Ontem comecei a ver o filme Mystic River. Não consegui acabar de ver, adormeci pelo meio, e distraí-me lá para o fim. Demasiado overrated para mim, que sinceramente, não o consigo achar nada de especial. Há pouco pus-me novamente no computador para o acabar de ver mas quando os meus olhinhos viram que quer o novo episódio de Homeland quer o de Dexter já tinham saído, o Sean Penn não teve hipótese, e parece que só vou mesmo descobrir quem é que matou a filha dele amanhã. Paciência.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
E eis que
Buu Maria arranja finalmente um emprego para começar a ser cada vez mais dona do seu nariz (e ouvir cada vez menos bocas dos seus pais). Amanhã começo a aprender e tenho em mim que devo começar à séria dia 1 de Novembro. Mas se estão a pensar que é numa grande empresa, ou numa grande companhia teatral ou numa grande agência, bem...desenganem-se. A partir de amanhã começo a aprender o belo ofício de vender iogurtes com toppings, num centro comercial perto de si.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
quem diria que se os Fun e a Pink se juntassem até dava uma música fofinha, hum?
(e dou graças por só ter encontrado esta música agora, se tivesse sido há uns meses teria desatado a chorar mal ouvisse os primeiros vinte segundos)
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Da vizinhança
Nunca pensei que morar num prédio velho, num rés do chão colado à porta pudesse ser tão mau. O problema é quando o barulho não vem exclusivamente de fora mas quando também tem a sua boa cota parte nos meus vizinhos e companheiros de habitação. Fazem muito, mas muito barulho. Todos eles. Às 8:30 da manhã já vários fizeram questão de entrar e sair quatro ou cinco vezes do prédio. Falam alto e berram do fundo das escadas para velhas que mal ouvem. Andam com o caixote do lixo para trás e para diante. Descem as escadas como se pesassem 200kg. A da frente tem um cão que é santo e nunca ladra (ao menos isso!) mas que faz imenso barulho com as patas a escorregarem no chão. Não há paciência.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
time flies
É impossível não pensar que a esta precisa hora a grande maior parte dos meus amigos estão numa grande festa, lá na cidade dos estudantes. Hoje é o cortejo da Latada, e o ano passado mostrei-vos aqui como foi o meu dia. Foi dos dias mais fantásticos até hoje, e parece que só agora, à distância, o consigo reconhecer. A correria para ter os nabos mordidos, o não querer morder em nenhum e depois acabar por morder tantos, a minha preciosa ajuda à H. para ficar mais bem disposta uma vez que estava bêbada, o esperar umas boas duas horas para que aquele tipo que me era tão especial me viesse morder o meu último restinho de nabo, o ouvir a D. a reclamar que tinha que ir para casa e que ia perder o comboio, o mandar a rama ao Mondego e pedir um desejo, a melhor declaração de amor de sempre.
É impossível não pensar como num ano as coisas mudam tanto. Enquanto eles estão lá, na fanfarra, eu estou aqui no sofá a queixar-me de como estou doente, a assoar-me de dois em dois minutos, a comer gelado do Continente com morangos, e a ver as minhas séries preferidas. Enfim, um dia completamente random.
É impossível não pensar como num ano as coisas mudam tanto. Enquanto eles estão lá, na fanfarra, eu estou aqui no sofá a queixar-me de como estou doente, a assoar-me de dois em dois minutos, a comer gelado do Continente com morangos, e a ver as minhas séries preferidas. Enfim, um dia completamente random.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Rodolfo
Desde o meu primeiro ano que tenho um amigo meu que me faz questão de me chamar Rena. É o único, (graças a Deus que a moda nunca pegou) mas não posso dizer que ele não acertou em cheio quando o fez pela primeira vez. A Rena Rodolfo, aquela que vai à frente no grupo de bichos semelhantes que puxam o Pai Natal, tem o nariz vermelho. E eu sou assim também. Volta e meia cá estou eu doente e com o nariz bem vermelho para o demonstrar. Aliás, o meu sistema imunitário é mesmo muito fraquinho, e basta-me apanhar um friozinho - como o que estava na sexta à noite em Coimbra - para ficar logo com o nariz a correr, dores no corpo todo e a sensação de que é desta que a minha vida acaba. O que vale é que para estas situações tenho um amigo espectacular: chama-se Brufen e faz milagres.
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Hello 2020 (com três meses de atraso)
Em 2019 questionava-me se iria chegar aos dois dígitos de posts escritos, na verdade, não consegui chegar sequer a dois. Não sou ingénua: s...



