
belo teste, afinal ainda não consigo ouvir Adele sem a porcaria das lágrimas quererem saltar cá para fora.
Sim, eu também tenho a minha posta de pescada a dizer sobre o Angel-O
Conheci o Ângelo Rodrigues em 2010. Conheci é como quem diz, tenho a certeza que se lhe perguntassem por mim ele não faria ideia de quem eu sou. Acontece que, em 2010, nesse belo mês de Julho, me inscrevi para entrar na ESTC, e fui chamada para o último dia de audições. Quem é que lá estava nesse dia também? Ele.
Andei todo o dia a olhar para o tipo e a ter a certeza que o conhecia de algum lado. Só por volta da hora de almoço se deu o clique na minha cabeça: é aquele tipo dos Morangos com Açúcar! Mas porque é que me custou tanto a reconhecê-lo? Porque ele estava aquilo que se chama um bicho. Super musculado, com um penteado da moda, enorme. Sentou-se uma vez ao pé de mim, e, juro-vos, senti-me mesmo pequenina.
Na altura não passou cartão a ninguém. Andou por lá a pavonear-se como se fosse o melhor - e realmente era bom - mas não gostei. Tinha a mania. Até cantava relativamente bem.
Por isso quando ele apareceu nas revistas como uma grande surpresa, fiquei contente, eu já conhecia o tipo e tinha a minha posta de pescada a dizer sobre ele.
O que é certo é que ele conseguiu ir até ao fim nas audições e entrou na escola...e eu não (a ver vamos se é este ano).
Andei todo o dia a olhar para o tipo e a ter a certeza que o conhecia de algum lado. Só por volta da hora de almoço se deu o clique na minha cabeça: é aquele tipo dos Morangos com Açúcar! Mas porque é que me custou tanto a reconhecê-lo? Porque ele estava aquilo que se chama um bicho. Super musculado, com um penteado da moda, enorme. Sentou-se uma vez ao pé de mim, e, juro-vos, senti-me mesmo pequenina.
Na altura não passou cartão a ninguém. Andou por lá a pavonear-se como se fosse o melhor - e realmente era bom - mas não gostei. Tinha a mania. Até cantava relativamente bem.
Por isso quando ele apareceu nas revistas como uma grande surpresa, fiquei contente, eu já conhecia o tipo e tinha a minha posta de pescada a dizer sobre ele.
O que é certo é que ele conseguiu ir até ao fim nas audições e entrou na escola...e eu não (a ver vamos se é este ano).
sexta-feira, 29 de junho de 2012
pois, então que
vi o Crazy, Stupid, Love e chorei um bocadinho no fim. Sou uma fraca. Anyway, superou as minhas expectativas, por isso, sim, vão por esse mundo fora e vejam o filme que vale a pena.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
sobre a selecção
(não, não vou falar do jogo, nem dos penáltis, nem do facto de ter aparecido na TVI24 ou sobre ter estado na Associação desde as 14h a marcar lugar para poder ver lá o jogo, ou sobre os inúmeros ataques cardíacos que me deram durante aquelas mais duas horas que me pareceram infinitas)
A discussão que está instalada no meu grupo de amigas é:
A discussão que está instalada no meu grupo de amigas é:
O João Moutinho é ou não é jeitosão? Eu e a D. dizemos que sim, as outras olham para nós de lado e dizem que é feio até mais não. É que acho o tipo mesmo fofinho pá.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
logo eu que me costumo deitar com as galinhas
Estou aqui a esta hora feita parva a olhar para o computador a decidir se o desligo e vou dormir ou se vejo o Crazy, Stupid, Love. O pior é que amanhã é dia de acordar cedo, mas não consigo de deixar de ter a sensação estranha de que devia mesmo ficar acordada e devia mesmo ver o filme. Estúpido instinto.
terça-feira, 26 de junho de 2012
está mesmo a acabar não é?
Este é o post mais temido de sempre. É oficial, estou a acabar a minha licenciatura. Quem mandou agora serem só três anos hum?
Com um pouco de sorte, na próxima semana faço os meus últimos exames e fico de férias disto. De férias da licenciatura para sempre. Foram os três anos mais rápidos de sempre, e achava eu que o secundário tinha passado a voar. Tive um primeiro ano péssimo, e um terceiro aborrecido, mas o meu segundo vai sempre compensar estes dois, que foi, de facto, o melhor ano da minha vida.
Nestes três anos conheci cerca de 200 pessoas, das quais não mais de cinco ou seis ficaram verdadeiramente minhas amigas. É claro que guardo muitos outros no coração. Nestes três anos fui praxada e bem praxada, andei de olhos no chão, e gritei até ficar rouca. Vestiram-me de flor, fui baptizada no Mondego, trajei pela primeira vez. Depois foi a minha vez. Praxei e arranjei uma afilhada de quem vou ter muitas saudades. Nestes três anos bebi pela primeira vez cerveja e nunca me consegui habituar e gostar. Fui a três Latadas, fui a três Queimas. Fiz flores de papel até me doerem os dedos e fui em cima de um carro aos pulos. Encontrei o meu plano B. Conheci a Bones portuguesa. Passei a ir ao café da Associação com as míudas todas as sextas até que um dia nos fartámos. Troquei selos, e agora morro de ansiedade para os ler. Saí à semana, fui a todas as Serenatas. Queimei o grelo. Dei o nabo a morder. Disse que nunca na vida iria conseguir fazer o cadeirão e fiz, com 12, numa oral inédita. Tive o meu primeiro (e único) 18. Fiz imensos trabalhos em contra-relógio. Queixei-me de professores que não sabem dar aulas - oh senhores, é que não sabem mesmo!. Tive namorado e deixei de o ter. Conheci a casa da Rititi e a casa da tia da Dii como ninguém. Fiz gomas alcoólicas e concluí que são a maior desilusão de sempre. Enganei os seguranças da Queima ao fazer entrar a Dani com uma garrafa de Beirão quase inteira para o recinto dentro do casaco. Ri-me até às lágrimas tantas vezes. E vou-me sempre rir de cada vez que me lembrar da foto em que a H. parece a miúda do Exorcismo de Emily Rose. Vi os jogos de Portugal na Associação. Comi as maravilhosas tostas de lá. Esperei todas as semanas pelo dia do gratinado de tofu nas cantinas vegetarianas.
Foram três anos bons, mas não fantásticos, porque não o foram. Afinal não é nada disto que quero. E agora, que já sou uma tipa licenciada, posso ser quase livre e tentar fazer o que eu realmente quero. Sinto-me um bocado na despedida porque tenho a sensação de que não vou voltar, nem para fazer o mestrado. Vou voar por outras paragens e tentar a minha sorte. Em breve a minha vida vai mudar radicalmente, e é por isso que anseio. E é por isso que, embora tenha pena de acabar o curso, sei que vou ser muito mais feliz do que o que fui aqui.
Com um pouco de sorte, na próxima semana faço os meus últimos exames e fico de férias disto. De férias da licenciatura para sempre. Foram os três anos mais rápidos de sempre, e achava eu que o secundário tinha passado a voar. Tive um primeiro ano péssimo, e um terceiro aborrecido, mas o meu segundo vai sempre compensar estes dois, que foi, de facto, o melhor ano da minha vida.
Nestes três anos conheci cerca de 200 pessoas, das quais não mais de cinco ou seis ficaram verdadeiramente minhas amigas. É claro que guardo muitos outros no coração. Nestes três anos fui praxada e bem praxada, andei de olhos no chão, e gritei até ficar rouca. Vestiram-me de flor, fui baptizada no Mondego, trajei pela primeira vez. Depois foi a minha vez. Praxei e arranjei uma afilhada de quem vou ter muitas saudades. Nestes três anos bebi pela primeira vez cerveja e nunca me consegui habituar e gostar. Fui a três Latadas, fui a três Queimas. Fiz flores de papel até me doerem os dedos e fui em cima de um carro aos pulos. Encontrei o meu plano B. Conheci a Bones portuguesa. Passei a ir ao café da Associação com as míudas todas as sextas até que um dia nos fartámos. Troquei selos, e agora morro de ansiedade para os ler. Saí à semana, fui a todas as Serenatas. Queimei o grelo. Dei o nabo a morder. Disse que nunca na vida iria conseguir fazer o cadeirão e fiz, com 12, numa oral inédita. Tive o meu primeiro (e único) 18. Fiz imensos trabalhos em contra-relógio. Queixei-me de professores que não sabem dar aulas - oh senhores, é que não sabem mesmo!. Tive namorado e deixei de o ter. Conheci a casa da Rititi e a casa da tia da Dii como ninguém. Fiz gomas alcoólicas e concluí que são a maior desilusão de sempre. Enganei os seguranças da Queima ao fazer entrar a Dani com uma garrafa de Beirão quase inteira para o recinto dentro do casaco. Ri-me até às lágrimas tantas vezes. E vou-me sempre rir de cada vez que me lembrar da foto em que a H. parece a miúda do Exorcismo de Emily Rose. Vi os jogos de Portugal na Associação. Comi as maravilhosas tostas de lá. Esperei todas as semanas pelo dia do gratinado de tofu nas cantinas vegetarianas.
Foram três anos bons, mas não fantásticos, porque não o foram. Afinal não é nada disto que quero. E agora, que já sou uma tipa licenciada, posso ser quase livre e tentar fazer o que eu realmente quero. Sinto-me um bocado na despedida porque tenho a sensação de que não vou voltar, nem para fazer o mestrado. Vou voar por outras paragens e tentar a minha sorte. Em breve a minha vida vai mudar radicalmente, e é por isso que anseio. E é por isso que, embora tenha pena de acabar o curso, sei que vou ser muito mais feliz do que o que fui aqui.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
coisa rápida que reparei agora
este novo programa com a Leonor Poeiras e o Nuno Eiró é das piores coisinhas que já vi, não tem mesmo ponta que se pegue.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Hello 2020 (com três meses de atraso)
Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...

